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ÍNDICE

NOVA DIRECÇÃO NA ESCOLA

Turmas de 7º Ano vão participar num programa da SIC

Sabor a Saudade

I. (H)a Deus, ciência?

Resposta ao artigo

“O existencialismo não é anarquismo”

O CANTINHO DA LEITURA

A Matemática

Poeta Timorense -   Ruy Cinatti, o poeta agrónomo

Dernière BD de la Classe de Techniques de Traduction

Adieu !!! Français !

THÈMES LIBRES

MES AMIS

À L’ANNÉE PROCHAINE!

A Forlorn Tale of the Forgotten Lands

Have fun with English

Pagina de Informática

OLIMPÍADAS DA FÍSICA

VI COLÓQUIO JUVENIL DE HISTÓRIA DA ARTE

PROGRAMA FÉRIAS EM MOVIMENTO

REUNIÃO DE DELEGADOS

 

 

O ano lectivo aproxima-se do fim. Chegou o momento decisivo dos exames e das provas globais. É uma época serena de profunda concentração. É necessário hierarquizar prioridades, sacrificar alguns desejos e investir no futuro.  Avizinha-se também a época das grandes opções: para uns, a selecção dos cursos universitários, para outros, as opções de 12º ano, ou simplesmente a escolha do agrupamento. Quase todos terão a árdua tarefa de definir  objectivos. Para isso devem partilhar anseios e angústias; informar-se antes de decidir.

Ao longo deste ano que finda  cumpriram-se projectos e visitas de estudo. Promoveram-se exposições, debates e espectáculos... Realizaram-se actividades dos grupos. Envolveram-se professores, pais, alunos e funcionários de modo a transformar a Escola num espaço dinâmico, atractivo e acolhedor.

A chegada das férias vai proporcionar o alívio e o descanso merecido. Poderemos retemperar forças para mais uma etapa.

 Também o Olho vivo encerrou mais um ciclo, o quinto ano da sua existência. Agora que encerra as portas fica a questão: Ano novo! E agora?

Bons exames! Boas férias! Boa Vida!

 

J.S.A.

 

NOVA DIRECÇÃO NA ESCOLA

 

Realizaram-se eleições para o Concelho Executivo, no passado dia 23 de Maio, com uma afluência à urna de 96,3%. Concorreram duas listas. A lista A venceu com 154 votos contra os 71 da lista C. Aguarda-se a tomada de posse da equipa constituída pelos professores: Estêvão Lopes, João Teodósio e Maria João Baptista.

 

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Nos Domínios do Amanhã por José Pina

 

MARTE ROVER

Imagens realizadas pela sonda Pathfinder mostram aparentes indícios de clorofila no planeta vermelho – Marte

 

Cientistas da NASA têm novos motivos para sustentar a hipótese de existência de vida no planeta Marte. De facto, imagens obtidas na superfície de Marte pela sonda Mars Pathfinder detectaram o que parecem ser vestígios de clorofila.

Cada substância reflecte ou absorve radiações características [ como se fosse uma "assinatura" própria ]. Carol Stoker analisou as imagens multi-espectrais recebidas e encontrou seis pontos onde havia o "autógrafo" da clorofila.

A confirmarem-se estas notícias o planeta vermelho acaba, assim, de ganhar um toque de verde e esta descoberta pode trazer um novo alento para a perspectiva da existência de vida no planeta vizinho.

 

A clorofila é a substância usada pelas plantas para converterem a luz do Sol em moléculas  portadoras de energia e que serão utilizadas na formação das ligações entre os átomos de carbono, formando carbo-hidratos, no processo conhecido como fotossíntese.

Tal como pode observar-se a clorofila é uma molécula muito complexa que possui um átomo de magnésio central mantido por um anel de átomos de azoto.

 

 

Apesar de tudo Carol Stoker apresentou os resultados de forma bem cautelosa.

Max Bernstein, colega de Stoker, vai dizendo que  " ... esse resultado é muito provocante e, a confirmar-se, tem implicações estonteantes... "  e que há “ ... questões que precisam ser respondidas antes de podermos afirmar que há clorofila em Marte."

 

                                                                                                             

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Turmas de 7º Ano vão participar num programa da SIC

 

Dia 17 de Junho, os alunos de 7º ano deslocar-se-ão a Lisboa, aos estúdios da SIC para participarem numa  aventura televisiva .

Tudo começou com a participação num concurso promovido pela SIC , “ ABC da Televisão – da sala de aula para a TV”, que tinha como objectivo a elaboração de um guião para um programa concebido pelos alunos.

 Assim, no mês de Abril, os alunos do 7º ano criaram um programa de entretenimento a  que deram o nome de : “ Tás na Escola, Tás na Boa “ e enviaram-no para a SIC .

Os resultados do concurso foram divulgados esta semana ( 21 de Maio) às escolas, tendo o júri decidido premiar  todos os projectos apresentados  pelas diversas escolas do país, não destacando nenhum em particular porque consideraram difícil avaliar “a qualidade dos projectos apresentados e tudo quanto eles testemunham acerca da dedicação, do empenho e da criatividade dos participantes.” (cito o Director de marketing da SIC).

Desta forma, os alunos são convidados a passar um dia num estúdio profissional da SIC como intervenientes de um programa de televisão. Uma equipa de reportagem acompanhará esse dia de trabalho, que reunirá centenas de alunos das escolas de todo o país, no processo de feitura do programa que será gravado no dia 17 de Junho e transmitido no mês de Julho, data a anunciar.

 

A Professora responsável pelo projecto

Maria de Jesus Lopes

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Sabor a Saudade

O sonho acabou

E o dia acordou-me novamente

Para a realidade.

Passo a passo dirigir-me

À entrada que me levava

Ao mundo.

Na calçada gasta e suja

Pisava a areia ainda adormecida

E a maresia sentia-se até às entranhas.

Sem pensar já estava com os pés

Mergulhados na areia húmida

Que arrepiava os meus sentidos

Como se a pisasse pela primeira vez.

Naquele instante

Todo o mundo era belo.

Ninguém se apercebe que o sal

Se interlaça na água

E que as belas ondas

Trazem uma mistura de sentimentos

Que ali sempre vão ficar guardados.

Quando dei por mim

Revivia o que já tinho considerado passado

Lembrava aqueles belos e silenciosos olhos

Que sempre me falavam de amor.

Fiquei triste porque foram eles

Que me condenaram à solidão.

Senti aqueles lábios sedosos

Como se me beijassem novamente.

Onde estás tu meu oceano de amor?

Que tantas caricias me fizeste

Mas que tiveste de fugir

Sem pensar que a água salgada

Também está nas minhas lágrimas.

O sol já se punha e aquecia

O meu corpo que gelava enquanto recordava

É neste momento que sinto a falta

Do calor do teu corpo.

Apetece-me entrar naquele imenso mar

E navegar sem destino

Quero naufragar numa ilha deserta

Porque mais só não posso ficar.

Há noite! Em cada estrela

Estaria a recordar os bons momentos contigo

E junto ao mar estaria junto a ti.

Não tive noção do tempo,

De repente um corrupio

Circulava em volta de mim.

Chegou o momento de regressar

Ao meu leito.

Onde não te recordarei

Mas sonharei que nunca foste embora

E que estás junto de mim.

O mundo é sonhar porque

Assim encontro a felicidade.

O meu pesadelo é acordar

Porque entristece o ser que

Já é triste.

Por ti morrerei meu amor!

Pois o meu sonho será eterno

E só a minha vida terá um fim...

Tary

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I. (H)a Deus, ciência?

 

Mesmo no século da tecnologia e da ciência e do cepticismo destas proveniente, somos incapazes de afirmar ou negar plenamente a “existência” de Deus.

Ora, a ciência é muito renitente em ceder a permissões como a existência de uma supra-realidade metafísica, entendendo por ela tudo o que é Inteligível  como “supersticioso”, “mito”, “dogma”, entre outros sinónimos extremistas. Contudo, o “neuroteólogo” Andrew Newberg afirma que o cérebro humano está “preparado” para acreditar em Deus, afirmando a existência Deste, comprovando-O por meio de testes objectivos, constituídos por fotografias cerebrais de um monge tibetano e de uma freira franciscana “em oração profunda e contemplativa” . No momento do pico espiritual, a zona do lobo parietal, “responsável pela definição da fronteira entre o eu físico e o resto da existência”, era menos irrigada de sangue – “índice dos níveis de actividade neurológica” nessa área. Assim, o eu “separava-se” de si aproximando-se, por instantes, de uma “transcendência mística”, possibilitando  ao indivíduo a experiência de “uma sensação de consciência ilimitada e comunhão com o infinito.” Este autor defende que a bagagem genética do indivíduo impulsionadora da percepção destes sentimentos, é fundamental e determinante e, por conseguinte, refuta a base de cariz emocional ou mesmo uma “inclinação voluntária” para a vivência desta realidade. Newberg defende, portanto, a existência de duas realidades: “numa, a percepção atinge a mente através do filtro do eu. Na outra, o eu é posto de lado, e a percepção torna-se mais ampla”, ou seja, é despoltado um despertar abrupto de todos os sentidos.

Decerto que neste momento interrogamo-nos – qual a realidade verdadeira ou a real de facto?

“Andrew Newberg sorri. A realidade, teoriza ele, é uma questão de grau – o que se sente como mais real é mais real.”

 

II. POST-SCRIPTUM

 

Não sou crente.

Contudo, sinto que algo supera o Homem e não supera; afinal estas percepções partem do eu interior, são os meus olhos; basta haver Poesia e

 

Além-Deus! Além-Deus! Negra calma...

Clarão de Desconhecido...

Tudo tem outro sentido, ó alma,

Mesmo o ter-um-sentido...”

                                           - F. Pessoa

 

Arte e Luz e Treva e Indefinido e Comunhão e  Conflito e Ser, para que haja já uma realidade metafísica, neste plano, neste mundo finito e, consequentemente, no homem sempre aspirante ao último andar, onde reina o belo atroz, a dor estética, o êxtase dionisíaco e o sonho apolíneo, entre outras percepções tão paradoxais e sublimes quanto as anteriormente referidas .

 

“Por isso eu tomo ópio. É um remédio.

Sou um convalescente do Momento.

Moro no rés-do-chão do Pensamento

E ver passar a vida faz-me tédio.” 

                                                   - A. de Campos

 

Afinal, o que é a realidade, senão uma multiplicidade de argumentos, por vezes tão divergentes? O que era ela para Pessoa? O que é ela para um existencialista, para um niilista, ou o  que foi ela para Buda? Não pode ser só um grau? Ou temos de chafurdar todos por igual numa gamela  absurda e estapafúrdia, quando aspiramos cear no Olimpo?

 

 

 

Porque terá a Vida  de ser “feita de pequenos nadas?” Temos que nos anular? E o que fazer a esta vontade de poder e de superação, que não é um ascetismo cristão nem, muito menos, um niilismo redutor? Esperar por outra vida?...

 

“Querendo, quero o Infinito”.

                                              - F. Pessoa

 

“Antes de me afundar no grande sono, quero que ouças o grito da borboleta”.

                              - J. Morrisson

 

Incendiai-vos... não as velas de uma fria mansarda erguida em cima de tantos sacrifícios e mártires e mortes e guerras “santas” e fogueiras e papas e padres e filhos-por-aí-à-doida. Tendes Deus em vós, não deveis nada àquele “que morreu por nós” e por mais piedade que podereis sentir, atentai que ele está Morto e Enterrado e não interessa mais, porque não está em mim e não é Eu; há antes o Mundo e tudo o que ele permite percepcionar, cheirar ou ver- que cada qual tenha Deus em si e para-si.

 

Fonte de I. : Selecções do Reader’s Digest, Dezembro de 2001, página 34

Ecce Homo

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Resposta ao artigo

“O existencialismo não é anarquismo”

Venho por este meio esclarecer algumas duvidas que se levantaram com o texto “Arcus Nimis Intensus Rumpitur”, publicado no “Olho Vivo” de Março do corrente ano:

“Não seria nunca possível implantar um sistema anárquico em Portugal”..., o Sr. Orestes fez das minhas as suas palavras, apesar de eu ter englobado  toda a humanidade e não apenas o nossos país, (...”os homens não têm inteligência suficiente para encarar o anarquismo”...).

Quanto ao exemplo do pastor, bem.... foi um exemplo, e como tal não deve ser levado à letra. “Há muitos pastores...é uma classe que não possui o tipo de iluminação intelectual que possuis, origem dessa consciência individual e benfeitora que poderás possuir.” Uma frase que consideraria bastante insultuosa se fosse pastor, será que ser pastor é sinónimo de ser analfabeto ou de não possuir inteligência? Só um aluno como eu possui uma consciência benfeitora? Grave acusação Sr. Orestes, reze para que o sindicato dos pastores não venha a saber disto...!!!

Em relação à “pequena imperfeição” de “acreditar que o ser humano é naturalmente bom”, não foi nada que eu não tivesse frisado ao longo de todo o segundo parágrafo do meu texto, por isso, não vejo isso como uma “crítica” pertinente.

O Sr. Orestes referiu que “o pensamento de Sartre chega até nós sob um ponto de vista ontológico e fenomenológico, não como um sistema político”, isto é, realmente, uma possível interpretação, mas como se provou no Colóquio “Da Informação ao Conhecimento” com o Dr. Paulo Serra, um texto é alvo de infinitas interpretações, e essa incerteza e aparente ambiguidade, não passa afinal de uma riqueza.

Como é obvio, o texto “Arcus Nimis Intensus Rumpitur” foi escrito num plano ideológico e não num plano prático e funcional.

“Não seria possível implantar um sistema anárquico...por mais boa vontade que tenhas”. Quanto à minha tendência política ou à minha “boa vontade”, acho que durante todo o texto a mantive em confidência, por isso, agradecia que não fizesse falsas referências quanto às minhas “vontades”.

Se permanecer com alguma duvida contacte-me directamente, não vamos fazer disto um debate “on-paper”, por muito interessante que se tornasse.

Espero que tenha contribuído para o esclarecimento do texto.

Pedro Belo 11º 1A

 

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O CANTINHO DA LEITURA

Nome da obra: A Vida Mágica Da Sementinha

Autor: Alves Redol

Editora: Caminho

 

    A Vida Mágica Da Sementinha é uma obra escrita por Alves Redol (1911-1969), um  escritores português,  representativo do Neo-Realismo em Portugal .

    Utilizando uma linguagem simples,  transporta-nos numa viagem fascinante  até ao mundo imaginário de um pequeno grão de trigo .

    A leitura deste livro prende-nos desde o seu início, desde o momento em que “a  nossa amiga sementinha procurou um torrãozinho de terra “para descansar a sua cabeça , até ao momento em que trava amizade com o  rouxinol vagabundo , ou com os dois chapins azuis, ou até com o consolo que é encontrar uma teia de aranha para fazer a sua sesta!

    Faz-nos estremecer quando se vê, só, na escuridão, apertada no fundo da Terra , sem saber o que lhe irá acontecer . Sentimos uma sensação se “de querer saber mais ...   

    Convido-vos a ler e a navegar nestas aventuras da Sementinha. Acreditem! Hão-de concordar que afinal este livro não é mais do que uma fascinante história real da vida de uma simples sementinha!

 

Pedro Campos ,  7.º B        

Nome da obra : Diário de Sofia & Cª

Autora : Luísa Ducla Soares

Editora : Civilização

 

       Como o título indica, este livro conta-nos a vida de uma jovem de 15 anos, Sofia, a quem deram um diário, “Deram-me este diário quando fiz anos. Tive tal desilusão quando o desembrulhei, que me apeteceu atirá-lo para o caixote do lixo.” Mas um dia , Sofia diz “ Hoje encontrei- o. É domingo. Devia estudar mas não estou para isso. Folheio o livrinho em branco, imagino o que está ainda em branco na minha vida. Porque não hei-de escrever sobre mim ? “E assim aconteceu.

       Neste livro, podemos encontrar a história desta jovem que tinha problemas como todos nós adolescentes, com os pais, com os amigos  e com as borbulhas ... Coisas de adolescente!

       “A mãe resolveu levar-me à ginecologista por eu ter dores de barriga em certos dias. Fiquei furiosa. Tantas amigas sofrem do mesmo. A avó Glória escandalizou-se, até alterou a voz.

- Ó Adelaide, arranja uma botija de água quente para a miúda. Médicos para isso... De tanto serem remexidas até perdem a vergonha.

Não pude deixar de rir.”

Se quiseres saber mais, lê este livro, porque vais gostar.

 

Sónia Brito , 7º A

 

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Poema

 

A Matemática

 

 

Os números e os sinais

Os símbolos e as equações

Os cardinais, os ordinais

E os resultantes das operações

 

As expressões de grande porte

Os problemas de arrasar

Mesmo as contas de morte

Não são difíceis se se pensar

 

 

 

 

E os triângulos, os rectângulos

Uma sabedoria temática

Complementam uma magia

Um saber, a Matemática.

 

João Craveiro, 7º A

 

 

O DIÁRIO DE Zlata : a vida de uma menina de guerra

Autora : Zlata Filipovic

Editora : Companhia das Letras

 

Este livro conta a história de Zlata, uma menina de onze anos que vive em Sarajevo, quando começa  uma terrível guerra : a Guerra da Bósnia, onde houve centenas de mortos e feridos.

Zlata pertencia a uma religião muçulmana, vivia em Dubrovnik, uma cidade perto da          ex-Jusgolávia,  com os seus pais, pois não tinha irmãos

Os seus passatempos eram :tocar piano, ler, ver televisão e escrever o seu diário que tinha sido o seu presente de aniversário predilecto. Foi nele que registou todos os terríveis dias da guerra, onde passou fome, frio, sede,  e perdeu muitos amigos .

  Foi através do seu diário, Mimmy que   mostrou ao mundo o seu sofrimento.

 

«Guerra na Croácia, Guerra em Dubrovnik, reservistas na Herzegovina. Os meus pais estão permanentemente a ver as notícias na televisão. Estão inquietos. A minha mãe chora muitas vezes quando vê as terríveis imagens que mostram. Com os amigos discutem política muitas vezes. O que é a política?» Diário de Zlata

 

«Os meus pais não querem que eu veja as notícias na televisão, mas não conseguem esconder-nos, a nós, crianças, os horrores que se passam. Voltaram as preocupações e a tristeza.» Diário de Zlata

 

«Cem bombas e obuses. É mesmo GUERRA.. Os meus pais estão muito inquietos; ontem à noite estiveram acordados até tarde, e ficaram muito tempo a conversar. Tentam decidir o que hão-de fazer, mas é difícil ser razoável. Separamo-nos e uns partem, ou ficamos aqui todos juntos »

 Diário de Zlata

 

«Digo para mim própria sem cessar que nós estamos sozinhos neste inferno, que ninguém pensa em nós, que ninguém nos estende a mão. No entanto. Há pessoas que pensam, que se preocupam connosco. » Diário de Zlata

 

Mariana Pinto , 7ºA

 

Bósnia-Hezergovina: Dez anos depois da guerra, um país ainda dividido por linha étnicas

 

 A Bósnia lembrou no dia  06 de abril de 2002 o décimo aniversário do início da sangrenta guerra civil que em 44 meses tirou a vida de aproximadamente 200 mil pessoas e motivou o deslocamento de dois milhões de muçulmanos, sérvios e croatas.

Os conflitos no país e o início do cerco a Sarajevo pelos sérvo-bósnios começaram em 6 de abril de 1992, alguns dias depois de os muçulmanos e os croatas proclamarem a independência da Bósnia em relação à antiga federação yugoslava.

 A guerra da Bósnia acabou em novembro de 1995 com o acordo de paz feito sob pressões internacionais na base americana de "Wright Patterson", em Dayton. Este acordo dividiu o país em dois entes autónomos, um dos muçulmanos e croatas e outro sérvio, resultando em um longo processo de reconciliação que ainda não pode ser considerado concluído.

A implementação do acordo de paz continua a desenvolver-se lentamente sob constantes pressões da comunidade internacional, que deseja restabelecer a sociedade multi-étnica que caracterizava o país antes do conflito.

Apesar das brigas nacionalistas e dos discursos ameaçadores terem diminuído, ainda há registros de episódios desse tipo entre os três principais grupos étnicos, demonstrando que o país ainda não conseguiu deixar para trás a herança da guerra e os ódios, e que a paz segue sendo frágil.

"Os habitantes de Sarajevo não vivem das lembranças da guerra porque ficariam loucos", afirmou o escritor muçulmano Sead Fetahagic. E acrescentou que as lembranças "das explosões de granadas e das longas noites sem electricidade, água e comida"  continuam-no a perseguir contra a sua vontade.

Se queres saber mais sobre este conflito, consulta o site

www.terravista.pt/enseada/2392/bosnia.htm

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Poeta Timorense -   Ruy Cinatti, o poeta agrónomo

 

Nasceu em 1915 na cidade de Londres, e em 1930 com os seus quinze anos começa a estudar agronomia.

Quando acabou o seu curso foi meteorologista, representando Portugal em várias reuniões internacionais.

Já em 1946 foi para Timor, onde residiu até 1966. Aqui foi secretário do governo Timorense, e depois foi também chefe dos serviços agronómicos.

Estudou Antropologia Social em Inglaterra (Oxford), sendo depois disto Investigador da Junta de Investigação do Ultramar.

É nesta altura que se dirige para Portugal onde se torna presidente da sociedade portuguesa de espeologia(1).  Também aqui fundou os “Cadernos de Poesia” e a revista “Aventura”. Em 1967 publicou o famoso  Ossobó”, conto de inspiração mítica Africana.

E  morre em 1986, aos  setenta e um anos.

 

(1) –Estudo geográfico da formação das cavernas, grutas fontes e águas subterrâneas e\ou da sua exploração.

 

 

 Poema do Pacto de Sangue

 

Nobres há muitos. É verdade.

Verdade. Homens muitos. É muito verdade.

Verdade que com um lenço velho

As nossas mãos foram enlaçadas.

 

Nós, como aliados, eu digo.

Panos, só um, tal qual afirmo.

A lua ilumina o meu feitio.

O sol ilumina o aliado.

 

Água de Héler! Pelo vaso sagrado!

Nunca esqueça isto o aliado.

Juntos, combater, eu quero!

Com o aliado, derrotar, eu quero!

 

A lua ilumina o meu feitio.

O sol ilumina o aliado.

Poderemos, talvez, ser derrotados

Ou combatidos, mas somente unidos.

                                     Ruy Cinnati

 

E aqui ai mais uma vez o site sobre literatura  e poesia que podes consular :

www.secrel.com.br/jpoesia

João Martins. 7º A

André Barata, 7ºA

Jorge Ferrão, 7ºA

 

 

 

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Dernière BD de la Classe de Techniques de Traduction

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bruna Reis, Elsa Paixão, Lia Nunes, 11º 4A et  Rosa Dias, 12º 4A

 

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Adieu !!! Français ! 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Pendant sept ans

J’ai appris le français,

Aujourd’hui je dis

Que c’était parfait…

 

Je l’ai choisi

Pour mon plaisir,

Parler bien français

C’était mon désir…

 

Je ne peux pas l’oublier

Car j’ai appris beaucoup

Et c’est un plaisir

Parler une langue connue…

 

Continuer à l’étudier 

Je ne sais pas…

Si vous le savez,

Alors dites-le-moi !

 

Marisa Geada, 11º 3A

 

Cette année, c’est ma dernière année de français. Après sept ans, cette discipline termine.

Son apprentissage a été utile car maintenant je sais parler, écrire et comprendre (enfin, plus ou moins !)

Si je vais rester heureuse en disant adieu au français ? Oui, peut-être ! Ce sera une discipline en moins mais qui sait si, plus tard, je n’en aurais pas besoin.

Pour conclure, je ne me repentie pas d’avoir choisi le français car j’avais cinq ans de français contre trois d’anglais et j’ai aimé.

 

Patrícia  Silva, 11º 2A

 

 

 

 

Je peux dire que j’ai appris beaucoup avec cette langue et qu’elle a contribué pour mon succès.

J’ai beaucoup appris sur la France et les Français mais, par-dessous tout, c’est à l’écrit et à  l’oral que j’ai fait des progrès.

J’aimerais poursuivre son étude mais je vais terminer cette année car, dans ma vie professionnelle, je ne vais pas avoir besoin de français.

Mais je vais continuer à lire une revue, un livre et même à parler français. Je ne vais pas l’oublier car c’est ma seconde langue.

Bonne chance à tous ceux qui vont poursuivre leurs études de Français à ceux qui vont l’initier.

Carina Serra 11º 1B

 

 

 

 

 

 

 

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THÈMES LIBRES

 

 

MES AMIS

 

David,

Avec ses cheveux roux,

C’est un garçon très gentil !

Mais pourquoi ne pense-t-il pas

A avoir une belle fille ???

 

Bruno,

Il est difficile ce garçon !

Il est toujours amoureux

Une fille, une autre…

C’est un garçon généreux !!!

 

Milène,

Une bonne amie

Qui est toujours là !

Si j’ai besoin d’aide,

Elle parle avec moi !!!

 

Le professeur,

Une femme qui ne reste

Pas à la maison !

Et nous aimons les congés

C’est vrai ou non ???

 

Moi,

Marisa c’est moi,

Votre grande amie

Qui aime les classes

La joie et les amis.

 

Marisa Geada, 11º 3A

 

 

 

         

                 L’école est presque finie!

 

Et oui, cette année est presque finie, il manque encore quelques interrogations écrites, des épreuves globales et les examens de la douzième année.

C’est vrai que le pire ce sont les examens et tout ce qui manque faire, mais il faut penser à ce que l’on a déjà fait cette année 01 / 02 (pour ceux qui ont réellement travaillé). J’espère que tout le monde a travaillé et, bien sûr, qu’une grande majorité ait participé au journal de notre école «Olho Vivo» .

Allez, les « potes » ! Courage ! C’est presque fini, bonne chance pour ce qu’il y a encore à faire et j’espère que beaucoup de finalistes entrent à l’université. Et préparez-vous pour la prochaine année !

Pendant les vacances, ne vous imposez pas de contraintes ! Rappelez-vous les bons moments que vous avez passés à l’école et oubliez les mauvais ! N’oubliez pas les amis et toutes les bêtises que vous avez faites !

Je souhaite de très bonnes vacances à tous les jeunes et même aux professeurs qui ont aussi beaucoup de travail !

Bonnes vacances à tous et amusez-vous bien !

                                                                                         Virginie Alverca, 11 º 1B

 

 

L’ÉQUIPE DE LA PAGE DU FRANÇAIS SOUHAITE, À TOUTE LA COMMUNAUTÉ SCOLAIRE,      UNE BONNE FIN D’ANNÉE, DE BONS RÉSULTATS AUX EXAMENS ET DE

BONNES VACANCES !

À L’ANNÉE PROCHAINE!

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A Forlorn Tale of the Forgotten Lands

 

It was a starless evening as Thorongil, captain of king Thingol's knights, walked through the Misty Forest. The moon was shining palely in the sky, and the cypresses and yew trees were casting gloomy shadows on the ground. On such a dreadful night the elven knight walked, seeking for the one who had, a few days before, attacked and killed the priests of the Tree of Life. Such a hideous crime had made King Thingol, the powerful ruler of the elven land, send his best knight to avenge the lives of those who had perished. Thorongil soon discovered that the bandit had fled to the Misty Forest, and although it was a place of witchcraft, home to many malignant beings with names now forgotten, there was no other choice but to go there.

He had walked in the forest for quite a while when, sat in a rock in the middle of a clearing, he saw a who that looked incredibly old, and who when saw the elf, signalled him to approach. The old man stared at him, and Thorongil greeted “Well met, old man. What are you doing amidst these cursed woods?”. The man replied, in a weary and feeble voice “Well met, Thorongil, and don't be surprised. I have heard of you, even if you haven't heard of me. Telcontar is my name, and I once was a powerful wizard. As for what I am doing here, I can only say I am waiting for you.” As he spoke, he seemed to get older and weaker. “I have little time left, so I will be brief. I know well the enemy you hunt for- his name has been cursed by many. He is Asgoth, a fiend who was once a man, a powerful warlock, who gave in to the darkness and assumed the form and powers of a dragon. A dragon-man! Oh, these are cruel times! Yet there is a way to defeat him. You must go to the Fairy Grove in the Mountain of Woe, and find the legendary sword that rests there. Only then can Asgoth be defeated.” As he said these words he fell to the ground with a sigh of relief. The forest was quiet now, quiet as death. Still thinking about what the old man had said, he set off for the Mountain of Woe.

 

This mountain stood alone in the far north, with its pine trees and birches covered with snow making it look like a diamond in the middle of an emerald. It was completely covered with trees except for a small clearing right at the peak, which could not be seen from the path. In that clearing, it was said, there was the fairy grove, where the people who got too close were imprisoned for the rest of their lives. Thorongil had heard about this, but nevertheless he resolutely rode to the top. He dismounted when he neared the clearing and approached it carefully. However, in the moment he walked in, a shadow fell over his eyes and everything went black. Seconds later something began to shine. Small beings, which he recognised has fairies, were approaching him. He heard hundreds of voices inside his head, asking him who he was and what he was doing there. Some were particularly cruel, telling him he would never get out of there alive. Suddenly they all stopped, and everything went black again. A creature even more brilliant than the others approached, and Thorongil gasped, has he had never seen such a beautiful creature before. It was similar to a woman, but at the same time completely different. She had light blue hair, that fell from head to her waist like silk, her skin was pale as ivory, her eyes seemed to have many colours, shifting from green to blue to brown to green again, and her body was so finely chiselled that it looked as of she were a pure goddess, descended from the skies to bring beauty to a scorched land. Her voice, however, was strong and powerful as she asked Thorongil “Who art thou, stranger, and what art thou doing in our midst?”. Dazed, he could only say “I am Thorongil, a humble knight from king Thingol's reign, and I seek a weapon with which I hope to slay a fiend that haunts this land. I say hope because the old man who hastened me on this quest perished shortly after our meeting.”

 

 

The woman - was it a woman? Could any human or elf be so beautiful?- widened her big eyes and amazed, said “So, you are the one Olorin foresaw would destroy Asgoth? A grim future awaits you indeed! I am Ellesime, Queen of this grove, and I do have the object you seek.” Thorongil realised he could see again, and in the middle of the clearing was a sword half buried in the ground. He had never seen such a magnificent sword. It had a silver blade, and its handle was made of gold with a huge emerald incrusted in it. Ellesime told him the sword's name was Ragnarok, the Raven Claw, and that it was the sword of vengeance. “Vengeance?” Thorongil asked. “Yes”, Ellesime replied in a disturbed voice, “this sword will not only avenge the one who bears it, but its creator as well, for this sword was forged by Asgoth himself, and only a weapon of his own making can send him to his final resting place.

Thorongil was shocked to discover that he would have to use a weapon made by evil. But Ellesime tried to reassure him and said “I know the thoughts that cross your mind. But worry not about that. It shall be enough to rid the land of that foul demon.” Thorongil took the sword, all the while thinking about his fate. He left the Mountain of Woe and returned to Thingol's castle.

Nothing could have prepared him for the shock that followed. Everything had been destroyed; the castle was still burning and dead bodies were scattered everywhere throughout the citadel. He ran to his own place, to find that only the walls were left. A man who had not yet died managed to speak and said to him “It was a man... with... dragon... wings.” and then he died. Feeling hatred and bloodlust growing inside, he drew out the sword Ragnarok, and to his surprise, the blade was glowing red. He then cut his own hand with the sword, and sworn over his blood an oath of revenge “You shall not be sheathed until your maker's blood runs black on your edge.” he said.

From the trail of destruction he deduced that the beast (or was it a man? He didn't know anymore) had fled to the Misty Forest. A shadow had fallen upon it, and everything was black and silent. He made his way across the woods hastily, for he couldn't wait to fight Asgoth.

Suddenly he heard a deep voice, who said “So, you are the one who carries my sword, and seeks to kill me. I am invincible and I fear no one. So come, you pitiful elf, and show me what you are worth!'. And Asgoth, for it was he, jumped in front of Thorongil, who could now see him for the first time. He was humanoid, his skin completely white, as was his hair, and his eyes burned red with anger. He had two great scaly wings and he wielded a spear which looked like It was made of bone. But Thorongil wasn't scared. “Silmarien, grant me death and victory!” As he said this, he leaped forward and plunged the sword into Asgoth's heart. “How... how can it be... I am...” the evil one squealed, and died immediately, his body turning to dust.

'It is done', Thorongil said and he returned to the citadel. It was night now, as he walked among the bodies of his former friends. He stopped at the place that had once been his home. He looked at the sword and, to his surprise, it was still glowing red. He understood finally that for Asgoth to be destroyed once and for all, he, Thorongil, also had to be sacrificed. He kneeled in front of the door and said “Silmarien forgive me, for I wasn't able to protect my home and family.” and at these words he crumbled to dust in the doorstep.

 

Joao Seco 11º lB

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Have fun with English

 

In this puzzle you find words related to HOLIDAYS.

Try to solve it and then put your answer in one of the "Olho Vivo" boxes.

The best will win a prize. (Don't forget to write your name, class and number)

 

1.   Good hotels offer rooms with bath, a shower and ……

 

2.   In summer the sun is really ……

 

3.   We can …... in the sea, in the river or in the swimming pool.

 

4.   Lots of people go to the in summer; there they lie on the sand and get brown.

 

5.   For those who prefer adventure holidays there's always the …… with its sands dunes, its oases and its clear nights.

 

6.   Those who haven't got much money and can't spend their holidays at a hotel, can spend them in a tent or better still in a …… 

 

7.   My friends have a …… near the sea; it's very pleasant because there are no stairs to go up and it is in the middle of a big garden full of flowers.

 

8.   A warning to any …… :Watch out! Don't stay too long in the sun. You can get sunstroke or even skin cancer.

 

9.   My dream is to spend two weeks on a tropical island. I'd swim for hours in the deep blue sea and then sit under the …… …… (two words) eating a mango or drinking pineapple juice.

 

10. If some people go to the beach in summer, others prefer the quietness of the …… where they can watch the animals and the plants and go for long walks.

 

11. Peter's just bought a new tent and is going to spend a week at the new …… (two words) by the sea.

 

12. Hotels, bungalows, chalets, caravans, youth hostels are types of for all ages and purses.

 

13. When they are on the beach, men usually wear shorts or …… ……(two words).

 

14. Figueira da Foz, Praia da Rocha, Biarritz, St Tropez, Miami are famous …… ……(two words).

 

15. What does a woman wear at the seaside? A bikini or a …… …… (two words).

 

16. That's a cheap kind of hotel where you can sleep and have breakfast; …… …… …… (three words).

 

 

 

 

Am Ende dieses Schuljahr werden ein paar Vögel das Nest verlassen. In den Deutschunterricht haben die Schüler des zwölften Jahres Klasse 4A einen Aufsatz über die Träume, die sie einmal verwirklichen möchten.

(No final deste ano lectivo, alguns “pássaros voarão para fora do ninho”. Na aula de alemão os alunos do 12º ano, turma 4A, escreveram uma composição sobre os projectos que gostariam de ver concretizados na sua vida futura).

               

Ich hoffe mehr Liebe und Verständnis für unsere Welt. Ich hoffe auch für die Zukunft Frieden für mich und meine Familie. Meiner Familie wünsche ich auch Gesundheit. Meine Mutter und mein Vater helfen mir meine zukunftigen Pläne zu verwirklichen, sie sind meine besten Freunde.

            In der Schule habe ich die Hoffnung, dass dieses Jahr das letzte Jahr in der Sekundarschule wird. Zur Zeit habe ich noch keine bestimmte Idee über meine Karriere, weil ich mich noch nicht entschieden habe, was ich später machen will.

(Ana Cláudia Henriques)

 

(Desejo para o mundo mais amor e compreensão. Desejo também paz e saúde para mim e para a minha família. Os meus pais são os meus melhores amigos e ajudam-me a concretizar os meus sonhos. Tenho esperança que este ano seja o último na escola secundária. Por enquanto, não tenho uma ideia específica sobre a minha carreira; ainda não me decidi sobre aquilo que quero fazer no futuro).

 

Für mich hoffe ich in diesem Jahr den 12. Schuljahr zu beenden. Dann möchte ich in die Uni gehen. Es gibt einen Englisch- und Spanischkurs, der mir gefällt. Einer meiner Träume ist ein Auto zu haben und wenn ich einen Studienplatz bekomme, werde ich vielleicht ein haben. Aber was ich wirklich möchte ist ins Ausland zu fahren. Ich möchte nach Spanien, Ägypten und USA fahren. Ich finde, dass diese sehr interessante Länder sind.

            Ich möchte auch eine Familie haben aber zuerst will ich meine Pläne verwirklichen.

 (Mónica Paiva)

 

(Desejo completar o 12º ano e entrar para a universidade. Há um curso de inglês-espanhol que me agrada. Um dos meus sonhos é ter um carro e se conseguir entrar na universidade talvez receba um. Mas o que eu verdadeiramente desejava era viajar para o estrangeiro. Gostaria de visitar Espanha, o Egipto e os Estados Unidos porque penso que estes países são muito interessantes. Também gostaria de formar uma família mas primeiro tenho de concretizar os meus sonhos)

Ich möchte mehr Liebe, Freiheit und hauptsächlich mehr Verständnis für unsere Welt. Ich hoffe für die Zukunft, dass die Leute sehr friedlich wären. Die Erde ist in Gefahr, weil es viele Unterscheidungen, Arbeitslosigkeit und Obdachlosen gibt. Außerdem gibt’s auch sehr viel Armseligkeit.

            Es gibt viele Probleme in der Schule, zum Beispiel, wir brauchen mehr Schulbildung, besonders Technik und diese Probleme sind schwieriger in den ärmeren Ländern. Meine Zukunft und meine Karriere hängen von der ganzen Welt ab. Ich bin ein Weltbürger, denn ich bin hier, um die Menschen zu helfen.

(Mário Tiago Fernandes)

 

(Gostaria que no nosso mundo houvesse mais amor, liberdade e compreensão. Gostaria que no futuro as pessoas fossem mais pacifistas. A Terra está em perigo, porque há muitas diferenças, desemprego, mesquinhez e gente sem abrigo. Também há muitos problemas na escola, por exemplo, precisamos de melhor formação escolar, principalmente formação técnica; estes problemas são ainda mais graves no países pobres. O meu futuro e a minha carreira dependem do mundo. Sou um cidadão do mundo e estou aqui para ajudar as pessoas)

 

 

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Pagina de Informática

 

 

Núcleo de Profissionalização em Serviço                                                                                      Maio/02

 

Máquinas fotográficas digitais

 

Anedotas

Informática

 

 

 

 

 

Algumas questões teológicas podem ser melhor compreendidas se pensarmos em Deus como sendo um programador de computadores.

 P: Como é que Deus gere os assuntos terrenos?

 R: Se um erro crítico acontecer, o sistema detecta-o automaticamente, ele é avisado, faz o login de casa e coloca o sistema novamente a funcionar. Se não, o assunto pode esperar até amanhã.

 P: Quando foi que terminou a Era dos Milagres?

R: Essa foi a fase de desenvolvimento do projecto. Agora estamos na fase de manutenção.

 P: Porque é que Deus admite que o diabo exista?

 R: Deus pensa eliminar o diabo numas das próximas versões.

P: Como é que eu me posso proteger do diabo?

 R: Altera a tua password todos os meses e não utilizes nomes, palavras comuns ou a data de aniversário.

 P: Se eu rezar a Deus ele ouve-me?

 R: Podes desperdiçar o tempo dele dizendo-lhe o que queres, ou podes simplesmente deixá-lo programar em paz.

P: Algumas pessoas afirmam que ouvem a voz de Deus. É isso verdade?

 R: Provavelmente receberam um e-mail trocado.

Já lá vai o tempo em que era preciso pagar mais de dois mil escudos para ver o resultado de um rolo de 36 fotografias... ainda por cima, não raras vezes para descobrir que a maioria das fotografias não ficavam como se pretendia... a solução são as máquinas fotográficas digitais, que estão hoje a preços muito mais acessíveis.

 

Embora seja ainda cedo para falar da substituição completa da fotografia analógica pela tecnologia digital, algumas vantagens se salientam:

·   Recompensa imediata;

Menor exigência de perícia;

·       Maior facilidade na partilha de imagens;

·       Maior liberdade na edição de imagens.

 

As máquinas fotográficas digitais também têm inconvenientes:

·        Não são aconselhadas para quem não tem um computador – apesar de algumas máquinas poderem imprimir directamente para a impressora;

·       Se for de férias não vale a pena munir-se de uma série de rolos, mas assegurar que tem onde guardar as imagens entretanto recolhidas quando a memória está preenchida.

 

Especificidades da tecnologia de máquinas fotográficas digitais a ter em conta na tomada de decisão:

 

·       Não existe rolo fotográfico;

·       Os mesmos cartões de memória são usados repetidas vezes;

·       É preciso assegurar algum espaço livre no disco do computador;

·       Materializar as fotografias pode dar mais trabalho- cada vez mais estúdios oferecem serviços de revelação de fotografia digital num menor espaço de tempo e a preços mais interessantes e a preços mais interessantes.

 

Os aspectos fundamentais na compra de uma máquina fotográfica digital são:

·       Resolução;

·       Memória;

·       Bateria;

·       Preço.

 

Máquina Fotográfica Digital Nikon Coolpix 950

·        

Fonte: www.elaconta.pt

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OLIMPÍADAS DA FÍSICA

No dia 11 de Maio de 2002, realizaram-se as olimpíadas regionais de Físicas, na UC departamento de Física. Em cada ano lectivo realizam-se provas em dois escalões. O escalão A reservado para alunos do 9º ano de escolaridade e o escalão B destinado a alunos do 11º ano de escolaridade, com idade inferior a 19 anos a 30 de Junho do respectivo ano lectivo. No escalão A a representação fica a cargo de uma equipa de 3 alunos. No escalão B a representação é individual podendo cada Escola apresentar um máximo de três alunos. Nós, em representação da Escola, participámos acompanhados pelas professoras Maria José Pires e Luísa Farromba.

Tivemos que acordar cedo para chegar às horas prevista e apanhar o transporte cedido pela Câmara.

As provas que realizámos eram constituídas por uma parte teórica e uma experimental, com uma hora de duração cada. Nas provas propõem-se questões divertidas, intelectualmente estimulantes, apropriadas para uma abordagem em ambiente despreocupado sem os constrangimentos dos exames.  No entanto, temos que referir que os conteúdos se afastavam um pouco dos programas leccionados. Para sermos apurados teríamos de ir muito bem preparados e habituados a resolver problemas semelhantes.

As refeições foram-nos fornecidas: pequeno almoço, almoço e lanche. Tivemos ainda tempo de passear um pouco em Coimbra e na Universidade.

Recebemos um diploma e uma mala muito engraçada que tínhamos utilizado no trabalho experimental.

Concluímos que a nossa participação for satisfatória, e que gostamos muito de participar. As olimpíadas da Física devem continuar, pois permitem o desenvolvimento da Física em Portugal e proporcionaram uma experiência muito preciosa.


 

José Pedro Miranda, 11º 1B

Nuno Reis, 11º 1B

Oseias Santos, 11º 1B

 

 

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VI COLÓQUIO JUVENIL DE HISTÓRIA DA ARTE

 

“... s/ Antero”

 

 

Alunos e professores da Escola Secundária com 3º ciclo do Fundão participaram no VI Colóquio Juvenil de História da Arte, que se realizou nos dias 4, 5, 6, 7, 8 e 9 de Maio, nos Açores.

Estes colóquios, destinados ao ensino secundário, são organizados sem interrupção, desde há cinco anos, por diferentes escolas. Desta vez a organização do colóquio pertenceu à Escola Básica 3/ Secundária Antero de Quental, em Ponta Delgada – Ilha de S. Miguel.

O tema “... s/ Antero” (será sem? ... será sobre? ...) implicava uma abordagem que, independentemente do meio de expressão utilizado, tivesse como suporte Antero de Quental.

Sobre (ou sem) Antero, os alunos desenvolveram os seus trabalhos, orientados pelos professores das várias disciplinas. A composição plástica colectiva - “A um Poeta”, a exposição fotográfica – “A rede viária romana da Beira Interior Sul” e a instalação com apoio de vídeo – “Ambiguidades” foram os três trabalhos apresentados pela Escola Secundária com 3º ciclo do Fundão.

A escola anfitriã organizou este colóquio de modo a proporcionar uma experiência, humana e educativa, enriquecedora a todos os participantes; desde a recepção e apresentação das alunas - guia (Raquel e Sílvia); a momentos de convívio, na escola e no passeio pela ilha; a ensaios de apresentações; montagem e desmontagem de trabalhos.

Finalmente, o sentimento de nostalgia (inevitável), que nos acompanhou no regresso a casa, é testemunho de sete dias na Ilha de S. Miguel e das vivências aí ocorridas ...

 

Martínia Gordino

FOTOS 1,2 e 3 - Montagem de trabalhos para exposição.

FOTO 4 - Lagoa de Sete Cidades – Ilha de S. Miguel.

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PROGRAMA FÉRIAS EM MOVIMENTO

 

És um jovem calmo? Que gosta de estar em casa a adorar as almofadas do sofá? Então o Férias em Movimento NÃO É PARA TI !

 Se, pelo contrário, procuras ACÇÃO então nas tuas férias vamos dar-te a oportunidade de explorar a fundo a palavra FÉRIAS !

Podes conhecer sítios fantásticos, praticar os desportos mais radicais que conheces e fazer amigos de todo o País! Até os teus pais vão ter inveja ! Mas aqui não entra adulto! Eles não aguentam esta pedalada...

 Que tipo de Férias?

Exemplos de actividades:

Apanhar borboletas – cancelado por falta de inscritos

Croché e ponto de cruz – não há

Contar caracóis – cancelado por falta de caracóis

Outras actividades: Informática e Internet; Desportos Radicais; BTT; Passeios e Montanhismo; Canoagem e Mergulho; Visitas a Monumentos Históricos; Praia e Actividades Aquáticas; Fotografia, Vídeo e Rádio; Equitação e Golf

 

Onde?

Campos Residenciais

Idade? dos 14 aos 18 anos.

Alojamento e alimentação? damos!

Actividades? a fundo!

Segurança? máxima, por monitores especializados!

Quanto tempo? uma semana a valer.

 

Campos Não Residenciais

Tens entre 8 e 12 ou 13 e 16? podes vir!

Alimentação? à maneira!

Que actividades? todas as que conseguires fazer!

Aqui também há monitores ? claro. e dos bons!

Duração? 5 dias.

 

Não esqueças de dizer aos teus Pais:

Seguro de acidentes pessoais válido para todos os participantes.

Os transportes de e para os campos não estão incluídos! Os pais vão ter que colaborar, ok ?

Para mais informações poderás contactar com: N.º Nacional: 213 179 235/6 ou na DELEGAÇÃO REGIONAL DO IPJ de Castelo Branco

 

Calendário para o Verão 2002

Calendário para o período do VERÃO 2002

Inscrição dos Jovens: - de 17 de Junho (segunda feira) a 7 dias úteis antes do início de cada campo

  – inscrição on-line –

Realização de projectos os projectos podem realizar-se a partir de 13 de Julho e apenas até 08 de Setembro (data limite para o final dos projectos)

 

http://www.sej.pt/AreaTematica.asp?Cod_AreaTematica=1032

 http://www.sej.pt/

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REUNIÃO DE DELEGADOS

 

Dando seguimento ao projecto que se realizou durante todo o ano lectivo 2001/02, também no dia 29 de Maio se reuniram os representantes de cada turma para continuar a discutir os problemas e necessidades da escola, e, desta vez, também para fazer o balanço destas reuniões. É apenas de lamentar a baixa assiduidade que mais uma vez se verificou estando apenas 16 turmas representadas.

Caixa de texto: FICHA TÉCNICA

DIRECÇÃO
Escola Secundaria do Fundão

REDACÇÃO E CONCEPÇÃO GRÁFICA

Clube de comunicação
“OLHO VIVO”

ESCOLA SECUNDÁRIA DO FUNDÃO
R. António José Saraiva 6230 Fundão

TIRAGEM
300 exemplares

Em primeiro lugar, deu-se resposta aos problemas apresentados na reunião passada: os alunos podem agora comer fruta no bufete; foram reparadas alguns bebedouros; atenuou-se o problema do cheiro nas casas de banho. No entanto os problemas relacionados com as estruturas desportivas e com a cantina não puderam ser resolvidos pois estes espaços não são da total responsabilidade da escola. Foi também abordado o problema das fotocópias e impressões na biblioteca. Para tirar fotocópias os alunos devem comprar previamente um impresso na papelaria. Este deverá ser apresentado sempre que se tirar uma cópia que não seja para trabalhar no próprio local. Quanto a impressões, cada aluno tem direito a 10 páginas gratuitas num trabalho com cerca de 40, sendo as restantes pagas a 0,05 €. Falou-se dos problemas com as filas na papelaria e no bufete. Embora se saiba que este problema não resulta apenas dos alunos, pede-se que estes melhorem o civismo e cumpram a ordem quando estão na fila. Por último, pediu-se desculpa aos alunos pelo incómodo causado pelas “armadilhas” resultantes da alteração do sistema de aquecimento.

Durante o tempo de antena da A.E. fez-se referência às actividades realizadas durante o “mês do estudante”. A semana de sensibilização e a semana da literatura foram consideradas positivas e apresentou-se o programa para a semana da música: karaoke  quarta feira às 22:00 no Praça Velha Bar; concerto com Mind Yard e Purple Angel quinta feira às 21:30 no Parque das Tílias; arruada do estudante sexta feira às 21:30 com concentração na Praça do Município e Rave Party às 23:00 no Parque das Tílias.

Em forma de conclusão e também de despedida fez-se o balanço das actividades realizadas ao longo do ano e fizeram-se sugestões para o ano seguinte. As reuniões de delegados de turma tiveram um balanço positivo tendo sido consideradas uma boa iniciativa embora tenham começado tarde de mais. As reuniões foram avaliadas como um bom espaço de diálogo onde os alunos podem apresentar as suas críticas onde só se lamenta a falta de participação e o desinteresse demonstrado por alguns alunos que sendo representantes de turmas, nunca estiveram presentes nem enviaram alguém em substituição. As reuniões devem continuar no próximo ano pois o diálogo entre alunos e a instituição é sempre importante. Para o próximo ano pediu-se cuidado na realização dos horários  de modo a evitar colocar vários blocos de 2h no mesmo dia. Pediu-se também responsabilidade na escolha do delegado de turma do próximo ano lectivo devendo este ser uma pessoa capaz de desempenhar o cargo correctamente. Foi também sugerida a transformação do Concelho de Delegados de Turma num Órgão Informal da Escola, pois daria às reuniões um carácter mais institucional.

Os delegados de turma desejam boa sorte para as provas de avaliação e pedem mais colaboração nas actividades da escola no próximo ano.

 

Daniel   A., 10 1C


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