Abyssus Abyssum

Exercício de completamento de texto

Escreve nos espaços em branco as palavras adequadas a partir do excerto apresentado.
Cada vez que recorreres às sugestões (no ponto de interrogação à frente do espaço onde deves escrever cada palavra) perdes pontos.

(...)Pela janela aberta, avistava-se um trecho de paisagem que a luz viva da manhã fazia muito nítida. As vinhas tinham um verde encantador, muito suave, trepando encosta acima, fazendo contraste com a rama escura das laranjeiras que cerravam alas nos pomares húmidos das baixas. Revestidos de folhagem, ascendiam ares fora os olmos gigantescos. Pedaços de horta estavam em toda a pompa do seu viço e da sua frescura. Viam-se as rodas das noras, latadas compridas a cuja sombra regalam as merendas.

Um renque de choupos esguios marcava a borda do rio, que nessa manhã deslizava muito sereno, esverdeado de águas, espelhante sob aquele céu imaculado.

- Ah!, ah!... - riu-se o Manuel, contemplando-o. - O rio! Que te parece?! Olha que é lindo, o rio! Ora é, ó António?!

- É, lá isso... Mas tamém de que vale? - tornou-lhe com desalento o irmão. - A gente não pode lá ir... Olha se a mãe o soubesse, hã? - E, mirando por sua vez a paisagem, perguntou: - Já reparaste no barco, ó Manuel? - Tão bonito! Os dois riram.

- Parece pintado de novo... E nem se mexe, repara!

- Pudera!... - explicou o Manuel - ... amarrado com uma corda... - E depois, radiante, gesticulando para o irmão: - Mas eu era capaz de o desamarrar...

- Ai eras! - disse duvidoso o António, para o incitar.

Calaram-se. Era bom podê-lo desamarrar, lá isso era! Ambos dentro dele, sozinhos, isso é que seria bom! E eles então que estavam mortos por ir às azenhas, e pelo rio era um instante enquanto lá chegavam. O barco! Era tão bom andar de barco! E aquele então era lindo, como não tinham ainda visto outro! Nunca lhes haviam esquecido - olhem lá não esquecessem! - aquelas tardes em que o fidalgo os levara dentro do barquinho, ensinando-lhes como se remava.

O Manuel foi o primeiro que se vestiu, e foi logo direito à janela. Passava naquele instante um bando de andorinhas, chilreando. - Está um dia lindo, avia-te.

- Olha «avia-te»! para quê?. - perguntou o António, torcendo e retorcendo o pé para enfiar o sapato, apoiado com as mãos ambas na borda da cama.

O Manuel sorriu-se, triste. - Era verdade... Aviarem-se para quê? A mãe não os deixava ir ao rio... E senão, que fossem! - «Mato-vos com pancada se desceis a ladeira.» - Já se vê que depois disto... - E os dois suspiravam, desgostosos. «Que pena serem pequenos!»
(...)

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Questionário:

Pela janela aberta do seu os rapazes avistavam o e a .

A cor predominante que podiam observar da janela era o das vinhas e das .

Observavam ainda a folhagem dos e pedaços de .

Tanto o Manuel como o achavam o rio .

Ambos os irmãos sabiam que a se a que fossem para o rio.

O incita o irmão a o barco.

Era justamente o barco e o passeio que o lhes proporcionou que os rapazes não .

António e o irmão estavam , pois a ameaça da mãe ambos de realizarem o seu sonho.

Só lhes restava lamentar o facto de serem .