"Fábrica de Histórias"

 

ANO LETIVO 2011/12

 

 

 

A Aventura numa Ilha perdida no Oceano

 

    Um dia tive um sonho!

    No ano de 1500, Miguel, um jovem marinheiro fez-se ao mar, numa aventura sem igual. O seu barco iria levá-lo a uma linda ilha, perdida no Oceano.

    A sua viagem foi longa e tumultuosa, o seu barco ficou muito danificado, e naufragou.

    Quando acordou, encontrava-se no lugar com que sonhou, e ao seu lado, estava um jovem índio.

    O índio chamava-se Céu Azul e tinha como amigo um peixe que falava. Sempre unidos, os três tornaram-se inseparáveis.

    Mas chegou um dia, em que o mal se abateu sobre a tribo, e muitos ficaram doentes.

    Céu Azul sabia o que tinha de fazer. Chamou o amigo, ofereceu-lhe o seu tapete voador e pediu-lhe que partisse para não ficar doente e morrer.

    Foi o que aconteceu. Mas Miguel não conseguia esquecer Céu Azul, ele merecia um prémio pela sua amizade.

    Foi então, que decidiu voltar àquela ilha e levar a cura para a temível doença.

    Nunca mais regressou, o seu nome é agora Sol Brilhante.

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Bárbara Curto – Nº 3

 

 

 

 

 

 

UMA CORRIDA VALIOSA

 

No ano de 2020, numa ilha perdida no meio do oceano, estavam dois grupos: os marinheiros e os índios.

http://www.contandohistoria.com/genio%20tapete.gif        Um dia, propuseram um desafio: “Uma corrida de tapetes voadores “.

        Nos treinos um marinheiro adoeceu. Todos os seus amigos entraram em alvoroço.

        De repente, apareceu um peixe que estranhamente começou a falar. Disse que a única cura, eram as algas arrebitadas.

        Todos suplicaram ao peixe que as fosse procurar.

        Lá foi às profundezas do belo e traiçoeiro oceano. Avistou as algas, foi tentar arrancá-las mas, sem sucesso.

        Foi então pedir ajuda ao seu amigo polvo que com a ajuda dos seus sete braços, conseguiram arrancá-las.

        Curaram o marinheiro e foram para a corrida.

        Todos disseram: três, dois, um, força!... e lá partiram.

        Já no meio da corrida, um índio desequilibrou-se, ia cair, mas um marinheiro segurou-o a tempo e continuaram.

Quando chegaram à fase mais difícil: a das plantas carnívoras, o marinheiro foi apanhado por uma, mas o índio puxou-o para o seu tapete, cortaram a meta e receberam o grande prémio: a Amizade.

Luis Santos Pereira, Nº13

 

 

No tempo em que os animais falavam….

 

     Há muito tempo atrás, no tempo em que os animais falavam, um lenhador andava a cortar lenha, numa densa floresta, quando se perdeu.

    Assustado, procurou um lugar para se abrigar, quando lhe apareceu um lindo esquilo que lhe disse para não ter medo, e o levou para junto de uma pequena casa de madeira. O lenhador agradeceu e em seguida adormeceu.

     Levantou-se ao nascer da aurora, pois queria encontrar depressa o caminho para casa.

    Qual não foi o seu espanto, quando viu uma bela carruagem e lá dentro uma moura encantada.

    Logo lhe pediu ajuda, mas ela respondeu-lhe que antes teria de enfrentar um perigoso dragão.

    Então, o lenhador e todos os animais da floresta uniram-se e venceram o terrível dragão.

    Foi assim que a alegria, tão desejada por todos, voltou a reinar na floresta.

    Quanto ao lenhador, voltou para casa e nunca mais deixou os seus amigos da floresta com quem tinha longas e sábias conversas.

Bárbara Curto – Nº 3

 

 

 

 

 

ERA UMA VEZ UM PRÍNCIPE

 

       

http://1.bp.blogspot.com/_nz3--FP5QYw/TSoI_xBcgcI/AAAAAAAAAfc/BkDLwKzEYr0/s1600/F+principe.jpg Era uma vez um Príncipe que vivia num palácio.

Todos os dias ia passear com o seu cavalo branco, num jardim maravilhoso.

Numa bela tarde de verão, enquanto passeava, pensava que gostaria de ter um livro mágico para poder utilizar os poderes da sua espada mágica que lhe tinham oferecido nos anos.

De repente, imaginou-se a fazer magia, e então distraiu-se e transformou a fonte do jardim, num dragão.

Mas esta magia ficou tão feia que pensou melhor e seguidamente transformou esse dragão numa linda princesa, esta magia ficou tão bonita que o príncipe decidiu que iria ser a sua amada.

 

Patrícia Nunes, nº 16

 

 

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