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LISBOA QUINHENTISTA
O CRESCIMENTO DA CIDADE DE LISBOA
LISBOA, CIDADE COMERCIAL E DE CONTRASTES

  

 

 

 

 

 

 

            Nos reinados de D. João II e de D. Manuel, e como consequência do aumento da população, Lisboa teve um grande desenvolvimento.

            Por ordem de D. Manuel I, Lisboa beneficiou de grandes obras de embelezamento.

            A Rua Nova dos Mercadores foi calcetada e as suas casas elevadas a vários andares.

            Para melhor observar e vigiar todo o movimento marítimo, D. Manuel I instala-se no palácio do Paço da Ribeira.

 

            No século XVI, Lisboa era uma das cidades mais importantes da Europa.

A Lisboa chegavam pessoas vindas de todos os países (imigrantes): Flamengos, Espanhóis, Italianos, Franceses e Ingleses.

            Chegavam também escravos que serviam as famílias abastadas.

            Mas através da emigração, muitos Portugueses, procuravam as ilhas atlânticas, o Brasil e o Oriente para melhorar a sua vida, abandonando o território.

 

            Verificou-se ainda a migração interna (movimento de pessoas dentro do próprio país).

            Lisboa Quinhentista era uma cidade de contrastes étnicos e de costumes.

 

 

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AS ALTERAÇÕES ECONÓMICAS, SOCIAIS E CULTURAIS

  

 

 

            

 

 

            Os descobrimentos provocaram alterações económicas, sociais e culturais.

            O enorme número de riquezas que chega, é gasto em luxos e importações em vez de ser aplicado na produção de novas riquezas.

 

            As riquezas conseguidas com o comércio africano e oriental, só beneficiaram o rei, a nobreza, o clero e a burguesia, continuando o povo a viver com dificuldades.

 

Os descobrimentos desenvolveram as ciências (astronomia, matemática, medicina…) influenciaram a literatura e a arte do século XVI, com o estilo manuelino.

 

Os elementos decorativos utilizados neste período:

 

 

·        A nível da literatura, destacam-se:  Gil Vicente (teatro), Luís de Camões (com Os Lusíadas"),   Fernão Mendes Pinto.

 

 

 

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