Aesculus hippocastanum L

Nome vulgar:Castanheiro da Índia

Família: hippocastanaceae

 

O castanheiro da índia de flores esbranquiçadas e de folha caduca (Aesculus hippocastanum) é uma arvore frondosa podendo atingir os 40 metro de altura. Os frutos apresentam-se numa capsula verde, eriçada de pelos mais ou menos espinhosos e as suas sementes são semelhantes a castanhas.

É uma árvore cultivada em Portugal como ornamental e floresce na primavera. A madeira do castanheiro é utilizada no fabrico de caixas, utensílios de cozinha, bengalas, etc.

Antigamente utilizava-se a sua casca para combater a febre e evitar a fragilidade capilar. Hoje da casca obtêm-se uma tinta vermelha e a sua infusão é usada internamente para combater hemorragias uterinas e hemorroidálicas, inflamações do aparelho digestivo, artrites, etc. Externamente esta é utilizada para tratamento de eczemas, feridas e queimaduras. Das sementes obtêm-se um óleo que serve para iluminação, para preparar emulsões (principalmente de óleo de fígado de bacalhau), lavagens do couro cabeludo e fabrico de cremes de beleza, é ainda um excelente vaso constritor e anti-inflamatório. O óleo pode também ser usado na alimentação humana assim como a fécula das sementes após lavagem com água alcalina. A farinha das sementes é utilizada em cosmética e a polpa no fabrico de sabões. A infusão alcoólica das suas flores é usada contra dores reumáticas, nevralgias e artrites.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


                                                                                                                                                                    

 

 

 

 

 

 

 

Flores do castanheiro da índia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


                                         Ramo floral                          Ouriços do castanheiro da índia e castanhas maduras    

 

 

Curiosidades:

As castanhas não são comestíveis sem preparação prévia a não ser por animais.

Durante a segunda guerra mundial, utilizaram-se mil e quinhentas toneladas destas castanhas para alimentação e fins medicinais.

O termo hippocastanun, de origem grega, significa castanha dos cavalos devido ao facto desta ser utilizada pelos turcos para curarem afecções pulmonares dos cavalos.

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 


Na Escola existem dois exemplares desta bela árvore.