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Na viagem de ida fomos avisados de que não íamos para a Serra da Arrábida, mas sim para a de s. Luís. O ambiente estava agitado embora um pouco cansado, embebedado por gargalhadas frenéticas. Às 11.30 foi quando chegamos à capela da S. Luís. Muita gente estava cansada. "Até que enfim...", exclamou uma das alunas presentes. Foi dado um tempo para desembrulhar o farnel e começar a dar ao dente. A seguir ao almoço uns jogavam volley, outros conversavam e houve também aqueles que preferiram apenas observar a natureza. O grupo partiu às 14 horas agora dividido em dois. Uma professora que nos acompanhava gritava: "Quem vai à torre de vigia, vá para o grupo da minha esquerda; quem quiser ir para a Comenda, vá para o da direita". Nós escolhemos ir ao posto de vigia. Entre plantas, árvores e picos lá foi o grupo para o seu destino. O caminho, no principio, era a subir por "estradas" largas durante bastante tempo o que estava a desmotivar os estudantes, mas passado algum tempo este tornou-se apertado e rodeado por picos e pedras soltas, o que começou a dificultar a subida a alguns. O caminho parecia interminável para muitos que se queixavam. "Quando é que chegamos lá cima? Ainda falta isto tudo?!". Houve uma rapariga que se sentiu mal, quase desmaiando, e que teve de voltar para trás. Chegados lá acima sentiu-se logo uma brisa fresca raro na cidade. "Daqui vê-se Setúbal toda e até Lisboa !" observou uma estudante. O grupo ficou lá em cima perto de meia hora, e para tornar mais emocionante fomos pelo mesmo sitio por onde subimos. A descida foi engraçada: "todos de mãos dadas, para não cair", alertou uma das professoras. Em seguida fomos ter com o resto do grupo que nos esperava, no local combinado para podermos lanchar e marchar para a escola. Ângelo Fernandes & Ana Luísa | ||||||||||||||||||