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O Líder de Escola - elemento fundamental de um processo integrador das novas tecnologias no ensino - Projecto Prof2000


A utilização de redes de telecomunicações e das tecnologias de informação e comunicação em educação é um elemento determinante nos processos de mudança que a Escola Actual e o sistema educativo têm empreendido. Com o programa Prof2000 surgiu em Portugal a oportunidade de formação contínua a distância via Internet, da qual os professores podem beneficiar e à qual podem aceder nas escolas ou nos seus lares.
Este programa foi pioneiro ao conseguir promover, de forma sustentada, dispositivos de formação de professores a distância.


O projecto apresentou desde sempre uma característica fundamental: sendo um projecto de formação de professores a distância nas mais variadas áreas do saber, era também através da acção do líder um projecto potenciador da utilização das novas tecnologias na escola. Pela primeira vez existe nas escolas portuguesas alguém responsável pela rede, pela sua configuração e pela dinamização de actividades de introdução das TIC. O dinamizador é um dos elementos fundamentais a considerar num modelo de análise da introdução das TIC nas escolas, numa perspectiva de trabalho colaborativo.

A Escola necessita de manter uma ligação harmoniosa com a sociedade em que se insere, devendo adoptar modos de ensinar e aprender adequados à nova realidade social. Os novos sistemas de informação (SI) devem ser capazes de adaptar-se a estas transformações, responder às necessidades da nova comunidade escolar e contribuir para a promoção de ambientes de aprendizagem mais ricos em conteúdos informativos e em situações de interacção e de aprendizagem colaborativa, recorrendo para tal, nomeadamente, aos sistemas de informação e comunicação disponíveis na Internet. Assim, a transformação da Escola para a Sociedade da Informação deve fazer-se cuidadosamente, sem rupturas precipitadas com as práticas actuais. Simultaneamente, há que investigar novas pedagogias, que necessitam ser avaliadas antes da sua aplicação generalizada. A existência de recursos adequados e fiáveis é condicionante necessária, mas de forma alguma suficiente para procurarmos responder às necessidades de formação dos cidadãos. O que se pretende é a utilização dos computadores como instrumentos de trabalho, nomeadamente na realização dos trabalhos de projecto e de investigação.

A Internet mudou as escolas? Em parte. Mudou os professores? Em parte.

Digamos que mudou algumas escolas e alguns professores. Mas não há como resistir. A banda larga, as novas redes digitais irão trazer alterações tão significativas que arrastarão tudo à sua passagem. Mas é essencial que os programas das disciplinas imponham a sua utilização. É essencial que os programas e os manuais indiquem com clareza para cada tema quais os programas e quais as páginas a consultar. Mas de forma simples. Isto é, o software a utilizar pelos professores deve resolver problemas concretos do programa, sem exigir do professor mais do que simples cliques com o rato. Mas para além das alterações nos procedimentos pedagógicos é fundamental que a escola crie estruturas técnicas que permitam o trabalho em rede e a partilha de conhecimentos. As escolas terão de criar uma estrutura baseada em Intranets.

Para Román Grávan, "Imaginemos que Internet es el universo cibernético, pues bien, Intranet podría considerarse una constelación. Aunque, no es del todo exacto, porque una constelación podría ser también cada una de las homepages que encontramos en la WWW. Entonces, ¿cómo definirla? Hay que introducir un nuevo elemento, y éste podría ser la privacidad. Así, una Intranet podría considerarse como una constelación privada a la que sólo pueden acceder los que pertenecen a un grupo determinado."

O aparecimento da Internet, uma rede global de computadores espalhada pelo mundo, veio alterar a concepção tradicional do processo de ensino-aprendizagem, levando à reformulação do papel do professor.

Aproveitando a tecnologia da Internet, as escolas poderão construir uma Intranet, uma rede privada de computadores, utilizando a tecnologia e os serviços da Internet, a interligar a comunidade escolar, de forma a melhorar a comunicação interna e o processo de ensino-aprendizagem. A Intranet, com a possibilidade de ligação à Internet, é um meio que poderá conduzir-nos a uma crescente divulgação da cultura escolar, através da construção de um património de informação comum, sendo ainda um canal de construção do conhecimento a partir da transformação das informações pelos alunos e pelos professores. O uso pedagógico da Intranet oferece, aos alunos e aos professores, a possibilidade de uma maior interacção dentro da escola e também ao nível da interdisciplinaridade.

Entende-se, portanto, a criação da Intranet escolar como um catalisador que acelera o processo educativo, criando uma vantagem competitiva relativamente às outras instituições de ensino. Assim, a implementação de uma Intranet trará certamente uma mudança radical nas políticas internas da escola. Como existe uma resistência natural à mudança, poderá provocar pequenos conflitos internos e uma natural desconfiança, já que a maior eficiência do sistema de informação da organização arrastará consigo, inevitavelmente, um maior controlo ao nível da produtividade, bem como uma maior disponibilização de alguma informação que muitos gostariam que permanecesse "no segredo dos deuses". De facto, a partir do momento em que a informação da organização passar a estar disponível, passará a existir maior transparência, o que pode provocar incomodidade no seio de vários membros da organização. Torna-se por isso necessária uma definição de políticas internas correctas e consensuais que impeçam o alastramento deste tipo de desconfiança.

As TICs são hoje fundamentalmente:

Um meio de acesso à informação

Instrumento de transformação da informação e produção de nova informação

Meio de comunicação e ferramenta para o trabalho colaborativo

Mas têm que passar a ser algo de normal na vida dos professores e alunos. Mas essa normalidade implica:

Nova postura dos docentes

Novas metodologias de ensino

Novas formas de avaliação

Qual é o panorama actual? A nível dos Alunos:

- Adesão espontânea à Internet - e aos computadores em geral.

- Adesão inicial a sites de jogos.

- Adesão instantânea a sites de Chat onde perdem horas infinitas a teclar furiosamente.

- Algum afastamento da realidade e um encerrar no elemento virtual.

- Utilizar, pelo método de "corte e cola " a Internet e as enciclopédias na realização de trabalhos, mas não são capazes de facto de dominar a quantidade de informação e de recolher o essencial.

Torna-se fundamental ensinar os alunos a pesquisar e a recolher o essencial da informação.

- Os alunos entram em esquema de troca de trabalhos via net.

- Sente-se a necessidade da criação de sites educativos com conteúdos em português.

Qual é o panorama actual? A nível dos professores:

Centenas as acções de formação sobre Internet e computadores

Receio em disponibilizar os seus trabalhos na Internet

A necessidade de envolvimento emocional com a máquina e com a Internet para tirar verdadeiro proveito

O receio de cometer erros e de ser suplantado pelos alunos.

A dificuldade em encontrar recursos em português

A dificuldade de planear actividades concretas de ensino aprendizagem com a internet e computadores por falta de meios na escola- Salas disponíveis

A necessidade de alterarem a sua postura na sala de aula

É essencial que o professor prepare as suas aulas/trabalhos com um guião de execução de tarefas

E perante isto quais as condições mínimas para um plano de informatização de uma escola?

Líder - Dinamizador

Envolvimento de toda a escola - do ponto de vista técnico e humano

Aspectos humanos e motivacionais mais importantes que aspectos técnicos

Criação de Intranets - como catalizadoras



Só assim se consegue criar uma Rede solidária de professores e alunos que partilhem informação e conhecimento.



__________________________

Referências

-BARROSO, João, Para o desenvolvimento de uma cultura de participação na escola - Instituto de Inovação educacional- ISBN 972-9380-77-5

-KIRK, Joyce, Information in organisations: Directions for information management - University of Technology, Sydney

-PAIS, Fátima; Multimédia e Ensino-Um novo Paradigma; Instituto de Inovação educacional; ISBN 972-8353-98-7-Dezembro de 1999

-RODRIGUES, António Carvalho - A Escola e a Sociedade da Informação - Que pedagogias para o Século XXI? Disponível em :

http://www.prof2000.pt/prof2000/agora/agora.html

-ALMEIDA d'EÇA , Teresa; NetAprendizagem - A Internet na Educação;Porto

Editora, porto,1988; ISBN 972-0-34048-7

-GOUVEIA , Luís Manuel Borges; Internet, oportunidade ou ameaça ao professor -; Dezembro de 1996 , disponível em http://www.ufp.pt/staf/lmbg/com/ca_int96.htm

-Graván, Pedro Román

http://www.esev.ipv.pt/pservico/documentos/14.htm LAS INTRANETS EN EL SIGLO XXI


José Manuel Pais Martins – Professor do Ensino Secundário

 

               Comentários (10)

de jmartins, em 18-09-2006

para a Ana Paula
São poucos ou melhor eram no ínicio do projecto. Eram professores de História, economia , Educação Física, Matemática....
Quanto ao site , não tem nenhum professor de informática . Quem criou a estrutura ao longo do tempo foram por exemplo e sobretudo professores de história por acaso.

de José Martins, em 14-02-2006

Boas.
Repare na data do texto. O líder Prof2000 está hoje de facto numa posição bastante enfraquecido. Mas teve um papel fundamental nas escolas Prof2000. Sinceramente desconheço se Estarreja faz parte. MAs procure as escolas Prof2000 e encontra diferenças

de Maria Encarnação, em 14-02-2006

Qual Líder? Numa escola como a Secundária de Estarreja, pouco ou nada se sabe da implementação deste projecto, nem tão pouco quem o coordena. Má gestão do Conselho Executivo??

de José Martins, em 27-11-2003

Boas.
É evidente que os computadores são apenas um entre vários meios ao dispor dos professores. A sua utilização por si não garante qualquer resultado especial, nem garante sequer alterações metodológicas. Não é o computador que é importante são alterações de metodologia que lhe devem estar associadas.
Por outro lado o computador e a internet em particular tornam-se em parte a sumula de muitos equipamentos.( video, retroprojector...).E acima de tudo a introdução da Internet no ensino e em situação de aula altera por completo a perspectiva de ensino. E nesse ponto torna-se qualitativamente diferente dos outros meios. A interactividade que exige, ( ou pode exigir), as possibilidades de percurso que permitem tornam-no qualitivamente diferente de outros meios.

de Antonio Craveiro, em 27-11-2003

As TIC, referindo principalmente a parte informática, são elementos com os quias os professores tem de se ambientar, mas para tal é necessario um grande dominio por parte do docente responsável pela disciplina ou turma, para tal não podemos ficar indiferentes a questão de nem todos estarmos preparados para tal.
apesar da internet ser de grande utilidade não podemos desprezar os outros meios que temos à disposiçao que todos os comuns mortais sabem utilizar ex:(videos, leitores audio...).

de José martins, em 13-05-2003

Boas
Não é fácil comentar dois textos tão complexos como os que colocou como comentário.
Infelizmente não o posso fazer em profundidade neste momento, mas talvez possa alinhavar uma ou duas questões.

1. Que as tic são um meio é indiscutível. Mas apenas mais um instrumento a ser usado criteriosamente. Não são a panaceia geral.
Têm limites de utilização, não podem ser uma simples moda e exigem muito esforço ao professor na preparação das actividades. A pior forma de utilização das tic é pensar que elas resolvem por si os problemas e atirar com os alunos livremente para uma sala de computadores.

2. A Utilização das tic é uma forma de combate ao isolamento e à interioridade. Ao menos nesse ponto todos estamos em relativa igualdade. Os materiais estão à disposição. De todos alunos das cidades ou do meio rural.

3. Os meios técnicos e máquinas existem ou facilmente podem ser colocados. É uma questão monetária simples de resolver. As nossas escolas sobretudo as secundárias estão razoavelmente bem equipadas. Logo o problema é outro. O problema é motivação dos professores para a sua utilização e a criação de condições que possibilitem a sua utilização em contexto de sala de aula e sobretudo de trabalho colaborativo, ou pelo menos cooperativo.

4. Subscrevo totalmente a referência que faz “aos castelos de areia”.. De facto o grande problema consiste na não preparação dos nossos alunos em termos de métodos, hábitos de trabalho e de pensamento. Mas aí eu fico perplexo. Porque será que vejo tantos professores a protestar contra os estudos acompanhados, áreas de projecto…..
Não serão as novas tecnologias se devidamente utilizadas pelos professores a melhor forma de conseguir esses objectivos.

5- MAS sinceramente o panorama não é muito animador. O prof2000 é um projecto que se encontra algo combalido. Veremos a sua evolução. As Tics nas escolas são transformadas em disciplinas extremamente complexas. A nova disciplina do 9º ano é um espanto. Teoria, Teoria, teoria, Msdos, Msdos, sistemas operativos, linux, sociedade da informação….., dados informação… uma disciplina complicada e que apenas contribuirá para reprovações de alunos (claro isto no programa provisório) no décimo ano então sim, a disciplina apresenta um carácter mais prático.
MAS as contradições não acabam por aqui. Sabiam que para o ano pese embora toda a importância das tic os alunos do agrupamento 1 estão proibidos de ter a disciplina de iti? Contradições remendos, remendos……
Cumprimentos. até qualquer dia.

José martins

de amália monteiro, em 13-05-2003

O Líder de Escola- elemento fundamental de um processo integrador das novas tecnologias no ensino – Projecto2000

As Novas Tecnologias no Ensino

Os tempos são de mudança e porque o são, efectivamente, surge um novo elemento ligado à rede de telecomunicações que é preciso agarrar e agarrar por todos. Parece-me uma tarefa difícil que este projecto seja abraçado por todos os elementos, no entanto fica aqui a esperança que deposito fundamentalmente no programa do Projecto Prof2000. A realidade é outra e há que adequar a escola a esta nova necessidade. Mas isto implica um trabalho de fundo amplo, profundo e bem cuidado para que as lacunas passem quase imperceptíveis aos nossos olhos e para assim ser mais fácil para as resolver. Todo este projecto passa pela Internet, em que os computadores serão utilizados como instrumento de trabalho. Para todos sem excepção? Mesmo em circunstâncias diversas? Estou claro a referir-me às regiões menos lembradas do nosso pequeno país, à interioridade. Fazer trabalhos de projecto e de investigação nesta vertente é ouro sobre azul, mas não esqueçamos que os nossos alunos estão, em geral, sem alicerces: não sabem ler convenientemente; não estruturam um pensamento com lógica; não sabem fundamentar solidamente uma determinada temática e levá-la até ao fim; não têm hábitos nem métodos de trabalho contínuo... É preciso estarmos alerta a todos estes problemas para não construirmos castelos de areia!
Será bom que os manuais nos guiem a pensar no aluno-docente para evitar desastres, aguardemos!
O papel do docente está a ser estudado, o das editoras também o deve estar, mas o papel dos pais ou dos encarregados de educação deve ser tido em linha de conta e não relegar estes para segundo plano; o papel activo deles é sobremaneira importante na comunidade educativa.
Tradicionalismo versus Progresso, haja coragem e pragmatismo! Não sei se será megalómano pensar numa Intranet equitativa para todos os alunos, tenho muitas reservas... A Intranet ligada à Internet ajuda a melhorar o processo ensino-aprendizagem sem dúvida, mas lembrei-me agora de que só os melhores trabalhos correrão pelas mãos dos alunos que anseiam o sucesso escolar, esquecendo o melhoramento dos outros trabalhos que poderão vir a ser melhorados – esses vão ser deitados ao abandono e os alunos , esses que querem êxito a qualquer preço, fotocopiam os melhores trabalhos, “decoram-nos/memorizam” aquele “palavreado” que para eles é estranho e enfadonho e “vomitam-no às postas soltas” como se soubessem manobrar tais matérias, julgando-se uns expert na matéria. O raciocínio, que é tarefa primordial nestas faixas etárias, ficará a cargo apenas daqueles que o pretendem exercitar!
O docente corre o risco de ter diversos trabalhos como se a clonagem tivesse entrado escola adentro sem um suspiro, sem as boas-vindas, pé ante pé, “olá aqui estou eu”!
É verdade que há matérias que continuam no “segredo dos deuses”. Será que essa mesma matéria não continuará guardada a sete chaves por esses mesmos deuses???
Mas as TIC são fundamentais, sem dúvida!!!!

Lucinda Amália Monteiro

de amália monteiro, em 13-05-2003

A Última das Monotonias

A introdução das novas tecnologias ao serviço da formação docente leva-me a pensar que a informática já nada tem a ver com os computadores, mas sim com a vida.

Primeiro os computadores eram gigantescos e foram saindo das suas salas, passaram para cubículos, depois para secretárias e agora para o nosso colo e para o nosso bolso. E isto não é o fim! Um dos grandes objectivos é que o leitor passe a “ler” neste “ser digital” e que ponha a sua imaginação à prova entre cores, sons e movimentos – e que “leia” num “livro universal” onde se cruzam ideias que fermentam com um simples toque. O espaço físico simplesmente desaparece e o “leitor” pode agora aceder a qualquer tipo de informação em qualquer parte do mundo, desde que haja interacção – neste sentido é preciso que a classe docente esteja alerta para uma preparação cuidada de materiais e actividades que possam estar ao dispor do “leitor”. Esta preparação para os docentes terá que ser bem estudada e bem fecundada a fim de se poderem colher bons frutos: ampliar possibilidades de interacção, estudar os conteúdos, analisar as metodologias diversificadas.

Mas a escola (local de aprendizagem) e o docente em especial são os efectivos veículos mais importantes da informação em prol do desenvolvimento do aluno, no seio da comunidade educativa. As respostas podem ser dadas a esses alunos ávidos de novos desafios – as tecnologias estão sempre prontas e lançam rapidamente o feedback sempre insaciável por parte dos alunos.

A questão pode ser outra: imaginemos a situação em que um aluno pergunta ao seu ecrã: o que é isto? Quem é ela? Como chego lá? Quero isto, ela, lá são definidos pela direcção do nosso olhar naquele momento. Estas perguntas dizem respeito a um contacto, a um contexto. Os olhos não podem ser considerados como dispositivos de saída. A maneira como os homens detectam a direcção dos olhos, a forma, a intensidade com que o fazem é uma espécie de magia que faz da relação docente-aluno, única e insubstituível. Ora isto não é o mesmo que resolver um problema de trigonometria em que a mensagem entre os nossos olhares pode perfeitamente ter um papel irrelevante, que o resultado será invariavelmente sempre o mesmo. Se há problemas, questões, temáticas que poderão passar pelos olhos do computador, outros nem pensar; seria uma mera utopia e ousadia só de pensá-lo nestes moldes.

É preciso preparar os docentes e integrá-los neste mundo tecnológico on-line. É preciso investir cada vez mais na sua formação sempre com as devidas cautelas e nunca reduzir o docente à máquina.

Fomentar a educação on-line a toda a comunidade parece ser um pensamento pimaveril, que deve desabrochar e crescer de forma colorida, ultrapassando as dificuldades e quebrar a monotonia do contexto tradicional. A monotonia no ensino é outra questão que me leva a pensar na sociedade de consumo, nas novas educações, nas novas opções, nas novas maneiras de estar na vida, na política educacional, nos valores... não caberia neste contexto, certamente que me iria desviar do assunto, todavia esta “monotonia” faz vibrar as minhas vísceras e quase me impele a esferográfica para a frente ...mas resisto a ela e fico-me por aqui!!!

Lucinda Amália Brandão Ferreira Monteiro

de josé martins, em 20-02-2003

Peço desculpa mas apenas hoje verifiquei a existência de um comentário ao artigo.
Respondendo à questão colocada pela Ana Paula Ferreira posso dizer que o projecto tem vários anos. Nos anos de lançamento - fase Trends - foi tida como condição, digamos, de grande utilidade que não fossem professores de informática. Interessava, sim, o dinamismo, a capacidade de envolvência o relacionamento humano. Posso dizer que dos primeiros 20 tínhamos apenas um ou dois de informática. Os restantes eram professores de Economia, Português, Educação Física….( vários de Educação Física).

Creio que nos últimos anos esse panorama tem vindo a mudar um pouco e verifica-se a presença de um maior número de líderes com formação em informática ou mesmo professores de informática. Mas continuam a ser claramente a minoria.
Quanto à questão da manutenção técnica do site essa é feita pelo grupo do help desk - actualmente três professores.
A composição tem mudado mas nenhum é professor de informática. Obviamente que sendo professores de história ou outras disciplinas este grupo tem elevados conhecimentos e sobretudo uma grande capacidade de permanente actualização.
OBRIGADO

JOSÉ MARTINS

de Ana Paula Ferreira, em 27-01-2003

Quantos destes vossos lideres do prof2000 são professores de informática, e quantos são os professores de informática que mantêm e tornam possível a manutenção deste site????