Alcino Simões 23Jun2006 |
Projecto de Acção para o Sucesso na Matemática P A S M A T E 1º + 2º + 3º + Sec
2006/09 |
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Comentários (dos
leitores)
deixem-nos trabalhar!!!...;
>25%
significa que a metodologia
é inapropriada; estudar
exige atenção; lutar contra muitas correntes;
gestão é uma
ciência recente
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0. Introdução
Este plano de acção é uma base para a reflexão.
O PASMATE, o Plano da Matemática, destina-se a Professores de Matemática, de Gestores Pedagógicos das escolas e de Decisores Educativos do Ministério da Educação. Nasceu da proposta do Ministério da Educação (www.min-edu.pt) em Junho de 2006 para ser aplicado no triénio 2006/09. Trata-se de uma listagem de actividades possíveis para cada grupo de professores de Matemática de uma escola seleccionar, contribuindo também para o desenvolvimento profissional dos professores e, consequentemente, para aprendizagens dos alunos mais ricas.
O PASMATE aplica-se a todos os alunos desde o 1º ao 12º ano de escolaridade, apesar do ME apenas ter proposto para os 2º e 3º ciclo. O esforço deste plano justifica-se pela necessidade dos professores coordenarem actividades e metodologias de ensino para favorecer a aprendizagem dos alunos aos longo do seu percurso de aprendizagem.
Este plano tem uma exclamação implícita:
Pasma-te, pois vais obter o teu verdadeiro sucesso!
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A elaboração destas propostas foi influenciada pela reflexão apresentada sobre o sucesso a Matemática.
Abreviaturas: DG´s (Direcção Geral do ME); DRE´s (Direcção Regional de Educação do - Norte, Centro ou Sul); CE (Conselho Executivo); CP (Conselho Pedagógico); CT (Conselho de Turma); EE (Encarregado de Educação); ME (Ministério da Educação); RH (Recurso de Horário)
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1. Actividades Para a Direcção Educativa (ME+DRE´s+DG´s)
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Actividade |
Descrição |
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D1. Discurso Indutor |
Nas reuniões com as comissões executivas, os investigadores e os inspectores do M.E., sobre a educação, as estratégias e os princípios orientadores. O exemplo deve partir dos superiores hierárquicos do ME. O ME deve criar nos jornalistas uma opinião de que o professor é empenhado e, simultaneamente, desencadear mecanismos de fiscalização/inspecção educativa e pedagógica sistemática e eficiente. |
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D2. Programa IMPULSO |
A sociedade precisa de um IMPULSO = PROGRAMA NACIONAL DE INCENTIVO À APRENDIZAGEM.
Alguns dos seus
desejados projectos: |
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D3. Psicólogo de Família |
Definição do Psicólogo de Família com funcionamento semelhante ao Médico de família. |
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D4. Ambiente Familiar |
O principal ambiente do aluno é o ambiente familiar. A intervenção estatal deve agir eficazmente no ambiente familiar, recorrendo a uma concertação entre todas as instituições. As crianças em risco são colocadas num colégio interno. |
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D5. Ordem dos Professores |
Patrocinar a
criação da Ordem dos Professores
que zelará por: |
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D6. Mais Escolas Profissionais |
Fomentar a criação das escolas profissionais, substituindo ou reconvertendo a maioria das escolas secundárias. |
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D7. Prémios de Produtividade |
As instituições
educativas devem fomentar prémios de produtividade para: A avaliação do trabalho de um professor deve ter implicações no seu salário e nos cargos elegíveis. |
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D8. Profissionais para a Escola |
A escola deve ter acesso a outros profissionais para observação, avaliação e intervenção em situações pontuais. A formação de professor não é suficiente para realizar as tarefas atribuídas à escola. Faltam na escola: psicólogos (da aprendizagem, da cognição, da vocação, da socialização), assistente social, enfermeiro, médico, informático, gestor, contabilista, publicitário, advogado,… É essencial a existência de um psicólogo para cada cinquenta alunos. |
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D9. Escola com técnicos |
A escola deve ter técnicos com formação base de três anos (actual bacharelato). Faltam técnicos de biblioteca, de laboratório, de gestão de recursos, de informática, de secretaria, de segurança, de cozinha, … |
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D10. Materiais Didácticos |
A escola ainda não tem materiais didácticos: livros e textos; quadro e giz de cor; retroprojector e acetatos; computador e software; régua, esquadros, compasso, caixas de sólidos e calculadoras;... |
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D11. Local de Trabalho |
O professor deve ter um trabalho semanal de 35 horas no estabelecimento. As escolas devem realizar obras para criação de espaços de trabalho para os professores, incluindo os materiais indispensáveis. |
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D12. Horário do Professor de Matemática |
O horário lectivo do professor de Matemática reduzido para 18 tempos semanais (de 45 mins.), aumentando os respectivos tempos de trabalho na escola. |
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D13. Salário Ajustado |
O salário do professor de Matemática deve ter um acréscimo devido às exigências da leccionação desta disciplina. |
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D14. Agrupamento de Escolas |
Favorecer Agrupamentos verticais para observar a continuidade da aprendizagem do aluno. A escola deve ser o privilegiado Centro de Formação para a comunidade que serve. |
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D15. Arquitectura da Escola |
Muitos edifícios escolares precisam de algum tipo de remodelação para obter arquitecturas escolares ajustadas. |
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D16. Currículo Base |
O ME deve definir um currículo que se possa considerar suficientemente básico para todos os alunos. Cada escola operacionaliza o currículo básico: aprofunda as áreas temáticas dependentes de um perfil de ciclo ou curso; desenvolve e as competências de acordo com o perfil dos seus alunos. O Currículo Base deve conter sugestões para desenvolver três tipos de currículos: currículo prático que conduz ao ensino profissional; currículo prático-teórico que conduz ao ensino técnico; currículo teórico que conduz ao ensino científico-humanistico. |
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D17. Programa de Matemática |
Actualizar o programa de Matemática (1992!) para excluir alguns conceitos (p.e., operações com polinómios) e incluir outros (p.e., grafos). |
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D18. Autonomia Pedagógica |
O ME deve permitir a diversificação de percursos de aprendizagem. O ME deve avaliar a gestão pedagógica. As instituições educativas nacionais devem patrocinar a produção e a utilização de instrumentos educativos: grelhas de observação, fichas de apresentação, inquéritos, ficheiros Excel para avaliação de alunos, cartão de estudante, livro de ponto electrónico,... |
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D19. Instituto do Ensino da Matemática |
O país precisa de um Instituto que fomente a investigação, a divulgação e a utilização contextualizada dos seus resultados, recorrendo à formação contínua de professores. Devem produzir modelos pronto-a-usar de planos de aula e de actividades escolares. |
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D20. Instituto da Aprendizagem |
O país precisa de investigadores na área da Psicologia da Aprendizagem que desenvolvam investigações nas escolas e promovam a implementação dos seus resultados. |
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D21. Escolaridade de 12 anos |
Qualquer profissão deve exigir o equivalente a doze anos de escolaridade de uma formação base diversificada e ajustada às necessidades do aluno, às da sociedade e às do país. |
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D22. Avaliação Consequente |
As classificações do aluno devem ter implicações nos estudos posteriores. Por exemplo, negativa a Matemática no 6º ano obriga a matricula no 7º ano numa disciplina alternativa de Matemática. Outro exemplo, negativa no exame de Matemática no 9º ano impede matricula em cursos científicos do ensino secundário. |
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D23. Autonomia Financeira |
As escolas devem ter autonomia financeira e comercial. O orçamento da escola deve depender dos alunos e da região. Os postos de venda internos da escola devem pagar impostos e os preços devem ser diversos de acordo com o escalão de subsidio atribuído pela escola. Permite obter financiamento para actividades e projectos na escola. |
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D24. Gestor Escolar |
Profissionalizar a carreira de gestor escolar e separá-la da carreira de professor. |
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D25. Cheque-Ensino |
Os Encarregados de Educação devem receber um cheque-ensino mensal quando compareçam em reuniões da escola. Estes poderiam ser convertidos em materiais didácticos para o filho, visitas de estudo ou participação em espectáculos. |
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2. Actividades Para a Gestão Pedagógica da Escola
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Actividade |
Descrição |
Recursos e Decisores |
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G1. Discurso Congregador |
Nas reuniões gerais com todos professores, sobre a escola, a aprendizagem e a actuação do professor. Nas reuniões com a Associação de Pais e EE, bem como nas reuniões com os alunos, sobre os objectivos, o projecto educativo e o funcionamento da escola. |
- Presidente CE |
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G2. Perfil de Aluno |
Alunos preenchem formulário de uma base de dados no início do ano, acrescido de informações, relatórios e outras informações dadas por pais, professores, DT, psicólogos, médicos, … As senhas limitam o acesso a estas informações. Este formulário substituirá o de matrícula, o do DT e outros. Poderá conter a informação digitalizada do Dossier do Aluno. O perfil do aluno é actualizado em qualquer momento a vida do estudante, servindo para auxiliar a tomada de medidas pedagógicas do aluno e/ou da escola. |
- Software informático (Acess?) - Crédito horário de 4 tempos (45 mins.) para professor de informática |
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G3. Teste de Desenvolvimento |
A realizar em todos os alunos no início do ano para classificar o seu nível de desenvolvimento em diversos áreas (memória, abstração, atenção, motora, …). Estas informações devem ser colocadas no Perfil do Aluno. |
- Equipa de investigadores da FPCE da Univ. Coimbra |
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G4. Turmas de Perfil |
Nos 5º e 7º anos, pelo menos, as turmas são constituídos pelos alunos com semelhantes perfil e níveis a Matemática e a Português, podendo o conselho de turma propor no final do ano lectivo a manutenção ou reformulação. Os critérios de selecção dos alunos e a sua ponderação são definidos pelo C.E. e o C.P. |
- Níveis a
Matemática e a Português |
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G5. Matemática 3X |
Em vez de 2 aulas semanais de Matemática, existem 3 aulas (2x90 mins.+ 45mins.), pelo menos para as turmas dos 5º e 7º anos. A aula de 45 mins. será para “Resolução de problemas”. |
- Crédito horário
RH7 |
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G6. Matemática de Manhã |
As aulas de Matemática devem ocorrer na parte de manhã. |
- Equipa de Horários |
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G7. Atribuição de Turmas |
A atribuição de turmas aos professores terá como factores o desempenho dos professores, bem como as características das turmas, tais como a indisciplina e o tipo de currículo. Os “Bons” professores e os mais “Antigos” de uma escola devem abraçar os projectos difíceis da escola (turmas, currículos, actividades, etc). |
- Conselho Executivo |
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G8. Controlo Disciplinar |
Definição dos tipos de comportamentos indisciplinados e respectivas actuações dos intervenientes, assumindo o princípio da autoridade do professor (adulto, conhecedor, pedagogo e profissional). Só assim será possível eliminar a indisciplina na sala de aula e potenciar a calma e o gosto de aprender. O regime de uma sala de aula é uma profcracia e não uma democracia. |
- Departamentos
disciplinares |
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G9. Transferência de Turma |
[em concordância com as “Turmas de Perfil”] No final de um período o aluno poderá ser transferido para outra turma do mesmo ano depois do parecer do professor de Matemática e da autorização do conselho de turma. |
- parecer do
professor |
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G10. Aula Paralela |
Aluno indisciplinado continua a aula na Sala de Estudo, sem que o professor tenha de redigir a ocorrência disciplinar, bastando preencher ficha informativa para o DT informar os EE. |
- Sala de Estudo |
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G11. Sala de Estudo |
Sala aberta das 8h00 às 19h00 para os alunos estudarem, individual ou em grupo, tendo a presença de professores para os auxiliar. Durante os tempos com aula a Matemática, a sala deve ter professores. Estes devem ser professores de Matemática ou ter habilitação própria a Matemática (os de Ciências?). |
- Sala ou Cantina |
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G12. Insucesso Limitado |
Na avaliação final de cada período, o professor deverá justificar as actividades e reajustar a metodologia se a percentagem de níveis 1 e 2 em cada turma exceder 25% das classificações atribuídas em qualquer disciplina. Caso existam turmas de nível, um aluno com insucesso na Matemática deve ser transferido para outra turma mais adequada. |
- Parecer do
coordenador de Departamento disciplinar |
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G13. Publicidade à Aprendizagem |
Cartazes com imagens e frases promotoras de comportamentos e métodos para a aprendizagem. |
- Fotocópias a
cores |
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G14. Sessões Práticas |
Dinamizadas por professores da escola sobre temas curriculares relacionados com a Matemática, inseridas nas aulas no momento oportuno do currículo. |
- Materiais |
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G15. Conferências |
Dinamizadas por professores externos sobre temas de cultura Matemática, sendo ou não curricular. |
- Pagamento deslocação |
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G16. BiblioMat |
Componente
Matemática na biblioteca da escola, que deverá conter livros e
materiais lúdico-didácticos e realizar uma actividade Matemática
semanal. |
- Coordenador da
Biblioteca |
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G17. Tutoria de alunos |
Encontro individual semanal entre o tutor e o aluno para ele reflectir sobre o seu comportamento e desempenho escolar. Devem-se aplicar tanto a alunos que revelam dificuldades de aprendizagem e de relacionamento, como aos sobredotados em alguma área do saber. |
- Psicólogos
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G18. Internato Pedagógico |
Após a proposta do CT e as avaliações de psicólogo clínico e de assistente social, o aluno é retirado da custódia dos pais e internado num colégio adequado numa de duas modalidades, a saber, de 2ª a 6ª feira ou durante os período de aulas. |
- Psicólogos
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G19. Especialista Externo |
Após solicitação do DT, recorrer a especialistas ou instituições externas para intervir nas famílias quando necessário, tais como Associação Cultural, Comissão de Protecção de Menores, Hospital, Tribunal, Psiquiatra. |
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G20. Sala dos Pais |
Sala exclusiva dos pais e EE na escola para reuniões e decisões educativas ou pedagógicas. |
- Sala |
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G21. Reuniões com EE |
O DT reúne no inicio de cada período com os pais, informando-os sobre a actividade que a escola dinamizou para desenvolver a aprendizagem dos seus filhos. Deve haver reunião após terminar as aulas para apresentar relatórios, reflectir e aceitar sugestões. |
- DT |
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G22. Reuniões Entre Pais |
Reunião trimestral dos EE, em cada turma, presidida pelo representante no conselho de turma, onde debatem informações e actividades do Proj. Curr. Turma. |
- Salas |
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G23. Familiares na Escola |
Familiares do aluno disponibilizam algumas horas por semana para estar na escola em certos espaços para colaborar na melhoria do comportamento dos alunos. |
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G24. Pais Tutores |
Aluno sinalizado com dificuldades de socialização é conduzido pelo DT a uma família (pais de um aluno da turma ou da escola) que o auxilia no seu desenvolvimento, podendo contar vivência nessa família. |
- EE |
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G25. Acordo de Cooperação |
A escola faz acordos com algumas pessoas (psicólogos, médicos, advogados,…) ou instituições (empresas, câmara,…) intervirem, gratuitamente, em momentos e situações identificadas de dificuldades de aprendizagem. |
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3. Actividades Para os Professores de Matemática
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Actividade |
Descrição |
Recursos e Decisores |
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P1. Discurso Dinamizador |
O Coordenador de Departamento deve relacionar-se com os seus colegas, promovendo o dinamismo e a ultrapassagem de eventuais dificuldades. |
- Coordenador de Matemática |
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P2. GTIM |
Grupo de Trabalho
sobre o Insucesso a Matemática para estudar as causas e apontar
medidas para a promoção do sucesso na Matemática. |
- 3 ou 4
professores do Matemática |
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P3. Reuniões de Matemática |
Reuniões
semanais, para aperfeiçoar o saber ensinar, formando grupos de
trabalho, sobre os seguintes temas: indisciplina; metodologia da
Matemática (operações, equações, problemas,…); grelhas de
observação; grelhas de avaliação; trabalho de grupo; ritmo da aula;
... |
- Presidido pelo
Coordenador de Matemática |
|
P4. Metodologia Matemática |
O professor deve
estabelecer para cada aluno uma ponte entre o que ele já sabe e
aquilo que vai aprender. Para isso, as metodologias do professor
devem ser diversificadas: |
- Presidido pelo
Coordenador de Departamento |
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P5. Má Metodologia |
Os professores de Matemática indicam e caracterizam as metodologias inapropriadas ou desajustadas (posição na sala, volume de voz, vestuário, conversas desnecessárias). |
- Presidido pelo
Coordenador de Matemática |
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P6. Experiências de Aprendizagem |
Inclusão dos diversos Tipos de Experiências de Aprendizagem, (Currículo Nacional do Ensino Básico - competências essenciais) nos temas da Planificação Anual de cada ano de escolaridade. |
- Supervisionado pelo Coordenador de Matemática |
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P7. Avaliação na Matemática |
O professor deve
efectuar uma avaliação de alunos: Os professores de Matemática definem no inicio do ano os instrumentos, os modos, os momentos, os tipos e os objectos para a avaliação de alunos. |
- Averiguado pelo
Coordenador de Matemática |
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P8. Programa Cumprido |
Em cada turma, o programa de Matemática planificado deve ser cumprido no que se refere a aos conhecimentos essenciais dos temas. Dependente das características dos alunos, podem não ser cumpridos alguns objectivos específicos, metodologias mais difíceis ou competências mais exigentes. |
- Averiguado pelo
Coordenador de Matemática |
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P9. Turma-Professor |
Uma turma tem apenas um professor de Matemática durante todo o ciclo, exceptuando eventuais situações conflituosas ou de interesses pedagógico. |
- Departamento de
Matemática |
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P10. Reuniões de Ano |
Reunião semanal de 45 mins. de professores de Matemática do mesmo ano da escola para reflectirm e decidirem sobre a leccionação. |
- Crédito horário
RH2 |
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P11. Reuniões de Ciclo |
Uma vez por período, reunião do Departamento de Matemática em grupos de professores que leccionam o mesmo ciclo. |
- Presidido pelo Coordenador de Matemática |
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P12. Reuniões InterCiclos |
Uma vez por período, reunião de professores do 1º ciclo e os de Matemática do 2º, 3º ciclo e sec. |
- Presidido por elemento do CE |
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P13. Matemática e Português |
Os coordenadores das disciplinas de Matemática e de Português reúnem trimestralmente para definirem metodologias e actividades comuns (p.e., exercícios de Português com Matemática e vice-versa). |
- Coordenador de Matemática - Coordenador de Português |
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P14. Explicadores e Professores |
Explicadores de alunos da escola são convidados para uma reunião na escola com os professores para concertarem metodologias. O explicador deve ser considerado como um suplemento educativo na Matemática. |
- Presidido pelo Presidente do CP - Novembro |
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P15. Aula Assistida |
Coordenador e outro professor assistem a uma aula por turma, até Janeiro, e reúne com o professor para reflexão. |
- Fotocópias |
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P16. Informação ao EE |
O professor de Matemática envia carta ao EE no início do ano lectivo sobre o programa, objectivos, competências, materiais, actividades na aula e a estratégia da escola. |
- Professores de Matemática |
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P17. Divulgação Matemática |
Textos e reportagens (em jornais, sites ou TV) das actividades matemáticas dos alunos, dos seus trabalhos e de eventos na escola. |
- Jornal da
escola ou outro |
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P18. Representante APM/SPM |
Um professor divulga e dinamiza actividades promovidas pela APM/SPM (materiais, concursos, formação). |
- Crédito horário RH8 |
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P19. Eventos Matemáticos |
Participação da escola nos concursos regionais ou nacionais de Matemática, tais como as Olimpíadas, o EquaMat e o Canguru Matemático. |
- Supervisionado
pelo Coordenador de Matemática |
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P20. Matematiquices |
Expositor de curiosidades matemáticas (humor, frases, fotos), materiais didácticos e trabalhos dos alunos produzidos nas aulas. |
- Expositor
fechado |
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P21. Semana da Matemática |
Durante uma semana de aulas do 2º período, dinamização de exposições, jogos, concursos. - Convidar os pais para participar em algumas actividades na escola e/ou dos alunos. |
- Supervisionado
pelo Coordenador de Matemática |
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P22. Encontro GTIM |
Organizado pelo grupo GTIM (Grupo de Trabalho sobre o Insucesso a Matemática) num dia após final as aulas, com conferências e debates sobre a construção do sucesso a Matemática, intervindo professores de Matemática, pais, alunos e conferencistas externos. |
- Supervisionado pelo Coordenador de Matemática |
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P23. Aula Desdobrada |
Uma vez por semana, realiza-se duas aulas de Matemática no mesmo momento com metade da turma em cada lado. |
- Supervisionado pelo Coordenador de Matemática |
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P24. TIC nas Mat |
Implementar pelo menos uma vez por período em que os alunos utilizam o computador nas aulas de Matemática. |
- Professor de Matemática |
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P25. SiteMat |
Site de Matemática com o Projecto, os materiais e os relatórios das as actividades e textos e ficheiros de apoio ao aluno. Deve conter nomes e emails dos professores de Matemática. |
- Alojador Prof2000 |
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P26. Matemática Transversal |
Cada professor de Matemática nos CT solicita aos outros professores a operacionalização das competências transversais com ênfase na Matemática e os conteúdos de Matemática. |
- CT |
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4. Actividades Para os Alunos
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Actividade |
Descrição |
Recursos e Decisores |
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A1. Discurso Motivador |
O professor de Matemática deve apresentar um discurso motivador simultaneamente realista para com os alunos ao longo do ano lectivo. |
- Professores de Matemática |
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A2. LabMat |
Sala com materiais didácticos onde cada uma das turmas têm uma aula por semana, pelo menos, permitindo aos alunos “experimentar para sintetizar”. |
- 3 salas de
Laboratório de Matemática (1 por ciclo) |
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A3. Aula Acrescida |
Para alunos com percentagens nos testes entre 40% e 60%, uma aula de 90 mins. semanal sobre conteúdos do ano, contendo obrigatoriamente testes de avaliação mensais a incluir na avaliação do aluno. |
- Equipa de
Horários |
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A4. Aula de Recuperação |
Para alunos com níveis 1 ou 2, uma aula de 90 mins. semanal sobre conteúdos pré-requisitos e, eventualmente, sobre os do próprio ano, contendo obrigatoriamente testes de avaliação mensais a incluir na avaliação do aluno. |
- Equipa de
Horários |
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A5. Explicação Individual |
Para um, dois ou três alunos com NEE, uma aula de 90 mins. semanal sobre conteúdos da aula de Matemática ou pré-requisitos, contendo obrigatoriamente testes de avaliação mensais a incluir na avaliação do aluno. |
- Equipa de
Horários |
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A6. Professor Assessor |
As aulas das turmas com mais dificuldades de aprendizagem, principalmente as do 5º e 9º anos, têm um outro professor que auxilia os alunos a resolverem as tarefas propostas. |
- Equipa de
Horários |
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A7. Estudo Acompanhado com Matemática |
Nesta área
curricular não disciplinar, incluir métodos para estudar Matemática
(leitura oral, memorização, resumos, trabalho de grupo, esquemas,
…). |
- Professores de Estudo Acompanhado |
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A8. Aluno Cooperante |
Um bom aluno auxilia um aluno mais fraco para ter sucesso a Matemática. |
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A9. Clube dos Matemáticos |
Apenas para os melhores alunos desenvolverem as suas competências matemáticas (resolução de problemas, investigações, pesquisas, relatórios, …). |
- Sala do Clube |
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A10. Reuniões de Delegados |
Reuniões mensais de Delegados de Turma do mesmo ciclo com representante do CE para discutir funcionamento da escola (indisciplina, insucesso, actividades, recursos e projecto educativo). |
- Delegados das turmas - CE |
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A11. Problema de Tema |
Em cada tema, o aluno deve resolver um problema, explicitando a sua comunicação matemática com desenhos, composições e pensamentos, podendo assumir a forma de relatório. |
- Professores de Matemática |
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A12. Portefólio de Matemática |
Arquivo de argolas com capítulos de assuntos definidos pelo professor onde o aluno coloca todos os materiais resultantes do seu estudo na Matemática, observado uma vez por período. |
- Professores de Matemática |
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A13. Resumo de Tema |
Todos os alunos entregam a seguir à última aula desse tema do Programa de Matemática. |
- Professores de Matemática |
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A14. Resumo de Aula |
Elaborado pelo aluno a partir do momento em que é diagnosticado insucesso a Matemática, entregue ao DT e corrigido pelo seu professor. |
- Professores de Matemática |
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A15. Prova Global |
No final do ano
lectivo, realização de uma prova por ano, desde o 1º ao 12º ano,
integrada na classificação do aluno, tal qual um teste de avaliação. |
- Coordenador de
Matemática |
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A16. Concurso Matemático |
Mensalmente, um problema ou um jogo (p.e., “O Problema da Quinzena”, “Anedota matemática” “Concurso de fotografia”, …), havendo um desafio final para os melhores alunos. |
- Crédito horário
RH11 |
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A17. Avaliação de Professores |
No final de cada período, os alunos preenchem um questionário onde avaliam o desempenho do professor. |
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A18. Quadro de Mérito Matemático |
Listagens (para os diferentes anos de escolaridade) dos cinco alunos com os melhores resultados numa determinada avaliação Matemática (por exemplo, progressão num ano lectivo, nota de final do 3º período, exame 9º ano, exame 12º ano, Prova Global Interna, Concurso Matemático). |
- Supervisionado pelo Coordenador de Matemática - Moldura |
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A19. Prémio Matemática |
Entrega de um valor monetário ao melhor aluno na Matemática do 1º C, 2º C, 3ºC e Secundário. |
4x100 € |
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A20. Diploma Matemático |
Diploma para cada um dos três alunos com maior classificação nos testes de avaliação. |
- Professores |
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A21. LudoMat |
Pasta de jogos para o polivalente, biblioteca ou outro espaço onde os alunos possam conversar, ocupando os seus tempos livres. |
- Jogos (xadrez, damas, quatro, tangram, ...) |
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5. Crédito Horário Semanal
RH1) Crédito horário de 2 tempos/docente/ para reuniões de professores de Matemática;
RH2) Crédito horário de 1 tempo/docente/ano (para 5º ao 9º) + 1 tempo (para Secundário) para reuniões de professores de Matemática do mesmo ano;
RH3) Crédito horário de 2 tempos para o Coordenador do Laboratório de Matemática;
RH4) Crédito horário de 1 tempo/Turma para Apoio a alunos;
RH5) Crédito horário de 4 tempos/Turma para Professor de Apoio na aula.
RH6) Crédito horário de 5 tempos/manhã para Sala de Estudo para professores com formação Matemática.
RH7) Crédito horário de 1 tempo/turma para Aula de Matemática nos 5º e 7º anos.
RH8) Crédito horário de 1 tempo para Representante de APM/SPM.
RH9) Crédito horário de 4 tempos/professor para GTIM.
RH10) Crédito horário de 2 tempos para o coordenador do Clube dos Matemáticos.
RH11) Crédito horário de 2 tempos para coordenador do Concurso Matemático.
RH12) Crédito horário de 6 tempos para o Coordenador de Matemática.
9.3. Gestão de Horários
1) Tentar colocar RH1, RH2, RH3, RH8, RH9, RH10, RH11 e RH12 na componente não lectiva;
2) Privilegiar os professores da turma para o RH4;
3) Tentar contratar 1 licenciado em Ensino da Matemática ao Centro de Emprego (POC) para RH5 e RH4;
4) Não atribuir o cargo de DT a professores de Matemática;
5) Tentar atribuir o Estudo Acompanhado a professores de Matemática e, se possível, com um professor de Português na mesma aula;
6) Tentar atribuir as aulas na Sala de Estudo a professores com formação Matemática;
7) Na listagem acima de recursos humanos não foi incluído o crédito relativo ao Perfil de Aluno;
8) A 5ª aula do RH7 pode ser obtida da gestão do tempo de oferta de escola (D-L Nº 6/2001).
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6. Cronograma
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Data |
Actividade |
Observações |
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Julho 2006 |
- Definição dos materiais em falta - Redacção e aprovação de indicações para a elaboração de horários |
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Setembro 2006 |
- Elaboração dos horários - Elaboração dos Planos em cada ano de escolaridade - |
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Julho 2007 |
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Setembro 2007 |
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Julho 2008 |
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Setembro 2008 |
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Julho 2009 |
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7. Observações
Perante tantas propostas, é natural que um professor isolado se sinta perdido!
7.1. É Essencial para o redactor do projecto:
1. O trabalho em equipa;
2. O conhecimento do nível de desenvolvimento profissional dos professores;
3. O conhecimento das características dos alunos;
4. A aceitação e promoção pelo CP e pelo CE de que o ensino da Matemática é
prioritário;
7.2. O apoio do ME no fornecimento de materiais e no pagamento aos professores de Matemática do esforço suplementar que os professores de Matemática vão realizar, em comparação com os seus colegas.
7.3. São indispensáveis para o sucesso do
projecto as reuniões semanais de 90 mins. (ou mais) ao longo ano lectivo entre
os professores de Matemática.
As escolas que contemplem reuniões semanais entre professores de Matemática deve
ser subtraído à componente lectiva, quando estes não tenham redução pelo artigo
79 do ECD.
Deve ser a ministra a escrever isto.
Caso contrário nada se alterará na prática docente!!!!!!!!!
Porquê?
- a reflexão é indispensável
- a acção deve resultar da reflexão
- a acção deve ser concertada em trabalho colaborativo entre profs de mat
- o trabalho colaborativo precisa de um momento presencial para reunião e
produção de materiais
As reuniões são o meio indispensável para a mudança da prática docente.
Não basta ir buscar esse crédito horário ao trab. de Estabelecimento (2h)
porque muitas outras actividades são necessárias na escola: clubes, site da
escola, estudos sobre os alunos, aulas suplementares, ...
Por outro lado, a reunião semanal entre professores de Matemática irá
desenvolver a auto-formação.
O tempo é a única variável que podemos usar no nosso desenvolvimento colectivo.
o desenvolvimento é contínuo; Não há saltos no desenvolvimento das populações.
Isso significa que se não derem tempo aos professores de Matemática, nada irá
mudar.
Não desejo concluir daqui a 10 anos, que os problemas de ensino e de
aprendizagem são os mesmo de hoje e que estas medidas foram apenas intenções
escritas por uma ministra; Quero gritar que a Lurdes Rodrigues foi a força
motriz para desenvolver a aprendizagem dos alunos na Matemática.
A motivação para a mudança existe. Não pode ser desperdiçada.
7.4. O projecto da matemática pode ser uma ameaça
para a implementação do projecto portáteis do CRIE .
Cuidado que o projecto Portáteis do CRIE para 2006/07 também precisa de tempos,
nomeadamente as do "trabalho de estabelecimento".
7.5. Utópico? Utópico???? UTÓPICO?????
Claro!....
O PASMATE é super-utópico.
Desde as 35 horas na escola até ao perfil de aluno.
Mas só quem sonha pode encontrar nova realidade.
Ou como dizia o grego:
Se não esperais o inesperado,
não o encontrareis,
visto que é penoso descobri-lo
e, além disso, difícil.
Heraclito
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NOTA: Este texto resulta das minhas reflexões com os indispensáveis contributos de dezenas de professores, alunos, amigos e investigadores. Estou muito agradecido ao esforço de cada um deles.
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Daquilo que pensou ... O que apetece dizer? |
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Comentários
10) 18Jul2006
[Gabriela Rodrigues Armelim - gabi@parmelim.net]
gostei muito ...
dá para pensar nas nossas práticas...
obrigada
Resposta: Para mim, a reflexão sobre as minha actividade de professor na
sala de aula é prioritária.
9) 11Jul2006
[Filipe Galego
- crazyf2003@hotmail.com]
Muito bom!
É pena que a implementação destas medidas não dependa apenas dos professores. É
preciso que se criem condições para que os professores possam realmente começar
a realizar um trabalho diferente... Nomeadamente o crédito horário, fundos para
aquisição de material, fundos para prémios para os alunos, etc...
Considero que há uma grande percentagem de professores que gostaria de fazer as
coisas de modo diferente, mas não pode...
A mensagem para o Ministério e afins, é dêem-nos ferramentas de trabalho e
deixem-nos trabalhar!!!... Depois nós daremos de certeza resultados...
Resposta: Exactamente. Estas medidas apontam os solucionadores para o
sucesso: os pais, o ME e os profs.
È essencial que o ME não faça uma campanha a favor da aprendizagem junto das
famílias por diversos media e diversas instituições da família; É essencial que
a escola possa dar condições de trabalho aos professores; É essencial que os
alunos sintam que aprender é indispensável.
Ao fim de alguns anos (6?) os alunos apresentarão avaliações significativamente
melhores.
8) 11Jul2006 [Paula
Rebelo - paula.aspra@sapo.pt]
Caro colega Alcino,
Tem conhecimento de algum colega que tenha trabalhado com quadros
interactivos em Matemática? Penso que poderá ser um recurso muito
interessante para explorar ao nível da sala de aula de Matemática. Na minha
escola vamos incluir nos materiais necessários para levar a cabo o projecto
"Plano de Acção para a matemática".
Na tua escola já elaboraram o projecto? Ao que parece tudo não passa de "medidas
puramente ilusórias" pois as escolas tem muitas limitações de espaços, técnicos
especializados, dificuldades em organizar horários "completos". Vamos ver no que
isto vai dar...
Resposta: Não conheço ninguém, que tenha trabalhado na aula com o quadro
interactivo. Mas parece-me demasiado exigente na planificação, preparação e
desenvolvimento das actividades na aula.
Sobre as tuas preocupações, concordo e sinto que estamos atados de mãos e pés.
Só peço: quero 35 horas na escola como horário completo.
No entanto, unimos esforços e os professores de Matemática da minha escola vão
ter reuniões semanais de 3 horas (crédito horário de 2 tempos do "Trabalho de
Estabelecimento" e 1 tempo das quatro de reuniões). E isto vai ser o nosso
trampolim para mudarmos as nossas práticas de professor.
7) 8Jul2006[Fátima
Cristina Lopes Carvalho - f_carvalho_mat@hotmail.com]
Sou professora de Matemática mas só dou formação em centros de formação
profissional e explicações, pois não tenho tido colocação. Gosto muito do que
está redigido e já até lhe enviei um email felicitando-o pela sua página. Vou
tirar muitas ideias para as minhas aulas da sua página e estou sempre atenta às
novidades. A pouca experiência que tenho leva-me só a escrever que é muito
difícil levar estas novas ideias para uma escola pois a maior parte dos colegas
não querem perder tempo a implementar novas estratégias. Eu tento, e posso dizer
que para alunos desmotivados que tenho, é uma satisfação conseguir mudá-los. No
entanto é difícil fazer um trabalho que deveria ser de grupo e não individual.
Um abraço.
Resposta: "Tocaste na ferida!" O trabalho em equipa de professores de
Matemática é essencial!
Para que uma actividade seja desenvolvida, numa ditadura, basta ordenar. Numa
democracia, devemos cativar.
O Projecto da Matemática deve contar com o apoio do Conselho Executivo: muitas
das actividades vão exigir alterar horário, salas, e funções de pessoas na
escola.
O projecto da Matemática terá que ser assumido como a prioridade da escola.
Além disso, devemos argumentar que uma qualquer escola deste país apenas poderá
ser comparada com outra qualquer escola do mundo através dos resultados a
Matemática!
6) 7Jul2006
[João Paulo
- joaopaulo74@gmail.com]
Meu caro, nada me surpreende em ti... Estou sempre à espera de duas coisas:
- um trabalho fantástico;
- discordar de ti!
Espero, com um bocadinho de tempo, voltar aqui para te criticar fortemente...
eheheheh!
Volto logo.
Resposta: A minha intervenção pretende provocar! Provocar pensamento!
Se o pensamento do leitor é divergente, bem. Se é exprimido, belo. Se me é
comunicado, Magnifico. Gosto do ebate de ideias para fazer renascer mais
pensamento.
Ainda bem que te provoquei.
Obrigado.
5) 3Jul2006
[Maria João Duarte
- marijonecas@zmail.pt]
Gostei muito deste site.
Fui hoje "eleita" para coordenar um projecto para combater o insucesso nesta
disciplina - Matemática. Este site está a dar uma grande ajuda e já estou a
fazer uma apanhado de algumas ideias que para poder expor na escola. Escola EB
2,3 da Bobadela.
Obrigada e parabéns.
Resposta: Obrigado. Destaco que na minha escola estamos a insistir para
nos reunirmos semanalmente durante três horas para discutirmos e produzirmos
tudo o que tenha a ver com a metodologia (duas horas de "trabalho de
estabelecimento e uma hora do crédito de reuniões).
4) 8Jul2006
[Daniela Reis
- danireis20@netcabo.pt]
Alcino, preciso que me esclareça uma dúvida [sobre o Insucesso Limitado acima]:
aqui neste ponto, sobre o sucesso limitado, o vosso grupo de trabalho considerou
que o insucesso acontece quando as negativas a matemática excederem 25% de todas
as negativas atribuídas pelo conselho de turma, é isso?
Obrigada e parabéns pelo trabalho, está excelente, super minucioso, aponta bem
os problemas e soluções, gosto da forma como vocês enfatizam o trabalho de
equipa!
Resposta: Estas sugestões de actividades são minhas e os meus colegas não
concordam com elas todas. Na minha escola estamos a ajustar ou mesmo a eliminar
algumas destas, adequando à nossa realidade.
Neste momento estou a tentar convencer os meus colegas de Matemática de que esta
medida (<25% de negativas) é essencial, quando combinada com as reuniões
semanais de professores de Matemática.
Argumento que a existência de mais de 25% de negativas numa turma de ensino
básico só se pode justificar com: turma mal constituída; metodologia do
professor inadequada; ocorrência fantástica na sociedade dos alunos.
Estás lembrada de que a legislação actual enfatiza a retenção do aluno apenas
numa situação extraordinária. Logo, ter mais de 25% de negativas numa turma só
poderá significar que o professor está a desenvolver uma metodologia
inapropriada aos alunos.
3) 30Jun2006
[José Miguel Santos
- zecamig-@iol.pt]
Sem palavras...
Não deixando de valorizar as sugestões, aqui deixo para reflexão: "Por muito que
se faça há sempre quem aprenda a andar de bicicleta numa hora, quem demore dias
e quem não aprenda nunca".
A escola não é só matemática e não vale a pena dramatizar a situação - dar mais
do mesmo
constantemente.
A maior parte dos professores é fantástica, está atenta AO INSUCESSO e promove
diversas actividades para o combater. É PRECISO É QUE OS ALUNOS PERCEBAM QUE
TRABALHAR/ESTUDAR EXIGE ATENÇÃO, ESFORÇO, DEDICAÇÃO E SOBRETUDO TENHAM VONTADE
DE APRENDER. A "educação" é um privilégio do mundo ocidental.
Resposta: Parece-me que tens razão: nem todos conseguem aprender a andar
de bicicleta.
Mas, é exigido à nossa Escola que ensine a "andar de bicicleta" em 9 anos. Mesmo
que a pessoa nunca possa aprender.
O problema que se coloca é saber porque é que nem todos andam de bicicleta?
Tu apontaste uma causa: falta de dedicação do aluno.
Mas uma escola Boa deve fazer aprender mesmo aquele aluno que não quer.
É este o desafio que os professores de Matemática estão a tentar solucionar.
2) 26Jun2006
[Maria Elisa Ferreira
da Silva Filipe - elisafilipe@netcabo.pt]
Acho óptimas todas estas ideias, mas gostava de saber se é exequível a sua
realização com professores tão estáticos como alguns que temos. É claro que sei
que temos de mudar mentalidades, mas como coordenadora de departamento sinto que
terei (ou teria) de lutar contra muitas correntes, a começar pelo CE. Vou no
entanto aproveitar certamente muitas das ideias que aqui expôs.
Acho que profissionalizar a carreira de gestor escolar e separá-la da carreira
de professor é absolutamente essencial, mas é mais uma das coisas que não vejo
como realizar, pois o poder político parece que não está nessa disposição.
De qualquer modo, continue a sua colaboração preciosa especialmente para mim,
que tenho 33 anos de carreira, mas acho que tenho muito ainda que aprender com
os novos métodos de ensino, que de algum modo, há já vários anos o tento fazer.
Saudações matemáticas.
Resposta: Devemos considerar este plano como sendo maximal, ou mesmo
utópico.
A sua existência pode ser considerada como um campo de reflexão para a acção.
Algumas destas medidas podem vir a ser implementadas, ajuizando a pertinência e
viabilidade em cada escola. Os professores de Matemática de uma escola devem
reconhecer o seu estádio de desenvolvimento e de cooperação para assumir algumas
actividades.
Estas medidas pressupõem um trabalho de equipa e inter-ajuda, tanto entre
professores como entre alunos.
Não está aqui explicitado, mas as medidas D1, G1, P1 e A1 sugerem que é
essencial que os dinamizadores da escola assumam o seu plano e os objectivos a
que se propõem atingir num certo espaço de tempo (3 anos?).
1)
26Jun2006
[José
Paulo Coelho - zepaulo2001@hotmail.com]
Considero bastante interessante este trabalho de síntese e sistematização.
Concordo, na generalidade, com a esmagadora maioria das mesmas.
Há, contudo, duas medidas com as quais discordo:
- D23: Autonomia financeira - prejudicaria as escolas do interior, mais isoladas
e sem possibilidade de apoio por parte do sector empresarial/industrial.
- D24: Gestores profissionais - não considero que uma gestão profissional
efectuado por pessoas exteriores à escola traga vantagens significativas. Traz
decerto inconvenientes: o desconhecimento da realidade escolar e a consequente "empresialização"
da escola podem ir contra a função social da Escola.
Resposta:
Sobre o financiamento das escolas, certamente que a fórmula de financiamento de
uma empresa pública deverá incluir o PIB do concelho.
Sobre os gestores profissionais, temos de considerar que a gestão é uma
ciência recente mas que já deu provas. Por isso, começa o tempo em que os
saberes de Gestão não são intuitivamente desenvolvidos ou aprendidos numa
formação estanque. Um gestor/reitor de uma escola deverá ter uma carreira
distinta da de professor, incluindo a definição do acesso, da sua avaliação e da
sua formação. Além disso, a hierarquização de funcionários é uma componente
essencial em qualquer sistema organizacional.
![]()
Simões, Alcino. (1998-200?, Jun 2006). PASMATE. Folha do alcino.
http://www.prof2000.pt/users/folhalcino/ideias/ensinacao/pasmate.htm
alcinosimoes@yahoo.com