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Vista panorâmica de Seia
Câmara Municipal de Seia
Cruzeiro (Seia)
Igreja da Misericórdia (Seia)
Fonte das Quatro Bicas (Seia)
Feira (Seia)
Igreja (Seia)
Panorâmica (vista de Seia)
Panorâmica de Seia
Parque Natural da Serra da Estrela (Vale do Zêzere)
Rio Mondego (Covão d'Ametade)
Lagoa Comprida (Serra da Estrela)
Cântaro Magro
Flora Serra da Estrela
Covão d'Ametade
Lagoa do Vale de Rossim
Paisagem da Serra (perto de Loriga)
A Torre (o ponto mais elevado de Portugal Continental)
Socalcos de Loriga
Casa típica das Penhas Douradas (Serra da Estrela)
O pão de centeio A bôla de carne
O requeijão com doce de abóbora
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SITUAÇÃO/LOCALIZAÇÃO A nossa terrra, Paranhos da Beira, fica situada na região montanhosa da Beira Alta e pertence ao concelho de Seia, distrito da Guarda. É uma das 29 freguesias do concelho de Seia e é composta pelas povoações de Carvalhal da Louça, Vale de Igreja e Chaveiral. Situa-se a sudeste do rio Mondego, a uma altitude de 465 metros, à distância aproximada de três quilómetros da cidade de Seia, junto à vertente ocidental da Serra da Estrela. Foi elevada a vila, no dia 30 de Junho de 1989.
HISTÓRIA
A origem de Paranhos da Beira remonta à época pré-histórica, como comprovam as seis antas existentes na área da freguesia. A mais importante chamada “Casa dos Mouros” (classificada como monumento nacional) fica situada entre Carvalhal da Louça e Vale de Igreja. Tem 2,89m de altura, em forma de tronco pirâmide de base decagonal, constituída por nove esteios, quase trapezoidais, inclinados para o centro, à excepção da chave mestra, em posição vertical, formando os esteios contíguos uma espécie de cunhas.
A entrada é orientada a Este e os esteios apresentam a totalidade da
sua altura, à excepção de um esteio a Sul. Com cerca de metade da
altura original, a tampa apresenta, esculpida, uma cruz grega e uma
cruz lanceolada. No corredor, os esteios encontram-se fragmentados e
semi-fragmentados.
PATRIMÓNIO
CONSTRUÍDO:
A
habitação desta região distribui-se, na sua quase totalidade,
abaixo dos 900m de altitude. Verifica-se que o modo de ocupação do
território e a própria estrutura das povoações são distintos, em
relação às zonas do granito e do xisto, rochas predominantes. Nas zonas de granito, as povoações têm em geral uma população superior a 1000 habitantes e estão implantadas na meia encosta, em declives que não ultrapassam os 25%. Estruturalmente, e com raras excepções, têm uma rua principal que as atravessa e se alarga no adro da Igreja ou Capela. Para além deste espaço público e conforme a sua importância, aparecem outros espaços - largo do pelourinho, da cadeia, da antiga Câmara - ou de carácter social/económico - largo da feira, do jardim público, da fonte - dispondo-se a povoação, ao longo da encosta, com ruas pouco inclinadas, cortadas por pequenas travessas ou pátios, de modo a obter as melhores condições de exposição solar climática.
Nas
zonas centrais, em geral mais densas, os edifícios tradicionais são
sistematicamente "em banda" - por razões de economia energética
e construtiva - formando quarteirões irregulares, fugindo à regra os
edifícios de representação- as Igrejas, Capelas, casas senhoriais e
alguns edifícios públicos. Arquitectonicamente,
a maioria das habitações é de dois pisos em planta rectangular, com
loja térrea e um andar assoalhado, em alvenaria de granito de
elementos maiores ou menores, conforme a qualidade do material ou o
poder económico do primitivo proprietário.
No
que diz respeito às zonas de xisto, a ocupação humana é muito mais
distribuída no território, sendo raras as aldeias com população
superior a 500 habitantes, havendo casos, na mesma freguesia, de várias
aldeias de 100 a 150 habitantes. Como os vales são muito mais
escavados, os declives chegam a atingir 70 a 80%, o que faz com que as
povoações se cerquem de terrenos em socalcos.
As
habitações possuem frequentemente vários pisos, sendo habitual
terem acessos directos a vários deles. A adaptação dos conjuntos
edificados ao terreno é assim muito facilitada, e ainda ajudada pelo
tipo de material das alvenarias - pequenos pedaços de xisto -
produzindo paredes curvas, coberturas a vários níveis -
frequentemente de uma só água - e de grande liberdade e rigor na
concepção dos volumes.
PATRIMÓNIO
ARQUITECTÓNICO:
Os edifícios ou conjuntos de edifícios existentes na freguesia de Paranhos
da Beira são
os seguintes: Capelas de Nossa Senhora da Cabeça e da Piedade e Casa
dos Cunhas (séc. XVII) na povoação de Girabolhos, núcleos de
habitações tradicionais, em Lajes, Anta do Carvalhal da Louça,
sepulturas abertas nas rochas, sitas no lugar de A de Paranhos, Anta
de Paranhos, Ponte Romana do Cambelho, Estrada Romana, Casa dos Mouros
de Valeidão, Casa dos Mouros de Camides, Casa dos Mouros de Chaveiral,
Pelourinho do Lugar de Carvalhal, Casa Senhorial Visconde de Paranhos
(séc. XVIII), Casa Senhorial de Sousa Lara (séc. XVIII) e Capela de
Santa Eufêmia. Paranhos
possui, também, a Igreja Matriz, as capelas de São Marcos, Nossa
Senhora da Conceição, Nossa Senhora das Neves e Santa Eufêmia.
São também dignos de uma visita a Ponte Romana, o Solar dos
Figueiredos, a Casa do Visconde, o Solar de S. Julião, construído
nos finais do século XVII e possuindo uma capela em louvor de Nossa
Senhora de La Salette. POPULAÇÃO/ACTIVIDADES
A freguesia de Paranhos da Beira possui 2500 habitantes. As
actividades económicas predominantes são: a agricultura, a pecuária,
a avicultura, a indústria, o comércio e os serviços. Paranhos
da Beira tem uma Associação Humanitária, o Centro de Nª Senhora de
La Salette, Posto da GNR e praça de táxis, desde há muitos anos. É
importante, também, referir as colectividades desta vila, como por
exemplo, a Associação Desportiva, a Associação Cultural e
Recreativa de Paranhos da Beira, incluindo-se nesta os já famosos Rancho
Folclórico
e a Banda Filarmónica desta vila, onde vários alunos desta escola,
incluindo nós próprios, ocupamos de modo útil, agradável e
divertido, alguns tempos livres.
PATRIMÓNIO
CULTURAL
No artesanato local, destacam-se os produtos em madeira, a cestaria, a
olaria, a tecelagem em lã e a latoaria e, mais recentemente, as peças
decorativas em xisto.
FESTAS
E ROMARIAS O
culto religioso, as festas, as feiras (no primeiro sábado de cada mês
e na segunda-feira de Páscoa) e romarias, em honra dos santos
devotos, são uma constante do quotidiano da população local.
Salientamos a romaria em honra de Santa Eufêmia (nos dias 15 e 16 de
Setembro) e a festa do Senhor do Calvário (8 de Julho).
PATRIMÓNIO
GASTRONÓMICO
Em
termos gastronómicos, Paranhos da Beira, tal como todo o Concelho a
que pertence, tem uma ementa rica e variada. Convidamos-te
a saborear os seguintes: chanfana de borrego, bacalhau assado com
batatas a murro, febras de porco na caçarola, cabrito assado na
brasa, os enchidos, o excelente queijo da Serra artesanal (de ovelha
de raça “bordaleira”), o requeijão com doce de abóbora, o mel ,
acompanhados com o saudável pão de centeio, ou com a broa de milho,
ou o pão sovado e, a regar tudo isto, o bom vinho da região (só
para adultos). Para aperitivar, a aguardente zimbrada regional.
Mas isto não é tudo. Há mais, muito mais a dizer sobre este bonito
concelho e sobre esta atraente região da Serra da Estrela. O
que dissemos foi só o começo. Deixamos, por agora, algumas fotos
digitais que tirámos, com todo o entusiasmo, para vos mostrar algo da
nossa querida e bonita terra e, também, para vos aguçar o apetite de
uma visita. Esperamos que apreciem. Até breve!
Poço do Inferno (Serra da Estrela)
Cão "Serra da Estrela"
O Pastor da Serra e as ovelhas "bordaleiras"
O Vinho da Região
As trutas do rio
Os Desportos na neve
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PARANHOS DA BEIRA
Bem-Vindo a Paranhos da Beira
De Paranhos da Beira para Seia (ao longe a Serra da Estrela)
"Casa dos Mouros" Anta de Paranhos da Beira
Estrada Romana
Sepultura
Sepultura (Paranhos)
"Alminha" (Paranhos da B.)
Capela de Nossa Sª das Neves (Paranhos da Beira)
Igreja de Paranhos da Beira
Casa típica
Casa de Sta Ana
Capela Nª Sª da Boa Viagem (Paranhos da Beira)
Capela de Santa Eufêmia
Solar de S. Julião (séc. XVIII)
Jardim do Solar de S. Julião (Paranhos da Beira)
Fonte do solar de S. Julião
Inscrição da Fonte do solar de S. Julião
Cruzeiro (Paranhos da Beira)
O Artesão Sr. Diogo: (tocador, cantador e escultor em madeira) (Paranhos da Beira)
O Senhor Diogo junto das suas obras de Arte em madeira
O Sr. Diogo em actividade
Um Cristo em madeira (trabalho do Sr. Diogo- Paranhos da Beira)
O queijo da Serra O presunto
Os enchidos
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