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Bibliografia
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R
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RACIOCÍNIO
Actividade mental mercê da qual, dado um conjunto de proposições,
destas tira um proposição nova, em virtude da própria combinação
e do encadeamento das proposições anteriores. Esta progressão
do pensamento é puramente formal, no sentido de que não faz
apelo à experiência; a sua validade
repousa sobre a sua coerência interna.
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Ver também
Sofisma.
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Raciocínio: analogia, indução e dedução é o título
de uma das rubricas da unidade
lógico-argumentativa do actual programa (ano lectivo de
2001/02) de Introdução à Filosofia do 11º ano.
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RACIONALISMO
Os filósofos racionalistas atribuem à razão um papel
determinante na construção do conhecimento. Os grandes filósofos
racionalistas (Platão,
Descartes, Leibniz)
procuram explicar o conhecimento (que só merece este nome quando
é logicamente necessário e universalmente válido) como
resultado exclusivo da razão.
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Ver também
David
Hume (crítico do racionalismo)
Na rubrica Alguns modelos explicativos do conhecimento da
unidade O Conhecer e o Ser do programa do 11º ano de
Introdução à Filosofia são considerados
o racionalismo, o empirismo
e o apriorismo
[para aceder à referida rubrica clique
aqui].
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RAZÃO
Em termos gerais, é o "exercício de procurar e avaliar argumentos
antes de aceitar como bom o que penso saber"; uma
"faculdade capaz -- pelo menos em parte -- de estabelecer ou
captar as relações que fazem com que as coisas dependam umas das
outras, e sejam constituídas de uma determinada forma e não de
outra", organizando "as notícias que recebo, os estudos
que realizo ou as experiências
que tenho, aceitando algumas coisas (pelo menos provisoriamente,
à espera de melhores argumentos) e rejeitando outras, tentando
sempre ligar as minhas crenças
entre si com alguma harmonia", harmonizando antes de mais
"o meu ponto de vista meramente pessoal ou
subjectivo
com um ponto de vista mais objectivo
ou intersubjectivo" (Fernando Savater - As
Perguntas da Vida, p. 51-52).
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Da
percepção à razão é o título de uma rubrica do
programa do 11º ano de Introdução à Filosofia [clique
aqui]
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Julián
Marías (Razón de la filosofía. Madrid : Alianza
Editorial, D.L. 1993, p. 132-133) distingue razão (característica
do Homem) de inteligência
(que os outros animais também possuem, em graus e formas
muito diferentes): "A razão não é "instantânea",
não consiste na simples intelecção de algo que está presente;
requer a descoberta de modos de conexão e fundamentação",
o que "só é possível mediante a compreensão dos
nexos vitais".
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REALIDADE
(Em redacção).
O
virtual
é uma outra dimensão do real -- um real imaterial.
"Para a corrente
analítica, a filosofia não tem por objecto a realidade, mas
a análise da linguagem
acerca da realidade, quer se trate da linguagem ordinária ou
comum, ou da linguagem científica acerca da realidade" (in Filosofia
da Idade Contemporânea).
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REENCARNAÇÃO
(Em redacção).
Ver
O
Fédon de Platão: no contexto do
Fédon,
é analisada/fundamentada a actualidade da crença na reencarnação.
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RELATIVIDADE,
teoria da
Teoria descritiva enunciada por
Einstein
(a "restrita", em 1905, e a "geral", em 1913).
Segundo ela, não existe nenhum sistema fixo e universal que possa
servir de referência à medição do movimento, que é sempre
relativo (varia conforme o observador). É impossível
determinar-se o movimento absoluto da matéria no espaço.
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RELATIVISMO
Teoria filosófica segundo a qual não existem verdades absolutas
mas apenas relativas (à etnia, ao sexo, à classe social, aos
interesses esconómicos e políticos...): "nenhuma forma
universal da razão pode ser válida para todos". (Fernando
Savater - As
Perguntas da Vida, p. 56).
No 2º capítulo deste livro, Savater analisa as várias posições
(e as objecções contra as mesmas) sobre a verdade -- o cepticismo,
o relativismo, os defensores da "revelação".
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RELIGIÃO
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A desconfiança em relação à religião é uma das características
do Iluminismo.
||| Sobre a função social da religião ler o texto
San
Manuel Bueno, Mártir é também um texto político
("A religião faz parte da intrahistória da humanidade e o cristianismo
faz parte da intrahistória de Espanha").
||| Religião e Filosofia: ver Fé
e Razão.
RESSURREIÇÃO
(Em redacção).
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RETÓRICA
Teoria e prática de todo o discurso que tem uma intenção
persusasiva: pode falar-se de retórica sempre que alguém procura
convencer outrem de alguma coisa.
O termo tem, na utilização comum, conotações negativas, como
nota o texto Retórica
-- a técnica da persuasão (do Professor Tito Cardoso e
Cunha), que analisa ainda o significado original, distingue o
discurso retórico de outros discursos e especifica as condições
necessárias ao discurso retórico.
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