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O Programa de Introdução à Filosofia visa contribuir para que o aluno:

 

— Actue autonomamente, sabendo gerir pessoalmente e de forma eficaz os seus objectivos, iniciativas e opções.

— Articule a sua autonomia com a autonomia do(s) outro(s).
 

— Manifeste segurança e uma auto-imagem positiva nos seus comportamentos. mobilizando criticamente saberes e competências adquiridas.

— Seja capaz de desempenhar papéis sociais em contextos diversos, compreendendo a interacção com a perspectiva(s) do(s) outro(s).

— Comporte-se no quadro de regras sociais, que analisa e compreende criticamente.

— Reconheça as suas áreas de pertença (família, grupo(s), Nação, comunidade supra-nacional) e os respectivos níveis de identificação pessoal.

— Estabelece relações interpessoais satisfatórias, de diversos tipos: afecto, respeito, confronto, cooperação.

 


     10º Ano
 
  
 
     11º Ano
 
 
 
 
 
 
 
 

— Pratique deliberadamente o diálogo e a busca de soluções consensuais para os conflitos.

— Revele ter consolidado uma cultura pessoal integradora que lhe permita reflectir sobre as realidades do mundo actual, nas suas múltiplas dimensões.

—Revele um domínio consistente das competências comunicativas, com especial incidência na capacidade de utilizar, com clareza e correcção, em contextos diversos, a língua portuguesa( falada ou escrita).

— Domine competências de acesso/aplicação de informação, nas diversas dimensões.

— Revele capacidades de compreensão, vivência e fruição da realidade em que está inserido, nas suas diversas dimensões.

— Organize os saberes e experiências em sistemas interpretativos coerentes, mas críticos e flexíveis.

— Mostre-se consciente da relatividade do conhecimentos, estruturando processos cognitivos de questionamento crítico.

— Revele capacidade de reconversão, actualização e incorporação de novos elementos, face a novas situações ou necessidades.

— Revele ter desenvolvido uma perspectiva de interesse/responsabilização face aos problemas dos grupos e da sociedade a que pertence.

— Toma iniciativas de participação democrática em situações da sua vivência quotidiana e no âmbito da intervenção sócio-política.

— Revele capacidades de combatividade, cooperação activa e/ou liderança.

— Assuma juízos de valor pessoais sobre factos, pessoas, situações, fundamentados num sistema de valores próprio e coerente.

— Reconheça a importância de princípios e valores universalizantes na convivência social e política.

— Revele ter adquirido capacidades de actuação orientadas para a eficácia, face a objectivos assumidos.

— Preocupe-se com a qualidade, como factor de desenvolvimento das pessoas e das sociedades, numa perspectiva humanista.

— Manifeste respeito, abertura e capacidade de diálogo face a perspectivas/valores diferentes dos seus.



FINALIDADES

— Assegurar o desenvolvimento do raciocínio, da reflexão e da curiosidade científica.

— Facultar conhecimentos necessários à compreensão das manifestações estéticas e culturais.

— Formar, a partir da realidade concreta nacional e no apreço pelos valores permanentes da sociedade e cultura portuguesas, jovens interessados na resolução dos problemas do País.

— Sensibilizar os jovens para os problemas da comunidade internacional.

— Criar hábitos de trabalho individual e em grupo.

— Favorecer o desenvolvimento da atitude de abertura de espírito.

— Favorecer o desenvolvimento da atitude de adaptação à mudança.

 

OBJECTIVOS GERAIS

— Fornecer instrumentos intelectuais de análise e reflexão.

— Facilitar a passagem do estádio das operações concretas às operações formais.

— Ultrapassar, decididamente, o nível da abordagem do lugar comum.

— Desenvolver competência comunicativa/argumentativa, tanto oral como escrita.

— Propiciar a convergência da formação e da informação, num horizonte de aperfeiçoamento pessoal e cultural.

— Harmonizar o desenvolvimento lógico dos conteúdos filosóficos com o desenvolvimento psico-pedagógico.

— Possibilitar uma atitude de abrangência e articulação de saberes parcelares, numa síntese pessoal, aberta e construtiva.

— Fundamentar a estruturação de uma reflexão pessoal, crítica e valorativa.

— Promover uma efectiva mudança de atitudes, mediante um distanciamento crítico que permita a análise fundamentada do vivido.
 

 

 

 

 

 
   

 

 

 


® Última modificação: Junho, 2002  ®
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