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Desde há alguns anos que temos vindo a coleccionar e a registar em verbetes provérbios portugueses, que vamos ouvindo aqui ou ali e encontrando também em obras literárias e em diversos textos escritos. Possuímos já uma colecção de algumas dezenas, para não dizermos centenas. Seria interessante o registo de uma breve referência explicativa para cada um. É trabalho moroso que, possivelmente, nunca conseguiremos realizar. Entretanto, para que possam ser consultados, aqui apresentamos a listagem.  Está feita alfabeticamente pela palavra inicial de cada provérbio. Para uma mais rápida localização, utilizem-se as letras da linha superior. Se, por acaso, conhecem alguns que aqui não estejam indicados, utilizem o formulário existente no espaço «Aveiro e Cultura» e dêem-nos a conhecer. Teremos o cuidado de vos agradecer e de os acrescentar a esta lista.

Henrique J. C. de Oliveira


A ambição cerra o coração.

A apressada pergunta, vagarosa resposta.

A boca do ambicioso só se fecha com terra da sepultura.

A boda e a baptizado não vás sem ser convidado.

A cavalo dado não se olha o dente.

A chuva no S. João tira a uva e não dá pão.

A desconfiança é a mãe da segurança.

A falta do amigo há-de se conhecer, mas não aborrecer.

A fome é inimiga da virtude.

A fome é o melhor tempero.

A galinha da minha vizinha é mais gorda que a minha.

Água mole em pedra dura tanto dá até que fura.

Águas passadas não moem moinhos.

A ignorância e o vento são do maior atrevimento.

Alcança quem não cansa

Amigo amigos, negócios à parte.

Amor com amor se paga.

A mulher e a sardinha, quer-se da mais pequenina.

A noite é boa conselheira.

Antes anoitecer sem ceia, que andar com dívidas.

Antes minha face com fome amarela, que vergonha nela.

A ocasião faz o ladrão.

A ociosidade é a mãe de todos os vícios.

Ao menino e ao borracho põe Deus a mão por baixo.

Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irmãos o desamparam.

A palavras moucas, orelhas moucas.

A quem do seu foi mau despenseiro não fies o teu dinheiro.

A razão e a verdade fogem quando ouvem disputas.

Arrenda a vinha e o pomar, se os queres desgraçar.

Atrás do tempo, tempo vem.

A um favor, mil favores; a piparote, chicote.


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Última actualização
15-09-2003