Desenha-se no solo um quadrado com cerca de oito metros
de lado dividido (como se vê na figura) em quatro quadrados mais pequenos.
As crianças são divididas em duas equipas (uma equipa ataca e outra
defende), tendo cada uma até oito jogadores.
O objectivo dos elementos da equipa atacante é fazer leitinho, ou seja,
percorrer sequencialmente os quatro quadrados sem serem tocados pelos
defesas.
Os defesas posicionam-se em cima dos riscos do leitinho, quer horizontais,
quer verticais. Em cada risco, não se pode colocar mais do que um defesa
(guarda). Os guardas podem deslocar-se de um risco para outro imediatamente
a seguir, mas só se lá não estiver outro. Nenhum guarda pode deixar de estar
em contacto com o risco, nem que seja só com um pé. Estes guardas têm a
missão de defender o leitinho, tocando nas crianças da equipa atacante.
Cada jogador atacante tenta penetrar num quadrado qualquer, sem ser tocado
por um defesa. De seguida, tenta passar para o próximo e assim
sucessivamente, até passar pelos quatro quadrados, sem nunca ser tocado
pelos defesas. Nesse caso, sai para fora e grita “leitinho”. Ou seja, cada
atacante tem como objectivo dar uma volta completa. De referir que após
entrar num quadrado, o atacante não pode voltar atrás ou sair, sem passar
pelos quatro quadrados. Os atacantes podem entrar, ou não, ao mesmo tempo e
por casas diferentes: o que interessa é que passem pelas quatro casas,
sequencialmente.
O jogo termina quando um atacante fizer o leitinho. Neste
caso, recomeça com as equipas nas mesmas funções. Por outro lado, basta um
atacante ser tocado pelos guardas para toda a sua equipa perder e passar a
defender. De referir ainda que se for detectado um erro por parte do
atacante ao percorrer as quatro casas, a sua equipa perde. Outra penalidade
acontece quando um dos atacantes faz leitinho e outro atacante ainda não
entrou no leitinho. São igualmente penalizados se um atacante calcar o
centro do terreno.