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Turmas de 7º Ano vão participar num
programa da SIC
“O existencialismo não é anarquismo”
Poeta Timorense - Ruy Cinatti, o poeta agrónomo
Dernière BD de la Classe de Techniques de Traduction
A Forlorn Tale of the Forgotten Lands
VI COLÓQUIO JUVENIL DE HISTÓRIA DA
ARTE
O ano lectivo aproxima-se do fim. Chegou o momento decisivo dos exames
e das provas globais. É uma época serena de profunda concentração. É necessário
hierarquizar prioridades, sacrificar alguns desejos e investir no futuro. Avizinha-se também a época das grandes opções:
para uns, a selecção dos cursos universitários, para outros, as opções de 12º
ano, ou simplesmente a escolha do agrupamento. Quase todos terão a árdua tarefa
de definir objectivos. Para isso devem
partilhar anseios e angústias; informar-se antes de decidir.
Ao longo deste ano que finda cumpriram-se projectos e visitas de estudo. Promoveram-se
exposições, debates e espectáculos... Realizaram-se actividades dos grupos.
Envolveram-se professores, pais, alunos e funcionários de modo a transformar a
Escola num espaço dinâmico, atractivo e acolhedor.
A chegada das férias vai proporcionar o alívio e o
descanso merecido. Poderemos retemperar forças para mais uma etapa.
Também o Olho
vivo encerrou mais um ciclo, o quinto ano da sua existência. Agora que encerra
as portas fica a questão: Ano novo! E agora?
Bons exames! Boas férias! Boa Vida!
J.S.A.
Realizaram-se eleições para o Concelho Executivo, no passado dia 23 de Maio, com uma afluência à urna de 96,3%. Concorreram duas listas. A lista A venceu com 154 votos contra os 71 da lista C. Aguarda-se a tomada de posse da equipa constituída pelos professores: Estêvão Lopes, João Teodósio e Maria João Baptista.

Imagens realizadas pela sonda
Pathfinder mostram aparentes indícios de clorofila no planeta vermelho – Marte
Cientistas
da NASA têm novos motivos para sustentar a hipótese de existência de vida no
planeta Marte. De facto, imagens obtidas na superfície de Marte pela sonda Mars
Pathfinder detectaram o que parecem ser vestígios de clorofila.
Cada
substância reflecte ou absorve radiações características [ como se fosse uma
"assinatura" própria ]. Carol Stoker analisou as imagens
multi-espectrais recebidas e encontrou seis pontos onde havia o
"autógrafo" da clorofila.
A
confirmarem-se estas notícias o planeta vermelho acaba, assim, de ganhar um
toque de verde e esta descoberta pode trazer um novo alento para a perspectiva
da existência de vida no planeta vizinho.
A clorofila é a
substância usada pelas plantas para converterem a luz do Sol em moléculas portadoras de energia e que serão utilizadas
na formação das ligações entre os átomos de carbono, formando carbo-hidratos,
no processo conhecido como fotossíntese.
Tal como pode
observar-se a clorofila é uma molécula muito complexa que possui um átomo de
magnésio central mantido por um anel de átomos de azoto.
Apesar
de tudo Carol Stoker apresentou os resultados de forma bem cautelosa.
Max Bernstein, colega de Stoker, vai dizendo que " ... esse resultado é muito provocante e, a confirmar-se, tem implicações estonteantes... " e que há “ ... questões que precisam ser respondidas antes de podermos afirmar que há clorofila em Marte."
Dia 17 de Junho, os alunos de 7º ano deslocar-se-ão a
Lisboa, aos estúdios da SIC para participarem numa aventura televisiva .
Tudo começou com a participação num concurso promovido
pela SIC , “ ABC da Televisão – da sala de aula para a TV”, que tinha como
objectivo a elaboração de um guião para um programa concebido pelos alunos.
Assim, no mês
de Abril, os alunos do 7º ano criaram um programa de entretenimento a que deram o nome de : “ Tás na Escola, Tás
na Boa “ e enviaram-no para a SIC .
Os resultados do concurso foram divulgados esta semana
( 21 de Maio) às escolas, tendo o júri decidido premiar todos os projectos apresentados pelas diversas escolas do país, não
destacando nenhum em particular porque consideraram difícil avaliar “a
qualidade dos projectos apresentados e tudo quanto eles testemunham acerca da
dedicação, do empenho e da criatividade dos participantes.” (cito o
Director de marketing da SIC).
Desta forma, os alunos são convidados a passar um dia
num estúdio profissional da SIC como intervenientes de um programa de
televisão. Uma equipa de reportagem acompanhará esse dia de trabalho, que
reunirá centenas de alunos das escolas de todo o país, no processo de feitura
do programa que será gravado no dia 17 de Junho e transmitido no mês de Julho,
data a anunciar.
A Professora responsável pelo projecto
Maria de Jesus Lopes
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O sonho acabou E o dia acordou-me novamente Para a realidade. Passo a passo dirigir-me À entrada que me levava Ao mundo. Na calçada gasta e suja Pisava a areia ainda adormecida E a maresia sentia-se até às entranhas. Sem pensar já estava com os pés Mergulhados na areia húmida Que arrepiava os meus sentidos Como se a pisasse pela primeira vez. Naquele instante Todo o mundo era belo. Ninguém se apercebe que o sal Se interlaça na água E que as belas ondas Trazem uma mistura de sentimentos Que ali sempre vão ficar guardados. Quando dei por mim Revivia o que já tinho considerado passado Lembrava aqueles belos e silenciosos olhos Que sempre me falavam de amor. Fiquei triste porque foram eles Que me condenaram à solidão. Senti aqueles lábios sedosos Como se me beijassem novamente. Onde estás tu meu oceano de amor? Que tantas caricias me fizeste |
Mas que tiveste de fugir Sem pensar que a água salgada Também está nas minhas lágrimas. O sol já se punha e aquecia O meu corpo que gelava enquanto recordava É neste momento que sinto a falta Do calor do teu corpo. Apetece-me entrar naquele imenso mar E navegar sem destino Quero naufragar numa ilha deserta Porque mais só não posso ficar. Há noite! Em cada estrela Estaria a recordar os bons momentos contigo E junto ao mar estaria junto a ti. Não tive noção do tempo, De repente um corrupio Circulava em volta de mim. Chegou o momento de regressar Ao meu leito. Onde não te recordarei Mas sonharei que nunca foste embora E que estás junto de mim. O mundo é sonhar porque Assim encontro a felicidade. O meu pesadelo é acordar Porque entristece o ser que Já é triste. Por ti morrerei meu amor! Pois o meu sonho será eterno E só a minha vida terá um fim... Tary |
Mesmo no século da tecnologia e da ciência e do
cepticismo destas proveniente, somos incapazes de afirmar ou negar plenamente a
“existência” de Deus.
Ora, a ciência é muito renitente em ceder a permissões
como a existência de uma supra-realidade metafísica, entendendo por ela tudo o
que é Inteligível como “supersticioso”,
“mito”, “dogma”, entre outros sinónimos extremistas. Contudo, o “neuroteólogo”
Andrew Newberg afirma que o cérebro humano está “preparado” para acreditar em
Deus, afirmando a existência Deste, comprovando-O por meio de testes
objectivos, constituídos por fotografias cerebrais de um monge tibetano e de
uma freira franciscana “em oração profunda e contemplativa” . No momento do
pico espiritual, a zona do lobo parietal, “responsável pela definição da
fronteira entre o eu físico e o resto da existência”, era menos irrigada de
sangue – “índice dos níveis de actividade neurológica” nessa área. Assim, o eu
“separava-se” de si aproximando-se, por instantes, de uma “transcendência
mística”, possibilitando ao indivíduo a
experiência de “uma sensação de consciência ilimitada e comunhão com o
infinito.” Este autor defende que a bagagem genética do indivíduo
impulsionadora da percepção destes sentimentos, é fundamental e determinante e,
por conseguinte, refuta a base de cariz emocional ou mesmo uma “inclinação
voluntária” para a vivência desta realidade. Newberg defende, portanto, a
existência de duas realidades: “numa, a percepção atinge a mente através do
filtro do eu. Na outra, o eu é posto de lado, e a percepção torna-se mais
ampla”, ou seja, é despoltado um despertar abrupto de todos os
sentidos.
Decerto que neste momento interrogamo-nos – qual a
realidade verdadeira ou a real de facto?
“Andrew Newberg
sorri. A realidade, teoriza ele, é uma
questão de grau – o que se sente como mais real é mais real.”
Não sou crente.
Contudo, sinto que algo supera o Homem e não supera;
afinal estas percepções partem do eu interior, são os meus olhos; basta haver
Poesia e
“Além-Deus! Além-Deus! Negra calma...
Clarão de Desconhecido...
Tudo tem outro sentido, ó alma,
Mesmo o ter-um-sentido...”
- F. Pessoa
Arte
e Luz e Treva e Indefinido e Comunhão e
Conflito e Ser, para que haja já uma realidade metafísica, neste plano,
neste mundo finito e, consequentemente, no homem sempre aspirante ao último
andar, onde reina o belo atroz, a dor estética, o êxtase dionisíaco e o sonho
apolíneo, entre outras percepções tão paradoxais e sublimes quanto as
anteriormente referidas .
“Por isso eu tomo ópio. É um remédio.
Sou um convalescente do Momento.
Moro no rés-do-chão do Pensamento
E ver passar a vida faz-me tédio.”
- A. de Campos
Afinal, o que é a realidade, senão uma multiplicidade de
argumentos, por vezes tão divergentes? O que era ela para Pessoa? O que é ela
para um existencialista, para um niilista, ou o que foi ela para Buda? Não pode ser só um grau? Ou temos de
chafurdar todos por igual numa gamela
absurda e estapafúrdia, quando aspiramos cear no Olimpo?
Porque terá a Vida
de ser “feita de pequenos nadas?” Temos que nos anular? E o que fazer a
esta vontade de poder e de superação, que não é um ascetismo cristão nem, muito
menos, um niilismo redutor? Esperar por outra vida?...
“Querendo,
quero o Infinito”.
- F. Pessoa
“Antes
de me afundar no grande sono, quero que ouças o grito da borboleta”.
- J. Morrisson
Incendiai-vos... não as velas de uma fria mansarda
erguida em cima de tantos sacrifícios e mártires e mortes e guerras “santas” e
fogueiras e papas e padres e filhos-por-aí-à-doida. Tendes Deus em vós, não
deveis nada àquele “que morreu por nós” e por mais piedade que podereis sentir,
atentai que ele está Morto e Enterrado e não interessa mais, porque não está em
mim e não é Eu; há antes o Mundo e tudo o que ele permite percepcionar, cheirar
ou ver- que cada qual tenha Deus em si e para-si.
Fonte de I. : Selecções do Reader’s Digest, Dezembro de 2001, página 34
Venho por este meio esclarecer algumas duvidas que se levantaram com o
texto “Arcus Nimis Intensus Rumpitur”, publicado no “Olho Vivo” de Março do
corrente ano:
“Não seria nunca possível implantar
um sistema anárquico em Portugal”..., o Sr. Orestes fez das minhas as suas
palavras, apesar de eu ter englobado
toda a humanidade e não apenas o nossos país, (...”os homens não têm
inteligência suficiente para encarar o anarquismo”...).
Quanto ao exemplo do pastor, bem.... foi um exemplo, e como tal não
deve ser levado à letra. “Há muitos pastores...é uma classe que não possui o
tipo de iluminação intelectual que possuis, origem dessa consciência individual
e benfeitora que poderás possuir.” Uma frase que consideraria bastante
insultuosa se fosse pastor, será que ser pastor é sinónimo de ser analfabeto ou
de não possuir inteligência? Só um aluno como eu possui uma consciência
benfeitora? Grave acusação Sr. Orestes, reze para que o sindicato dos pastores
não venha a saber disto...!!!
Em relação à “pequena imperfeição” de “acreditar que o ser humano é
naturalmente bom”, não foi nada que eu não tivesse frisado ao longo de todo o
segundo parágrafo do meu texto, por isso, não vejo isso como uma “crítica”
pertinente.
O Sr. Orestes referiu que “o pensamento de Sartre chega até nós sob um
ponto de vista ontológico e fenomenológico, não como um sistema político”, isto
é, realmente, uma possível interpretação, mas como se provou no Colóquio “Da
Informação ao Conhecimento” com o Dr. Paulo Serra, um texto é alvo de infinitas
interpretações, e essa incerteza e aparente ambiguidade, não passa afinal de
uma riqueza.
Como é obvio, o
texto “Arcus Nimis Intensus Rumpitur” foi escrito num plano ideológico e não
num plano prático e funcional.
“Não seria possível implantar um sistema anárquico...por mais boa
vontade que tenhas”. Quanto à minha tendência política ou à minha “boa
vontade”, acho que durante todo o texto a mantive em confidência, por isso, agradecia
que não fizesse falsas referências quanto às minhas “vontades”.
Se permanecer com alguma duvida contacte-me directamente, não vamos
fazer disto um debate “on-paper”, por muito interessante que se tornasse.
Espero que tenha contribuído para o esclarecimento do texto.
Pedro
Belo 11º 1A
|
Nome
da obra: A Vida Mágica Da Sementinha
Editora:
Caminho A
Vida Mágica Da Sementinha é uma obra escrita por Alves Redol
(1911-1969), um escritores
português, representativo do Neo-Realismo
em Portugal .
Utilizando uma linguagem simples,
transporta-nos numa viagem fascinante
até ao mundo imaginário de um pequeno grão de trigo . A leitura
deste livro prende-nos desde o seu início, desde o momento em que “a nossa amiga sementinha procurou um
torrãozinho de terra “para descansar a sua cabeça , até ao momento em que
trava amizade com o rouxinol
vagabundo , ou com os dois chapins azuis, ou até com o consolo que é
encontrar uma teia de aranha para fazer a sua sesta! Faz-nos
estremecer quando se vê, só, na escuridão, apertada no fundo da Terra , sem
saber o que lhe irá acontecer . Sentimos uma sensação se “de querer saber
mais ...
Convido-vos a ler e a navegar nestas aventuras da Sementinha.
Acreditem! Hão-de concordar que afinal este livro não é mais do que uma
fascinante história real da vida de uma simples sementinha! Pedro Campos , 7.º B |
Nome
da obra : Diário de Sofia & Cª Autora
: Luísa Ducla Soares Editora
: Civilização Como o
título indica, este livro conta-nos a vida de uma jovem de 15 anos, Sofia, a
quem deram um diário, “Deram-me este diário quando fiz anos. Tive tal
desilusão quando o desembrulhei, que me apeteceu atirá-lo para o caixote do
lixo.” Mas um dia , Sofia diz “ Hoje encontrei- o. É domingo. Devia
estudar mas não estou para isso. Folheio o livrinho em branco, imagino o que
está ainda em branco na minha vida. Porque não hei-de escrever sobre mim ?
“E assim aconteceu. Neste livro, podemos encontrar a história desta jovem que tinha problemas como todos nós adolescentes, com os pais, com os amigos e com as borbulhas ... Coisas de adolescente! “A mãe resolveu levar-me à
ginecologista por eu ter dores de barriga em certos dias. Fiquei furiosa.
Tantas amigas sofrem do mesmo. A avó Glória escandalizou-se, até alterou a
voz. - Ó Adelaide, arranja uma botija de água quente para
a miúda. Médicos para isso... De tanto serem remexidas até perdem a vergonha. Não pude deixar de rir.”
Se quiseres saber mais, lê este
livro, porque vais gostar. Sónia Brito , 7º A |
Poema
|
Os
números e os sinais Os
símbolos e as equações Os
cardinais, os ordinais E
os resultantes das operações |
As
expressões de grande porte Os
problemas de arrasar Mesmo
as contas de morte Não
são difíceis se se pensar |
E
os triângulos, os rectângulos Uma
sabedoria temática Complementam
uma magia Um
saber, a Matemática. João
Craveiro, 7º A |
O
DIÁRIO DE Zlata : a vida de uma
menina de guerra
Autora : Zlata Filipovic
Editora : Companhia das Letras
Este livro
conta a história de Zlata, uma menina de onze anos que
vive em Sarajevo, quando começa uma terrível
guerra : a Guerra da Bósnia, onde houve centenas de mortos e feridos. Zlata
pertencia a uma religião muçulmana, vivia em Dubrovnik, uma cidade perto da ex-Jusgolávia, com os seus pais, pois não tinha irmãos Os seus
passatempos eram :tocar piano, ler, ver televisão e escrever o seu diário que
tinha sido o seu presente de aniversário predilecto. Foi nele que registou
todos os terríveis dias da guerra, onde passou fome, frio, sede, e perdeu muitos amigos . Foi através do seu diário, Mimmy que mostrou ao mundo o seu sofrimento. «Guerra na
Croácia, Guerra em Dubrovnik, reservistas na Herzegovina. Os meus pais estão
permanentemente a ver as notícias na televisão. Estão inquietos. A minha mãe
chora muitas vezes quando vê as terríveis imagens que mostram. Com os amigos
discutem política muitas vezes. O que é a política?» Diário de Zlata «Os meus pais não querem que eu veja as notícias na
televisão, mas não conseguem esconder-nos, a nós, crianças, os horrores que
se passam. Voltaram as preocupações e a tristeza.» Diário de Zlata «Cem bombas
e obuses. É mesmo GUERRA.. Os meus pais estão muito inquietos; ontem à noite
estiveram acordados até tarde, e ficaram muito tempo a conversar. Tentam
decidir o que hão-de fazer, mas é difícil ser razoável. Separamo-nos e uns
partem, ou ficamos aqui todos juntos » Diário de Zlata «Digo para
mim própria sem cessar que nós estamos sozinhos neste inferno, que ninguém
pensa em nós, que ninguém nos estende a mão. No entanto. Há pessoas que
pensam, que se preocupam connosco. » Diário de
Zlata Mariana Pinto , 7ºA |
Bósnia-Hezergovina: Dez anos depois da guerra, um país ainda dividido por linha étnicas
Os conflitos no país e o início do cerco a Sarajevo
pelos sérvo-bósnios começaram em 6 de abril de 1992, alguns dias
depois de os muçulmanos e os croatas proclamarem a independência da Bósnia em
relação à antiga federação yugoslava. A guerra da Bósnia
acabou em novembro de 1995 com o acordo de paz feito sob pressões
internacionais na base americana de "Wright Patterson", em Dayton.
Este acordo dividiu o país em dois entes autónomos, um dos muçulmanos e
croatas e outro sérvio, resultando em um longo processo de reconciliação que
ainda não pode ser considerado concluído. A implementação do acordo de paz continua a desenvolver-se
lentamente sob constantes pressões da comunidade internacional, que deseja
restabelecer a sociedade multi-étnica que caracterizava o país antes do
conflito. Apesar das brigas nacionalistas e dos discursos
ameaçadores terem diminuído, ainda há registros de episódios desse tipo entre
os três principais grupos étnicos, demonstrando que o país ainda não
conseguiu deixar para trás a herança da guerra e os ódios, e que a paz segue
sendo frágil. "Os habitantes de Sarajevo não vivem das lembranças da guerra porque ficariam loucos", afirmou o escritor muçulmano Sead Fetahagic. E acrescentou que as lembranças "das explosões de granadas e das longas noites sem electricidade, água e comida" continuam-no a perseguir contra a sua vontade. Se queres saber mais sobre
este conflito, consulta o site
www.terravista.pt/enseada/2392/bosnia.htm
|
Nasceu em 1915 na cidade de Londres, e em 1930 com os seus quinze anos
começa a estudar agronomia.
Quando acabou o seu curso foi meteorologista, representando Portugal em
várias reuniões internacionais.
Já em 1946 foi para Timor, onde residiu até 1966. Aqui
foi secretário do governo Timorense, e depois foi também chefe dos serviços
agronómicos.
Estudou Antropologia Social em Inglaterra (Oxford),
sendo depois disto Investigador da Junta de Investigação do Ultramar.
É nesta altura que se dirige para Portugal onde se
torna presidente da sociedade portuguesa de espeologia(1). Também aqui fundou os “Cadernos de
Poesia” e a revista “Aventura”. Em 1967 publicou o famoso “Ossobó”, conto de inspiração mítica
Africana.
E morre em
1986, aos setenta e um anos.
(1)
–Estudo geográfico da formação das cavernas, grutas fontes e águas subterrâneas
e\ou da sua exploração.
Poema do Pacto de Sangue
E aqui ai mais uma vez o site
sobre literatura e poesia que podes
consular :
www.secrel.com.br/jpoesia
João Martins. 7º A
André Barata, 7ºA
Jorge Ferrão, 7ºA

Bruna Reis, Elsa Paixão, Lia Nunes, 11º 4A et Rosa Dias, 12º 4A

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Pendant sept ans J’ai appris le français, Aujourd’hui je dis Que c’était parfait… Je l’ai choisi Pour mon plaisir, Parler bien français C’était mon désir… Je ne peux pas l’oublier Car j’ai appris beaucoup Et c’est un plaisir Parler une langue connue… Continuer à l’étudier Je ne sais pas… Si vous le savez, Alors dites-le-moi ! Marisa
Geada, 11º 3A
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Cette année, c’est ma dernière année de français. Après sept ans,
cette discipline termine. Son apprentissage a été utile car maintenant je sais parler, écrire et
comprendre (enfin, plus ou moins !) Si je vais rester heureuse en disant adieu au français ? Oui,
peut-être ! Ce sera une discipline en moins mais qui sait si, plus tard,
je n’en aurais pas besoin. Pour conclure, je ne me repentie pas d’avoir choisi le français car
j’avais cinq ans de français contre trois d’anglais et j’ai aimé. Patrícia Silva, 11º 2A Je peux dire que j’ai appris beaucoup avec cette
langue et qu’elle a contribué pour mon succès. J’ai beaucoup appris sur la France et les Français mais, par-dessous
tout, c’est à l’écrit et à l’oral que
j’ai fait des progrès. J’aimerais poursuivre son étude mais je vais terminer cette année car,
dans ma vie professionnelle, je ne vais pas avoir besoin de français. Mais je vais continuer à lire une revue, un livre et même à parler
français. Je ne vais pas l’oublier car c’est ma seconde langue. Bonne chance à tous ceux qui vont poursuivre leurs études de Français à
ceux qui vont l’initier. Carina Serra 11º 1B |

MES
AMIS
David, Avec ses cheveux roux, C’est un garçon très gentil ! Mais pourquoi ne pense-t-il pas A avoir une belle fille ??? Bruno, Il est difficile ce garçon ! Il est toujours amoureux Une fille, une autre… C’est un garçon généreux !!! Milène, Une bonne amie Qui est toujours là ! Si j’ai besoin d’aide, Elle parle avec moi !!! Le professeur, Une femme qui ne reste Pas à la maison ! Et nous aimons les congés C’est vrai ou non ??? Moi, Marisa c’est moi, Votre grande amie Qui aime les classes La joie et les amis. Marisa
Geada, 11º 3A |
L’école est presque finie! Et oui,
cette année est presque finie, il manque encore quelques interrogations
écrites, des épreuves globales et les examens de la douzième année. C’est
vrai que le pire ce sont les examens et tout ce qui manque faire, mais il
faut penser à ce que l’on a déjà fait cette année 01 / 02 (pour ceux qui ont
réellement travaillé). J’espère que tout le monde a travaillé et, bien sûr,
qu’une grande majorité ait participé au journal de notre école «Olho
Vivo» . Allez, les « potes » ! Courage ! C’est presque fini, bonne chance pour ce qu’il y a encore à faire et j’espère que beaucoup de finalistes entrent à l’université. Et préparez-vous pour la prochaine année !
Je souhaite
de très bonnes vacances à tous les jeunes et même aux professeurs qui ont
aussi beaucoup de travail ! Bonnes
vacances à tous et amusez-vous bien ! Virginie Alverca, 11 º 1B
|
L’ÉQUIPE DE
LA PAGE DU FRANÇAIS SOUHAITE, À TOUTE LA COMMUNAUTÉ SCOLAIRE, UNE BONNE FIN D’ANNÉE, DE BONS RÉSULTATS
AUX EXAMENS ET DE
BONNES VACANCES !
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It was a starless evening
as Thorongil, captain of king Thingol's knights, walked through the Misty
Forest. The moon was shining palely in the sky, and the cypresses and yew
trees were casting gloomy shadows on the ground. On such a dreadful night the
elven knight walked, seeking for the one who had, a few days before, attacked
and killed the priests of the Tree of Life. Such a hideous crime had made
King Thingol, the powerful ruler of the elven land, send his best knight to
avenge the lives of those who had perished. Thorongil soon discovered that
the bandit had fled to the Misty Forest, and although it was a place of
witchcraft, home to many malignant beings with names now forgotten, there was
no other choice but to go there. He had walked in the
forest for quite a while when, sat in a rock in the middle of a clearing, he
saw a who that looked incredibly old, and who when saw the elf, signalled him
to approach. The old man stared at him, and Thorongil greeted “Well met, old
man. What are you doing amidst these cursed woods?”. The man replied, in a
weary and feeble voice “Well met, Thorongil, and don't be surprised. I have
heard of you, even if you haven't heard of me. Telcontar is my name, and I
once was a powerful wizard. As for what I am doing here, I can only say I am
waiting for you.” As he spoke, he seemed to get older and weaker. “I have
little time left, so I will be brief. I know well the enemy you hunt for- his
name has been cursed by many. He is Asgoth, a fiend who was once a man, a
powerful warlock, who gave in to the darkness and assumed the form and powers
of a dragon. A dragon-man! Oh, these are cruel times! Yet there is a way to
defeat him. You must go to the Fairy Grove in the Mountain of Woe, and find
the legendary sword that rests there. Only then can Asgoth be defeated.” As
he said these words he fell to the ground with a sigh of relief. The forest
was quiet now, quiet as death. Still thinking about what the old man had
said, he set off for the Mountain of Woe. |
This mountain stood alone in the far north, with its
pine trees and birches covered with snow making it look like a diamond in the
middle of an emerald. It was completely covered with trees except for a small
clearing right at the peak, which could not be seen from the path. In that
clearing, it was said, there was the fairy grove, where the people who got
too close were imprisoned for the rest of their lives. Thorongil had heard
about this, but nevertheless he resolutely rode to the top. He dismounted
when he neared the clearing and approached it carefully. However, in the
moment he walked in, a shadow fell over his eyes and everything went black.
Seconds later something began to shine. Small beings, which he recognised has
fairies, were approaching him. He heard hundreds of voices inside his head,
asking him who he was and what he was doing there. Some were particularly
cruel, telling him he would never get out of there alive. Suddenly they all
stopped, and everything went black again. A creature even more brilliant than
the others approached, and Thorongil gasped, has he had never seen such a
beautiful creature before. It was similar to a woman, but at the same time
completely different. She had light blue hair, that fell from head to her
waist like silk, her skin was pale as ivory, her eyes seemed to have many
colours, shifting from green to blue to brown to green again, and her body was
so finely chiselled that it looked as of she were a pure goddess, descended
from the skies to bring beauty to a scorched land. Her voice, however, was
strong and powerful as she asked Thorongil “Who art thou, stranger, and what
art thou doing in our midst?”. Dazed, he could only say “I am Thorongil, a
humble knight from king Thingol's reign, and I seek a weapon with which I
hope to slay a fiend that haunts this land. I say hope because the old man
who hastened me on this quest perished shortly after our meeting.” |
The woman - was it a woman? Could any human or elf be
so beautiful?- widened her big eyes and amazed, said “So, you are the one
Olorin foresaw would destroy Asgoth? A grim future awaits you indeed! I am
Ellesime, Queen of this grove, and I do have the object you seek.” Thorongil
realised he could see again, and in the middle of the clearing was a sword half
buried in the ground. He had never seen such a magnificent sword. It had a
silver blade, and its handle was made of gold with a huge emerald incrusted in
it. Ellesime told him the sword's name was Ragnarok, the Raven Claw, and that
it was the sword of vengeance. “Vengeance?” Thorongil asked. “Yes”, Ellesime
replied in a disturbed voice, “this sword will not only avenge the one who
bears it, but its creator as well, for this sword was forged by Asgoth himself,
and only a weapon of his own making can send him to his final resting place.
Thorongil was shocked to discover that he would have
to use a weapon made by evil. But Ellesime tried to reassure him and said “I
know the thoughts that cross your mind. But worry not about that. It shall be
enough to rid the land of that foul demon.” Thorongil took the sword, all the
while thinking about his fate. He left the Mountain of Woe and returned to Thingol's
castle.
Nothing could have prepared him for the shock that
followed. Everything had been destroyed; the castle was still burning and dead
bodies were scattered everywhere throughout the citadel. He ran to his own
place, to find that only the walls were left. A man who had not yet died
managed to speak and said to him “It was a man... with... dragon... wings.” and
then he died. Feeling hatred and bloodlust growing inside, he drew out the
sword Ragnarok, and to his surprise, the blade was glowing red. He then cut his
own hand with the sword, and sworn over his blood an oath of revenge “You shall
not be sheathed until your maker's blood runs black on your edge.” he said.
From the trail of destruction he deduced that the
beast (or was it a man? He didn't know anymore) had fled to the Misty Forest. A
shadow had fallen upon it, and everything was black and silent. He made his way
across the woods hastily, for he couldn't wait to fight Asgoth.
Suddenly he heard a deep voice, who said “So, you are
the one who carries my sword, and seeks to kill me. I am invincible and I fear
no one. So come, you pitiful elf, and show me what you are worth!'. And Asgoth,
for it was he, jumped in front of Thorongil, who could now see him for the
first time. He was humanoid, his skin completely white, as was his hair, and
his eyes burned red with anger. He had two great scaly wings and he wielded a
spear which looked like It was made of bone. But Thorongil wasn't scared.
“Silmarien, grant me death and victory!” As he said this, he leaped forward and
plunged the sword into Asgoth's heart. “How... how can it be... I am...” the
evil one squealed, and died immediately, his body turning to dust.
'It is done',
Thorongil said and he returned to the citadel. It was night now, as he walked
among the bodies of his former friends. He stopped at the place that had once
been his home. He looked at the sword and, to his surprise, it was still
glowing red. He understood finally that for Asgoth to be destroyed once and for
all, he, Thorongil, also had to be sacrificed. He kneeled in front of the door
and said “Silmarien forgive me, for I wasn't able to protect my home and
family.” and at these words he crumbled to dust in the doorstep.
Joao Seco 11º lB
In this puzzle you find words related to
HOLIDAYS.
Try to solve it and then put your answer in one
of the "Olho Vivo" boxes.
The best will win a prize. (Don't forget to
write your name, class and number)
1. Good hotels offer rooms with bath, a shower
and ……
2. In summer the sun is really ……
3. We can …... in the sea, in the river or in
the swimming pool.
4. Lots of people go to the in summer; there
they lie on the sand and get brown.
5. For those who prefer adventure
holidays there's always the …… with its sands dunes, its oases and its clear
nights.
6. Those who
haven't got much money and can't spend their holidays at a hotel, can spend
them in a tent or better still in a ……
7. My friends have a …… near the sea; it's very
pleasant because there are no stairs to go up and it is in the middle of a big
garden full of flowers.
8. A warning to any …… :Watch
out! Don't stay too long in the sun. You can get sunstroke or even skin cancer.
9. My dream is to spend two weeks
on a tropical island. I'd swim for hours in the deep blue sea and then sit
under the …… …… (two words) eating a mango or drinking pineapple juice.
10. If some people go to the beach
in summer, others prefer the quietness of the …… where they can watch the
animals and the plants and go for long walks.
11. Peter's just bought a new tent
and is going to spend a week at the new …… (two words) by the sea.
12.
Hotels, bungalows, chalets, caravans, youth hostels are types of for all ages
and purses.
13.
When they are on the beach, men usually wear shorts or …… ……(two words).
14. Figueira da Foz, Praia da Rocha, Biarritz, St
Tropez, Miami are famous …… ……(two words).
15.
What does a woman wear at the seaside? A bikini or a …… …… (two words).
16. That's a cheap kind of hotel
where you can sleep and have breakfast; …… …… …… (three words).
Am Ende
dieses Schuljahr werden ein paar “Vögel das Nest”
verlassen. In den Deutschunterricht haben die Schüler des zwölften Jahres
Klasse 4A einen Aufsatz über die Träume, die sie einmal verwirklichen möchten.


(No
final deste ano lectivo, alguns “pássaros voarão para fora do ninho”. Na aula
de alemão os alunos do 12º ano, turma 4A, escreveram uma composição sobre os
projectos que gostariam de ver concretizados na sua vida futura).
Ich hoffe mehr Liebe und
Verständnis für unsere Welt. Ich hoffe auch für die Zukunft Frieden für mich
und meine Familie. Meiner Familie wünsche ich auch Gesundheit. Meine Mutter und
mein Vater helfen mir meine zukunftigen Pläne zu verwirklichen, sie sind meine
besten Freunde.
In
der Schule habe ich die Hoffnung, dass dieses Jahr das letzte Jahr in der
Sekundarschule wird. Zur Zeit habe ich noch keine bestimmte Idee über meine
Karriere, weil ich mich noch nicht entschieden habe, was ich später machen
will.
(Ana
Cláudia Henriques)
(Desejo para o mundo mais amor e compreensão. Desejo
também paz e saúde para mim e para a minha família. Os meus pais são os meus
melhores amigos e ajudam-me a concretizar os meus sonhos. Tenho esperança que
este ano seja o último na escola secundária. Por enquanto, não tenho uma ideia
específica sobre a minha carreira; ainda não me decidi sobre aquilo que quero
fazer no futuro).
Für mich hoffe ich in
diesem Jahr den 12. Schuljahr zu beenden. Dann möchte ich in die Uni gehen. Es
gibt einen Englisch- und Spanischkurs, der mir gefällt. Einer meiner Träume ist
ein Auto zu haben und wenn ich einen Studienplatz bekomme, werde ich vielleicht
ein haben. Aber was ich wirklich möchte ist ins Ausland zu fahren. Ich möchte
nach Spanien, Ägypten und USA fahren. Ich finde, dass diese sehr interessante
Länder sind.
Ich
möchte auch eine Familie haben aber zuerst will ich meine Pläne verwirklichen.
(Mónica Paiva)
(Desejo
completar o 12º ano e entrar para a universidade. Há um curso de
inglês-espanhol que me agrada. Um dos meus sonhos é ter um carro e se conseguir
entrar na universidade talvez receba um. Mas o que eu verdadeiramente desejava
era viajar para o estrangeiro. Gostaria de visitar Espanha, o Egipto e os
Estados Unidos porque penso que estes países são muito interessantes. Também
gostaria de formar uma família mas primeiro tenho de concretizar os meus
sonhos)

Ich möchte mehr Liebe,
Freiheit und hauptsächlich mehr Verständnis für unsere Welt. Ich hoffe für die
Zukunft, dass die Leute sehr friedlich wären. Die Erde ist in Gefahr, weil es
viele Unterscheidungen, Arbeitslosigkeit und Obdachlosen gibt. Außerdem gibt’s
auch sehr viel Armseligkeit.
Es
gibt viele Probleme in der Schule, zum Beispiel, wir brauchen mehr
Schulbildung, besonders Technik und diese Probleme sind schwieriger in den
ärmeren Ländern. Meine Zukunft und meine Karriere hängen von der ganzen Welt
ab. Ich bin ein Weltbürger, denn ich bin hier, um die Menschen zu helfen.
(Mário Tiago Fernandes)
(Gostaria que no nosso
mundo houvesse mais amor, liberdade e compreensão. Gostaria que no futuro as
pessoas fossem mais pacifistas. A Terra está em perigo, porque há muitas
diferenças, desemprego, mesquinhez e gente sem abrigo. Também há muitos
problemas na escola, por exemplo, precisamos de melhor formação escolar, principalmente
formação técnica; estes problemas são ainda mais graves no países pobres. O meu
futuro e a minha carreira dependem do mundo. Sou um cidadão do mundo e estou
aqui para ajudar as pessoas)

Núcleo de Profissionalização
em Serviço
Maio/02
|
Máquinas fotográficas digitais Anedotas
Algumas
questões teológicas podem ser melhor compreendidas se pensarmos em Deus como
sendo um programador de computadores. P: Como é que Deus gere os assuntos
terrenos? R: Se um erro crítico acontecer, o sistema
detecta-o automaticamente, ele é avisado, faz o login de casa e coloca o
sistema novamente a funcionar. Se não, o assunto pode esperar até amanhã. P: Quando foi que terminou a Era dos
Milagres? R:
Essa foi a fase de desenvolvimento do projecto. Agora estamos na fase de
manutenção. P: Porque é que Deus admite que o diabo
exista? R: Deus pensa eliminar o diabo numas das
próximas versões. P:
Como é que eu me posso proteger do diabo? R: Altera a tua password todos os meses e
não utilizes nomes, palavras comuns ou a data de aniversário. P: Se eu rezar a Deus ele ouve-me? R: Podes desperdiçar o tempo dele
dizendo-lhe o que queres, ou podes simplesmente deixá-lo programar em paz. P: Algumas pessoas afirmam que ouvem a voz
de Deus. É isso verdade? R: Provavelmente receberam um e-mail
trocado. |
Já lá vai o tempo em que era preciso pagar mais de dois mil escudos para ver o resultado
de um rolo de 36 fotografias... ainda por cima, não raras vezes para
descobrir que a maioria das fotografias não ficavam como se pretendia... a
solução são as máquinas fotográficas digitais, que estão hoje a preços muito
mais acessíveis. Embora seja ainda cedo para
falar da substituição completa da fotografia analógica pela tecnologia
digital, algumas vantagens se salientam: ·
Recompensa imediata; Menor exigência de perícia; ·
Maior facilidade na
partilha de imagens; ·
Maior liberdade na
edição de imagens. As máquinas fotográficas
digitais também têm inconvenientes: ·
Não são aconselhadas para quem não tem um
computador – apesar de algumas máquinas poderem imprimir directamente para a
impressora; ·
Se for de férias não
vale a pena munir-se de uma série de rolos, mas assegurar que tem onde
guardar as imagens entretanto recolhidas quando a memória está preenchida. Especificidades da
tecnologia de máquinas fotográficas digitais a ter em conta na tomada de
decisão: ·
Não existe rolo
fotográfico; ·
Os mesmos cartões de
memória são usados repetidas vezes; ·
É preciso assegurar
algum espaço livre no disco do computador; ·
Materializar as
fotografias pode dar mais trabalho- cada vez mais estúdios oferecem serviços
de revelação de fotografia digital num menor espaço de tempo e a preços mais
interessantes e a preços mais interessantes.
·
Resolução; ·
Memória; ·
Bateria; ·
Preço. Máquina Fotográfica Digital Nikon Coolpix
950 ·
Fonte: www.elaconta.pt |

No dia 11 de Maio de 2002, realizaram-se as olimpíadas
regionais de Físicas, na UC departamento de Física. Em cada ano lectivo
realizam-se provas em dois escalões. O escalão A reservado para alunos do 9º
ano de escolaridade e o escalão B destinado a alunos do 11º ano de
escolaridade, com idade inferior a 19 anos a 30 de Junho do respectivo ano
lectivo. No escalão A a representação fica a cargo de uma equipa de 3
alunos. No escalão B a representação é individual podendo cada Escola
apresentar um máximo de três alunos. Nós, em representação da Escola,
participámos acompanhados pelas professoras Maria José Pires e Luísa Farromba.
Tivemos que
acordar cedo para chegar às horas prevista e apanhar o transporte cedido pela
Câmara.
As provas que realizámos eram
constituídas por uma parte teórica e uma experimental, com uma hora de duração
cada. Nas provas propõem-se questões divertidas, intelectualmente estimulantes,
apropriadas para uma abordagem em ambiente despreocupado sem os
constrangimentos dos exames. No
entanto, temos que referir que os conteúdos se afastavam um pouco dos programas
leccionados. Para sermos apurados teríamos de ir muito bem preparados e
habituados a resolver problemas semelhantes.
As refeições
foram-nos fornecidas: pequeno almoço, almoço e lanche. Tivemos ainda tempo de
passear um pouco em Coimbra e na Universidade.
Recebemos
um diploma e uma mala muito engraçada que tínhamos utilizado no trabalho
experimental.
Concluímos que a nossa participação for
satisfatória, e que gostamos muito de participar. As olimpíadas da Física devem
continuar, pois permitem o desenvolvimento da Física em Portugal e
proporcionaram uma experiência muito preciosa.
José
Pedro Miranda, 11º 1B
Nuno
Reis, 11º 1B
Oseias
Santos, 11º 1B
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VI COLÓQUIO JUVENIL DE HISTÓRIA DA ARTE “... s/ Antero” Alunos e
professores da Escola Secundária com 3º ciclo do Fundão participaram no VI
Colóquio Juvenil de História da Arte, que se realizou nos dias 4, 5, 6, 7, 8
e 9 de Maio, nos Açores. Estes
colóquios, destinados ao ensino secundário, são organizados sem interrupção,
desde há cinco anos, por diferentes escolas. Desta vez a organização do
colóquio pertenceu à Escola Básica 3/ Secundária Antero de Quental, em Ponta
Delgada – Ilha de S. Miguel. O tema
“... s/ Antero” (será sem? ... será sobre? ...) implicava uma abordagem que,
independentemente do meio de expressão utilizado, tivesse como suporte Antero
de Quental. Sobre (ou
sem) Antero, os alunos desenvolveram os seus trabalhos, orientados pelos
professores das várias disciplinas. A composição plástica colectiva - “A um
Poeta”, a exposição fotográfica – “A rede viária romana da Beira Interior
Sul” e a instalação com apoio de vídeo – “Ambiguidades” foram os três
trabalhos apresentados pela Escola Secundária com 3º ciclo do Fundão. A escola
anfitriã organizou este colóquio de modo a proporcionar uma experiência,
humana e educativa, enriquecedora a todos os participantes; desde a recepção
e apresentação das alunas - guia (Raquel e Sílvia); a momentos de convívio,
na escola e no passeio pela ilha; a ensaios de apresentações; montagem e
desmontagem de trabalhos. Finalmente,
o sentimento de nostalgia (inevitável), que nos acompanhou no regresso a
casa, é testemunho de sete dias na Ilha de S. Miguel e das vivências aí
ocorridas ... Martínia Gordino |
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FOTOS 1,2 e 3 - Montagem de trabalhos
para exposição. |
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FOTO 4 - Lagoa de Sete Cidades – Ilha
de S. Miguel. |
És
um jovem calmo? Que gosta de estar em casa a adorar as almofadas do sofá? Então
o Férias em Movimento NÃO É PARA TI !
Se, pelo
contrário, procuras ACÇÃO então nas tuas férias vamos dar-te a oportunidade de
explorar a fundo a palavra FÉRIAS !
Podes conhecer sítios fantásticos, praticar os desportos mais radicais que conheces e fazer amigos de todo o País! Até os teus pais vão ter inveja ! Mas aqui não entra adulto! Eles não aguentam esta pedalada...
Que tipo de
Férias?
Exemplos de actividades:
Apanhar borboletas – cancelado por falta de
inscritos
Croché e ponto de cruz – não há
Contar caracóis – cancelado
por falta de caracóis
Outras actividades: Informática e Internet;
Desportos Radicais; BTT; Passeios e Montanhismo; Canoagem e Mergulho; Visitas a
Monumentos Históricos; Praia e Actividades Aquáticas; Fotografia, Vídeo e
Rádio; Equitação e Golf
Onde?
Campos Residenciais
Idade? dos 14 aos 18 anos.
Alojamento e alimentação? damos!
Actividades? a fundo!
Segurança? máxima, por monitores especializados!
Quanto tempo? uma semana a valer.
Campos Não Residenciais
Tens entre 8 e 12 ou 13 e 16? podes vir!
Alimentação? à maneira!
Que actividades? todas as que conseguires fazer!
Aqui também há monitores ? claro. e dos bons!
Duração? 5 dias.
Não esqueças de dizer aos teus Pais:
Seguro de acidentes pessoais válido para todos os
participantes.
Os transportes de e para os campos não estão
incluídos! Os pais vão ter que colaborar, ok ?
Para mais informações poderás contactar com: N.º
Nacional: 213 179 235/6 ou na DELEGAÇÃO REGIONAL DO IPJ de Castelo Branco
Calendário para o Verão 2002
Calendário para o período do VERÃO 2002
Inscrição dos Jovens: - de 17 de Junho
(segunda feira) a 7 dias úteis antes do início de cada campo
– inscrição on-line –
Realização de projectos os projectos
podem realizar-se a partir de 13 de Julho e apenas até 08 de Setembro (data
limite para o final dos projectos)
http://www.sej.pt/AreaTematica.asp?Cod_AreaTematica=1032
Dando seguimento ao projecto que se realizou durante
todo o ano lectivo 2001/02, também no dia 29 de Maio se reuniram os
representantes de cada turma para continuar a discutir os problemas e
necessidades da escola, e, desta vez, também para fazer o balanço destas
reuniões. É apenas de lamentar a baixa assiduidade que mais uma vez se
verificou estando apenas 16 turmas representadas.
Em primeiro lugar, deu-se resposta aos
problemas apresentados na reunião passada: os alunos podem agora comer fruta no
bufete; foram reparadas alguns bebedouros; atenuou-se o problema do cheiro nas
casas de banho. No entanto os problemas relacionados com as estruturas
desportivas e com a cantina não puderam ser resolvidos pois estes espaços não
são da total responsabilidade da escola. Foi também abordado o problema das fotocópias
e impressões na biblioteca. Para tirar fotocópias os alunos devem comprar
previamente um impresso na papelaria. Este deverá ser apresentado sempre que se
tirar uma cópia que não seja para trabalhar no próprio local. Quanto a
impressões, cada aluno tem direito a 10 páginas gratuitas num trabalho com
cerca de 40, sendo as restantes pagas a 0,05 €. Falou-se dos problemas com as
filas na papelaria e no bufete. Embora se saiba que este problema não resulta
apenas dos alunos, pede-se que estes melhorem o civismo e cumpram a ordem
quando estão na fila. Por último, pediu-se desculpa aos alunos pelo incómodo
causado pelas “armadilhas” resultantes da alteração do sistema de aquecimento.
Durante o tempo de antena da A.E. fez-se
referência às actividades realizadas durante o “mês do estudante”. A semana de
sensibilização e a semana da literatura foram consideradas positivas e
apresentou-se o programa para a semana da música: karaoke quarta feira às 22:00 no Praça Velha Bar;
concerto com Mind Yard e Purple Angel quinta feira às 21:30 no Parque das
Tílias; arruada do estudante sexta feira às 21:30 com concentração na Praça do
Município e Rave Party às 23:00 no Parque das Tílias.
Em forma de conclusão e também de despedida fez-se o
balanço das actividades realizadas ao longo do ano e fizeram-se sugestões para
o ano seguinte. As reuniões de delegados de turma tiveram um balanço positivo
tendo sido consideradas uma boa iniciativa embora tenham começado tarde de
mais. As reuniões foram avaliadas como um bom espaço de diálogo onde os alunos
podem apresentar as suas críticas onde só se lamenta a falta de participação e
o desinteresse demonstrado por alguns alunos que sendo representantes de
turmas, nunca estiveram presentes nem enviaram alguém em substituição. As
reuniões devem continuar no próximo ano pois o diálogo entre alunos e a
instituição é sempre importante. Para o próximo ano pediu-se cuidado na
realização dos horários de modo a
evitar colocar vários blocos de 2h no mesmo dia. Pediu-se também
responsabilidade na escolha do delegado de turma do próximo ano lectivo devendo
este ser uma pessoa capaz de desempenhar o cargo correctamente. Foi também
sugerida a transformação do Concelho de Delegados de Turma num Órgão Informal
da Escola, pois daria às reuniões um carácter mais institucional.
Os delegados de turma desejam boa sorte para as provas
de avaliação e pedem mais colaboração nas actividades da escola no próximo ano.
Daniel A., 10 1C