Índice

 

NOS DIAS DE AMANHÃ

DIA NACIONAL DA IMPRENSA NA ESCOLA

POETAS LUSÓFONOS

O Choro de África

VISITA DE ESTUDO

Numa noite de trovoada

VISITA À BIBLIOTECA

A Lista de Schindler

Pagina de Informática

Coin du FRANÇAIS

LA LIBERTÉ VUE PAR NOS ÉLÈVES

Printemps

Dédicatoire

ENGLISH Corner

O existencialismo não é anarquismo

Reunião de Delegados

CAMPANHA CONTRA O TABACO

RECORDAR ABRIL

 

 

Mais um mês se passou e o Olho Vivo, fruto do empenho de muitos colaboradores, aqui se apresenta.

Num mês tradicionalmente associado à democracia e à liberdade, numa Europa que começa a revelar alguma confusão e a exibir sintomas preocupantes, é imprescindível que as Escolas pratiquem  os valores de Abril. A exposição e o debate de ideias deve ser incentivado para que todos colaborem e se tornem actores da construção do Mundo que desejamos pluralista e com respeito pela diferença. Participar não é apenas intervir de forma clara e directa. Cooperar na edificação da sociedade é também preparar-se para ocupar um lugar na complexa engrenagem social futura. É esse, no fundo, o verdadeiro papel do estudante.

Mesmo que tal tarefa ocupe a maior parte do tempo dos estudantes, é indispensável que os seus espíritos não sejam subjugados pela passividade. A adopção de rotinas ligadas ao exercício da cidadania abre-lhes os caminhos de amanhã e desenvolve-lhes um espírito combativo de vencedores.

Sejam empreendedores!

Estudem! Participem

JSA

 

 

 

 

 

 

Nos Domínios do Amanhã por José Pina

 

                                                               

Cientistas japoneses aperfeiçoam um telemóvel capaz de ler os lábios

 

A companhia  japonesa NTT Do Co Mo está a desenvolver um projecto de telefone móvel que é capaz de ler os lábios dos utilizadores.

O dispositivo é complexo mas poderá, num futuro próximo, evitar as desagradáveis conversas aos gritos entre usuários de telemóveis em lugares públicos e possibilitará, também, a utilização destes dispositivos por parte de pessoas mudas.

Actualmente o telefone não passa de um protótipo, mas a companhia japonesa espera poder comercializá-lo dentro de cinco anos. Presentemente já conseguiram um modelo de prova que é capaz de reconhecer vozes com uma margem de erro dita de “razoável” havendo ainda dificuldades no reconhecimento de consoantes.

A certeza na leitura do movimento dos lábios poderá ser ampliada usando micro câmaras que estão já disponíveis em quase todos telemóveis 3G que a Do Co Mo já comercializa no Japão.

Este tipo de telefone poderia de igual modo terminar com os gritos a que é preciso recorrer nos ambientes ruidosos pois seria suficiente modelar as palavras em silêncio e o aparelho encarregava-se das converter em palavras ou texto.

 

Topo

 

 

DIA NACIONAL DA IMPRENSA NA ESCOLA

        O dia 30 de Abril foi instituído Dia nacional da Imprensa  na Escola. É um pretexto como qualquer outro para se falar de leitura, de escrita, de comunicação, de jornais e de imprensa.

A invenção da imprensa foi um passo fundamental para a democratização da cultura. Deixam de ser apenas os ricos a ter acesso à informação e às notícias.

Foi Gutenberg, um alemão que viveu no séc. XV, quem criou esse invento revolucionário. Depois, foram os séculos a aperfeiçoar o processo: papel cada vez menos espesso, tintas de secagem rápida, impressão de desenhos e serigrafias,  automatização,  fotografia,  meios de comunicação de informação e finalmente a era digital, a mais poderosas forma de comunicação. Um outro novo mundo de possibilidades  permite um acesso à informação como nunca antes foi possível. Comunicar hoje é mais fácil do que ontem. E daqui para a frente, todos os dias será mais fácil.  A Internet e em particular a World Wide Web representam uma das primeiras manifestações desta chegada.

Uma escola que promova o jornal escolar promove também  uma pedagogia activa, criadora de verdadeiras situações de comunicação, fazendo surgir um diálogo novo entre a actualidade e a escola, propondo tarefas e situações didácticas que favoreçam a procura de informação, a observação do real, a imaginação, a tomada de decisões, a organização autónoma, o trabalho de equipa, a elaboração de produtos mediáticos, recorrendo sistematicamente às novas tecnologias da informação e comunicação.

O jornal constitui um recurso importante para desenvolver o espírito crítico, estilos e hábitos de reflexão e criatividade, o respeito pela diversidade de opiniões e o interesse pela actualidade e é ainda um precioso auxiliar pedagógico-didáctico, ao serviço de várias áreas disciplinares.

D.G.

 

 

 

 

Topo

POETAS LUSÓFONOS

António Agostinho Neto

         Nascido em Catete, Angola, no dia 17/9/1922, Agostinho Neto, fundador do MPLA ( Movimento pela Libertação de Angola), foi o primeiro Presidente da República de Angola, cuja declaração de independência foi proclamada em 11/11/1975. Angola foi a última colónia portuguesa a tornar-se independente. Mesmo assim, a assinatura da independência deu início a uma guerra fratricida que tem durado até hoje.

            Agostinho Neto tornou-se conhecido como poeta em 1948, com a publicação de um volume de poemas seus e quando se juntou a um movimento cultural dedicado à redescoberta da cultura indígena de Angola. Fez os seus estudos primários e secundários em Angola, licenciou-se  em Medicina pela Universidade de Lisboa. Em Portugal esteve ligado à actividade política e , como aconteceu com outros escritores africanos,  , foi preso pela PIDE , esteve detido em Portugal e no campo do Tarrafal, em Cabo Verde. Em 1962 fugiu para Marrocos onde se juntou aos independentistas no exílio. No final desse ano foi eleito presidente do MPLA.

Quando em 1975 Angola se tornou independente, assumiu a presidência do país , lugar que ocupou até à sua morte em 10/9/1979, tendo-lhe sucedido José Eduardo dos Santos, actual Presidente de Angola.

Vitor Silva, 7ºA

 

Topo

O Choro de África

 

 O choro durante séculos
nos seus olhos traidores pela servidão dos homens
no desejo alimentado entre ambições de lufadas românticas
nos batuques choro de África
nos sorrisos choro de África
nos sarcasmos no trabalho choro de África

Sempre o choro mesmo na vossa alegria imortal
meu irmão Nguxi e amigo Mussunda
no círculo das violências
mesmo na magia poderosa da terra
e da vida jorrante das fontes e de toda a parte e de todas as almas
e das hemorragias dos ritmos das feridas de África

e mesmo na morte do sangue ao contacto com o chão
mesmo no florir aromatizado da floresta
mesmo na folha
no fruto
na agilidade da zebra
na secura do deserto
na harmonia das correntes ou no sossego dos lagos
mesmo na beleza do trabalho construtivo dos homens

o choro de séculos
inventado na servidão
em historias de dramas negros almas brancas preguiças
e espíritos infantis de África
as mentiras choros verdadeiros nas suas bocas

o choro de séculos
onde a verdade violentada se estiola no circulo de ferro
da desonesta forca
sacrificadora dos corpos cadaverizados
inimiga da vida

fechada em estreitos cérebros de maquinas de contar
na violência
na violência
na violência

O choro de África e' um sintoma

Nos temos em nossas mãos outras vidas e alegrias
desmentidas nos lamentos falsos de suas bocas - por nós!
E amor
e os olhos secos.

(Poemas, 1961)

 

Para saberes mais, podes consultar os sites: www.secret.com.br/jpoesia/neto

 

                                                             www.uol.com.br/betogomes/Agostinhoneto

 

 

Topo

VISITA DE ESTUDO

 

As duas turmas do 7º ano realizaram, no dia 6 de Março, uma visita de estudo no âmbito do tema: “As Rochas e a sua Utilização pelo Homem, o Passado e o Presente”, desenvolvido simultaneamente em diversas disciplinas (Ciências da Natureza, História e Educação Tecnológica).

A Profª. Maria João iniciou a preparação da visita nas aulas de Ciências da Natureza, tendo sido entregue a cada aluno um guião.

O primeiro local visitado foi um barreiro, na Quinta do Ortigal, perto do Pesinho. Aí pudemos observar uma paisagem típica argilosa. Conseguimos identificar os ravinamentos e as zonas alagadas, típicas destas paisagens. Recolhemos amostras de argila, de xisto e de areias resultantes da alteração do granito.

A segunda paragem foi numa fábrica de tijolos, a Cerâmica do Prado Infante. Pudemos observar uma forma de utilização das argilas  por métodos industriais. Foram--nos explicadas as diversas fases do trabalho com o barro até se transformar num tijolo ou numa tijoleira.

O terceiro local visitado foi uma olaria, no Telhado,  observámos um processo artesanal da utilização das argila . Na olaria, tivemos oportunidade de executar peças em barro , imitando aquelas que eram feitas no período Neolítico.

A visita correu muito bem. Aprendemos a ver as coisas com outros olhos e o convívio entre todos foi muito agradável.

André Barata, 7ºA

 

 

 

Topo

Numa noite de trovoada

 

 

Numa horrível noite de trovoada

Estava eu com medo, assustada e sozinha

Quando ouvi, atrás de mim

Uma doce e suave vozinha.

 

Quando me virei, vi

Com grande espanto e admiração

Uma fada bonita e pequenina

Do tamanho de um anão.

 

Então, ela disse-me:

- Não tenhas medo, é só trovoada!

Fez um barulho estrondoso e horroroso

Mas além disso, não fez mais nada.

E naquele rápido instante

A pequena fada desapareceu

E eu fiquei a pensar

No estranho conselho que me deu.

 

Quando o ruído de um trovão horrível

Irrompeu pela janela

Fiquei muito assustada

Mas continuei a pensar na fada e no conselho dela.

 

Então cheguei a uma conclusão:

Para quê ter medo da trovoada?

Se é uma dádiva da Natureza

Não há motivos para ficar assustada.

 

Joana Brioso Infante 7º B

 

Ü

Topo

VISITA À BIBLIOTECA

No dia 15 de Abril,  na área de Estudo Acompanhado, as turmas do 7 º  ano visitaram a biblioteca.

 

 

 

 

Encaminhamo-nos para a sala de projecção, onde o Dr. José Pina, o responsável, nos explicou como estava organizada a biblioteca e quais os seus serviços.

Enquanto estivemos na sala de projecção, explicou - nos que no próximo ano iria haver algumas alterações na biblioteca, como por exemplo, a sua ampliação, estantes abertas e computadores em rede com os registos dos livros da biblioteca. Também nos disse quais os  serviços, existentes:

 

● Sala de leitura;

● Sala de apoio pedagógico;

● Zona de trabalho de grupo;

● Apoio de realização de trabalho;

● Sala de projecção;

● Empréstimo domiciliário;

● Videoteca ( vídeos );

● Fonoteca (CDs);

● Hemeroteca ( jornais, revistas... );

● Acesso à Internet;

● Duplicação de texto e imagem;

● Pesquisa informática de documentos;

● Caixa de sugestões (pergunta e resposta).

 

Também nos explicou, como se podia encontrar um livro na biblioteca, pedindo ajuda a um dos funcionários, ou procurando no armário referente ao tema ou assunto que queremos consultar, ou através da cota. 

Sabes o que é a cota? É um elemento utilizado em catalogação, por exemplo:

 

3C45

                     Posição

                      Prateleira

                    Armário

 

Nas etiquetas também nos aparece o Número e a CDU (Código Universal Decimal).

O número é um dos elementos mais importantes em catalogação, pois é o elemento que é único para cada documento. É a partir dele, que se identifica  o documento quando este é emprestado ou quando se faz o registo de uma consulta.

 

3C45                                   Cota

 

                    CDU                54,

3596      Número

 

Concluímos que a biblioteca está bem organizada, e se quiseres um livro é muito fácil encontra-lo.   

 

 


Pedro Oliveira n º 12

José Rodrigues n º 10

                                                                                                                                                                7 º A

 

 

 

 

Topo

A Lista de Schindler

 

Os alunos do 9º A visionaram na sala de aula de História  o filme “A Lista de Schindler de Steven Spielberg”. Registamos algumas das suas opiniões  acerca do mesmo.

 

Ao ver o filme senti-me  chocada ao ver homens, mulheres e até crianças a morrerem só por serem judeus.

Alexandra

 

O filme mostra-nos o que se passou durante a II guerra mundial. Os judeus eram obrigados a usar a estrela de David no braço, que servia para os identificarem...

Dinis

 

Este filme retracta uma triste realidade que nos faz pensar: como é possível pessoas inocentes serem tratadas como animais selvagens, a quem se dá um tiro e se resolve o assunto?

Soraia

No campo de concentração cortaram o cabelo às mulheres, pois eram uma matéria-prima, tiraram-lhes a roupa e meteram-nas dentro da câmara de gás. E o gás começou a sair ... ali iriam morrer intoxicadas pelos gases venenosos e os seus corpos queimados em fornos crematórios ou ao ar livre.

Sónia e Soraia

 

 

Gostei bastante de ver o filme, apesar de ficar bastante chocada e emocionada, pois apesar de ser um filme, foi baseado na trágica realidade. ... Mas o que está feito já não tem remédio, nós os jovens, é que temos de Ter atenção para impedir que os mesmos erros que foram cometidos não se repitam. 

Marina

 

Gostei muito de ver o filme e gostava de o voltar a ver.

André

 

Oscar Shindler foi a salvação para 1100 judeus, o que é um reduzido número para os seis milhões que foram mortos pelo regime nazi.

Vanessa

 

Este filme é uma prova viva de como foram difíceis os tempos, para os judeus, naquela época, só por  pertencerem a outra “raça”.

Susana Silva

 

É um filme cruel que relata a atitude de pessoas sem sensibilidade ...

Sílvia

 

Os judeus foram mandados para os guetos, tendo de deixar as suas casas e quase todos os seus haveres para trás ....Neste filme podemos ver como o homem pode ser tão sem escrúpulos como Adolf Hitler foi ...”

 João

 

Foi o filme que me marcou mais até hoje. Como é que pessoas  sem sentimentos podiam matar daquela maneira, e não deixaram viver a vida? Pensar que um de nós, eu, também podia Ter vivido naquele tempo ...

Patrícia

 

Senti uma grande tristeza , não só por aquilo que vi no filme, mas por saber que na vida real e actual acontecem coisas semelhantes.

Daniela

 

O que mais me impressionou foi quando os judeus sobreviventes visitaram a campa de Shindler , por os Ter ajudado a não morrerem.

Susana N

 

Acho que aprendemos  muito com o filme, apesar de haver partes muito chocantes.

 

 Sérgio Ribeiro

 

Fiquei chocada com o que vi e não imaginava que fizessem tanto mal aos judeus, ciganos e deficientes... todos temos o direito de viver. Este filme é baseado em factos verídicos e talvez por isso nos choque tanto. Nunca imaginei que o homem fosse capaz de fazer tanto mal ao próprio homem.

Elisabete

 

Acho revoltante como o homem desceu tão baixo para matar de forma tão crua. ... É um filme comovente que mostra que o bem e a entreajuda podem começar de pequenas iniciativas que mais tarde se tornam ideais.

Rafael

 

 

Fiquei comovido com as pessoas que morreram de forma tão cruel e com a coragem de Shindler que salvou tantas vidas e ao fim ainda chora por aqueles que morreram e não conseguiu salvar.

Remy

 

Não gostei dos horrores que fizeram passar aos judeus ... as câmaras de gás ... os guetos onde viviam isolados do resto da sociedade ... foi injusto!

Andreia

 

 

 

Também  um português, Aristides de Sousa Mendes, cônsul em Bordéus durante a II Guerra Mundial, decidiu salvar milhares de vidas, na sua maior parte judeus. Ao emitir 30 mil passaportes a fugitivos do nazismo, abriu-lhes as portas da liberdade, permitindo-lhes escapar à morte e aos campos de concentração. Mas sacrificou o seu bem-estar e o da sua família., ao desrespeitar a circular salazarista que proibia a concessão de vistos. Salazar condenou-o a uma reforma compulsiva não remunerada, impossibilitando-o também de exercer a advocacia.

Numa época marcada pela intolerância, pela perseguição, pela irracionalidade, comove-nos o heroísmo deste homem que não cedeu, não vergou e não renunciou à defesa intransigente da causa justa em que firmemente acreditou.

De todas as homenagens  que a partir de 1987 foram  prestadas a Aristides Sousa Mendes, sobressaem as daqueles que ele salvou:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O homem que de facto nos permitiu continuar vivos foi o Dr. Sousa Mendes.”

 Liesel Spett

 

 

“É um sentimento estranho saber que devo a vida a um herói que nunca conheci, que nunca vi, do qual só recentemente soube que se preocupou comigo, mesmo sem saber que eu existia”.

 Syvain Bromberger


 

 

Professora Ana Brioso

 

Topo

 

 

Pagina de Informática

 

Núcleo de Profissionalização em Serviço                                                                         Abril/02

 

Visita de Estudo

Escola Superior de Tecnologia de C. Branco

 

Anedotas:

Informática

 

 

 

 

 

No que se parece um homem ao " Windows " ? 

... é que cada vez que o usamos ele parece óptimo,

mas há sempre uma versão que o substitui.

 

Um jovem Padre assumiu a paróquia da cidade e

resolveu modernizá-la.

Colocou um PC no altar, no confessionário e na sacristia.

Implementou uma rede de 100Gbytes com um Hub, servidores

O Informático recém-licenciado numa entrevista de emprego:

- Quais são as suas pretensões salariais? - perguntou o entrevistador.

- Aproximadamente 700 contos por mês, mais benefícios.

Quais os benefícios que a sua empresa oferece?

- Normalmente, oferecemos 6 semanas de férias por ano,

fundo de pensões complementar, um carro novo em cada dois anos,

cartões de crédito, telemóvel pago, plano de saúde integral para

todos os dependentes e uma viagem aos Estados Unidos duas vezes

por ano para duas pessoas.

- Está a brincar, não? - pergunta o Informático

- É claro! Mas foi você que começou!

*

  

   SPITec 2002              

17 - 19 de Abril 2002

 

 

No dia 18 de Abril, os alunos do Curso Tecnológico de Informática e os alunos da disciplina de I.T.I. – Bloco 2 deslocaram à cidade de Castelo Branco, para participarem no SPITec – Salão de Projectos de Informática  e das Tecnologias da Informação.

Os alunos visitaram as salas de projectos dos alunos de 3º ano e dos alunos do 5º ano, sendo feita uma exposição de cada um desses projectos feitos em parceria com outras entidades públicas e privadas.

Assistimos a uma aula de redes, visitamos a sala de Internet, sala de robótica e automação, a biblioteca.

Na parte da tarde assistimos ao Seminário “ Multimédia e WEB Design”  com a intervenção de quatro oradores especialistas na área da Multimédia.

 

Ana Cristina Saraiva e Júlia Povoas Ramos

 

 

Topo

Coin du FRANÇAIS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ana Cerieiro, Helena Simões, Telma Batista e Patrícia Lindeza

12º 4A

 

 

Topo

LA LIBERTÉ VUE PAR NOS ÉLÈVES

 

La liberté, tout le monde la veut

Mais personne ne l’a

Et ceux qui peuvent l’avoir

Ne la saisissent pas.

 

Certains ne la cherchent pas,

D’autres ne la trouvent pas

Mais d’une chose je suis sûr,

C’est qu’elle est là.

 

Personne ne la voit,

Mais tout le monde la sent.

Je sais qu’elle est là.

Et qu’elle nous attend.

 

Ruben Fernandes, 11 º TI

 

La liberté est un sentiment d’être libre,

Libre comme un oiseau qui vole

Voler à travers les nuages…

Etre libre, c’est avoir un sens de lutte

C’est avoir le courage de critiquer

Critiquer pour être libre

C’est avoir le courage de donner son opinion

Donner son opinion pour être libre

 

Lucília Martins 11 º AS

 

Qu’est-ce que c’est la liberté ?

C’est voler comme les oiseaux ?

C’est crier au milieu de la rue ?

C’est boire jusqu’à rester ivre mort ?

C’est danser jusqu’à avoir mal aux pieds ?

C’est rire aux éclats ?

C’est céder à la tentation ?

C’est voyager autour du monde ?

Enfin, qu’est-ce que c’est la liberté ?

Tu le sais ? Alors, dis-le-moi…

 

Patrícia Silva 11 º 2A

 

Où est la liberté ?…

Sur une route obscure,

Sur le soleil du matin,

Dans une folle créature !

 

Etre libre c’est vivre !

Comme un dauphin dans la mer,

Un mammifère sur la Terre,

Des oiseaux dans l’air !

 

Ma liberté, je désire…

Etre comme mon rêve :

« Avoir des ailes de voler… »

C’est tout ce que j’espère !!!

 

Marisa Geada 11 º 3A

 

Le 25 avril 1974, le Portugal a couvert les ruines de son passé avec des œillets rouges. Le Portugal quittait une dictature et la révolution des œillets ouvrait les portes à un nouveau commencement; une extraordinaire révolution car il n’y a  eu ni  blessés, ni morts, ni le bruit des canons! Bravo Portugal !!!

Depuis, ces fleurs sont le symbole de la liberté. Une nouvelle époque est née, des nouveaux horizons se sont ouverts et une société plus juste, plus fraternelle est née !!! À partir de ce jour, le 25 avril est le jour de la liberté de chaque portugais.

Mais à vrai dire, c’est quoi la liberté ?  De nos jours, il y a plusieurs appétits de liberté.

La liberté c’est une mission. C’est un choix entre le bien et le mal.

La liberté absolue n’existe pas car on vit en société et on a besoin d’amis et notre liberté s’arrête là où commence la liberté d’autrui. La liberté a seulement un sens; celui qui a un idéal est libre parce qu’il lutte pour lui. La liberté, on l’a seulement si on n’est pas perdu, si on connaît les chemins à suivre pour donner un sens à son existence.

Je crois qu’un jour on sera vraiment libre; on sera libre par rapport à la drogue, au sexe, à l’alcool… libre par rapport au travail, à la peur, face aux ennemis… libres de choisir nos idéaux, notre vocation… libres de faire ce qui nous rend plus humains !!!

Fernanda Pereira 11 º 1B

 

 

Topo

L’amour

 

Ce n’est pas l’époque de la Saint-Valentin mais l’amour n’existe pas seulement le 14 février.

L’amour, c’est un sentiment inexplicable mais aussi inévitable car sans lui la vie n’a pas beaucoup de sens.

Ce sentiment transforme tout. Il transforme le corps, la pensée et même la vie d’une personne.

Dans l’amour, il n’y a pas de place pour l’infidélité, car il y a à peine de la compréhension, de l’amitié, de l’affection…

Aimer, c’est avoir toujours la préoccupation de rendre l’autre heureux.

C’est vrai que dans l’amour, il n’y a pas seulement de bonnes choses mais, parfois, le fait de perdre quelqu’un nous enseigne la manière de conserver, la prochaine fois, notre nouvel amour.

Pour moi, l’amour est super important car, mon petit ami est partout, il me rend heureuse et sans lui, je ne suis personne. Je n’ai pas conquis cet amour en deux jours seulement ; car pour construire une bonne relation, il faut d’abord qu’il existe une forte amitié et après oui, arrive l’Amour, en douceur…

Moi, en ce moment, j’ai une relation stable et je vous encourage à chercher votre véritable amour !… Bonne chance à tous !

Vicas. 11 º 1B

«Pourquoi s’embrasse-t-on ?»

 

Étrange ce baiser qui scelle le début d’une histoire d’amour: les visages se rapprochent comme des aimants, les yeux se ferment, les lèvres s’entrouvrent et se rejoignent et, tandis que les langues s’explorent et s’entortillent, le cœur bat plus fort… C’est un rituel amoureux uniquement observé chez l’homme.

Le baiser profond fait travailler au moins 29 muscles de la bouche et du visage, dont 17 font partie de la langue. Chaque baiser amoureux peut brûler jusqu’à douze calories.

          Le baiser est, sans doute, la meilleure manière de combattre le stress. Des experts affirment qu’embrasser est une des choses que nous devrions tous faire pour prolonger la vie. Les médecins affirment même qu’un baiser accélère la respiration et produit plus d’insuline.

          Une autre curiosité c’est que pendant un long baiser, il y a 150 pulsations par minute au lieu de 70 en temps normal… Quand on s’embrasse passionnément, le pouls s’emballe et le cœur doit pomper un litre de sang supplémentaire. 9 mg d’eau, 0,7 g d’albumine, 0,18 g de matières organiques, 0,711 mg de matières grasses, 0,45 mg de sels, 250 bactéries et quelques virus… sont échangés lors de chaque long baiser langoureux !

 

                                                                       Carina Fernandes 11 º 1B

Printemps

 

Printemps, père des fleurs !

Vaniteux de sa jeunesse

Orgueilleux de ses fleurs

Pompeux de sa richesse… !

 

La bonne humeur est dans l’air !

Tous les doux animaux

Se laissent emporter par l’amour

Ils sont tous amoureux !

 

Mais aussi les personnes !

Elles sont jeunes et plus belles

Aimer c’est naître une autre fois

Comme les roses plus nouvelles!

 

Le printemps, c’est l’amour !

Une belle alliance!

L’amour et les fleurs

C’est le printemps en France !

 

Marisa Geada 11 º 3A

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Topo

Dédicatoire

 

Même dans les jours obscurs

La vie, aujourd'hui, elle sourit...

Elle sourit de façon différente

Dans cette mer de gens!

 

J’espère que tu rencontres

La meilleure façon de vivre;

La meilleure façon de sourire;

La meilleure façon d'aimer.

 

Donc, Cristina, ne laisse pas

Que les fleurs de ton jardin

Sèchent. Ne les coupe pas!

Va les planter dans un autre jardin!

Fernanda Pereira 11 º 1B

 

Topo

 

ENGLISH Corner

Home is...

 

These texts were produced by 11th form students, while studying the topic Identity.   Students were asked to write about their country, their region and define home using their senses.

These are just some of the texts my students wrote. Unfortunately we cannot publish all of them.

Ana Maria Raposo

 

My home is...

 

            My home is my mother's "wake up!" every morning; the family dinner table the comfort of being close to the fireplace when it's raining and cold outside; the smell of food from the kitchen; my dog barking, sometimes in the middle of the night; the sound of music from my radio and sometimes from the radio of my neighbours; the return of my father from work and of my brother from university; the places where I spend many hours, sometimes studying, sometimes playing...; the great sight of Serra da Estrela; snow on the terraces; The irritating noise of the washing machine, my mother's cooking; the books; the posters; the maps; the CDs; my desk; my room...

            In short, um home is the place where I like to stay and the place where I'm always welcome.  Home is a word that we never stop to think of because for us it is something normal to have a house and many times we can not imagine its importance. But home is a very important thing: It's our first universe and also the retirement of the warrior after a day's work; it's the place where we rest, where we stop to think, where we regain forces to face the world.

Rui Monteiro

Home

 

            Home is a complex word. Home is more than one structure of brick and other materials. Home means heart, heart means family...

            For me home is the smell of my mothers cooking; the comfort of my room and the sound of my favourite music before going to sleep every night; the warmth of the fireplace in winter, and the fresh air through the window in summer.

            Home is my country, my town. Home is my neighbourhood; it is everything that brings people together.

Joana Proença

My home

 

            My home is just the place where I feel better than anywhere else, being with my parents and sister, remembering the good times we have spent together.

            There are some things that really make me remember my home, some smells, sights and sounds, specially.

            The smell of my home is unmistakable. I can't describe it, but I know that when I am away for some days I miss that smell. 

            From my bedroom window I can see Serra da Estrela and the towers on its top. When I look outside every morning I still remember that when I was a little girl I used to think these towers were two persons who were there looking at Fundão, the town where I live. From my kitchen window I can see Serra da Gardunha, but a bit less than some years ago, because now there are lots of buildings which don't let me see it.

            And sounds... I remember the sound of a water engine, something like tuááá-táá-táá... every summer morning, but it doesn't work anymore. I really miss that sound.

I also listen to the school bell. I hear it when I'm reading before going to sleep.

            I think that these are the things that make me feel fine and that remind me I belong here and not anywhere else.

Helena Almeida

Die Freiheit begann mit einem Lied und einer Nelke*

(A liberdade começou com uma canção e um cravo)

 

 

 

 

 

 

Heutzutage  herrscht in Portugal ruhige Normalität  aber vor 28 Jahren war das anders. Was nach dem 25. April 1974 in Portugal geschah, stand fast jeden Tag auf den Titelseiten der großen Zeitungen der Welt.

Die Lieblingsbeschäftigung der Portugiesen schien es damals zu sein, zu Tausenden rote Fahnen schwenkend, durch die Straßen Lissabons zu ziehen. Es hatte sich allerdings auch Bedeutendes ereignet. Eine der beiden letzten rechten Diktaturen Europas hatte aufgeben müssen.

Eine kleine Gruppe von Offizieren hatte an einem einzigen Tag ein mehr als vier Jahrzehnte dauerndes Regime der Unfreiheit gestürzt. Um Mitternacht hatte ein katholischer Rundfunksender das von der Diktatur verbotene Lied Grândola, vila morena” ausgestrahlt. Das war für etwa 200 junge Offiziere und wenige eingeweihte Zivilisten das Signal für den Beginn der Erhebung.

Die portugiesischen Flughäften und die Grenzübergänge nach Spanien wurden schon geschlossen. Die Bürger, die das Radio nicht eingeschaltet hatten, sind zur Arbeit am frühen Morgen des 25. April gegangen. Nur wenige Menschen waren auf der Straße, alle waren offensichtlich in ängstlicher, aber auch hoffnungsvoller Erwartung in ihren Häusern geblieben.

In Lissabon regnete es. Marcelo Caetano, der Ministerpräsident hatte die politische Verantwortung an General Spínola übergeben.

Am Nachmittag des 26. April zogen Zehntausende singend durch die Straßen Lissabons und jubelte den Soldaten zu. Zum ersten Mal seit 40 Jahren war wieder der Ruf Freiheit“zu hören. In der Nacht zuvor hatte eine Kellnerin auf dem Heimweg eine der im Restaurant übriggebliebenen Nelken einem Soldaten ins Gewehr gesteckt. Die zufällig fotografierte Blume in der Gewehrmündung wurde zum Symbol der April-Revolution in Portugal.

Mit einem Lied und einer Nelke hatte die neue Freiheit begonnen. Die jungen Offiziere machten in den beiden revolutionären Jahren zahlreiche Experiment und manche Fehler. Doch als sie spürten, dass ihr Volk es vorzog, von gemäßigten zivilen Politikern regiert zu werden, gaben sie die Macht ab, ließen den Portugiesen aber die eroberten Freiheit.

 

Actualmente reina em Portugal a normalidade, mas há 28 anos a situação era completamente diferente. O que ia acontecendo em Portugal, depois do 25 de Abril de 1974, figurava quase diariamente nas páginas dos maiores jornais do mundo.

Nesses tempos, a actividade favorita dos portugueses parecia consistir em percorrer as ruas agitando milhares de bandeiras vermelhas. No entanto, algo de significativo tinha igualmente acontecido. Uma das duas últimas ditaduras de direita na Europa fora forçada a abandonar o poder.

Um pequeno grupo de oficiais havia derrubado, num só dia, um regime repressivo com mais de quatro décadas de existência. À meia-noite, uma emissora católica transmitiu a canção “Grândola, vila morena”, que fora proibida pela ditadura. Para cerca de 200 jovens oficiais e meia dúzia de civis, este foi o sinal de partida para o levantamento.

Os aeroportos portugueses e as fronteiras luso-espanholas foram encerradas. Os cidadãos que não tinham sintonizado os rádios, dirigiram-se para os seus empregos na manhã do dia 25 de Abril. Apenas escassas pessoas se viam nas ruas, todos estavam manifestamente ansiosos nas suas expectativas, mas também cheios de esperanças.

Chovia em Lisboa. Marcelo Caetano, o primeiro ministro,  entregara ao general Spínola a responsabilidade governativa.

Na tarde do dia 26 de Abril, dezenas de milhar de pessoas percorreram, cantando, as ruas de Lisboa, dando vivas aos soldados. Pela primeira vez, desde há 40 anos, voltava a ouvir-se o grito “Liberdade”. Na noite anterior, ao regressar a casa, uma empregada de mesa enfiara no cano da espingarda de um soldado um cravo esquecido no restaurante. A flor acidentalmente fotografada na boca da arma, converteu-se no símbolo da Revolução de Abril em Portugal.

Com uma canção e uma flor tinha começado a nova liberdade. Durante os dois anos revolucionários, os jovens oficiais fizeram inúmeras experiências e cometeram alguns erros. Contudo quando sentiram que o seu povo preferia ser governado por políticos civis e moderados, devolveram-lhe o poder, deixando embora aos portugueses as liberdades conquistadas.

* Adaptado de um artigo publicado na imprensa alemã, no jornal Frankfürter Allgemeine

 

Topo

O existencialismo não é anarquismo

Com efeito, não é com uma frase de Sartre de sentido perturbado e descontextualizada que se poderá justificar o anarquismo. O anarquismo seria justificado antes por uma perspectiva histórica e atentando, de facto, o sítio, o porquê, a idade que ele viu primeiramente. O século XIX, século-berço das grandes superfícies industrializadas, foi palco de grandes descalabros para com a condição humana, por razões que conhecemos. Por outro lado, a acumulação de grandes bolsas capitalistas fez despertar a atenção dos mais lúcidos. Entre muitos, Proudhon ou o pai do Anarquismo. Mas não nos afastemos do assunto, pois o que queria focar era o contexto histórico do anarquismo, embora o tenha feito muito brevemente. Desculpas. Porquê então o anarquismo? Numa sociedade super-industrializada, enegrecida por crises económicas cíclicas, que desempregavam centenas ou milhares ou, quiçá, milhões de trabalhadores, cujos salários compravam um naco mísero de sobrevivência e a nossa sociedade, o nosso país não apresenta, actualmente, um cenário tão dantesco quanto o de cima, há ,contudo, situações muito graves, noutros planos. Não seria nunca possível implantar um “sistema” anárquico em Portugal, por mais boa vontade que tenhas. Há muitos pastores, sim é verdade; mas não possuem eles o apartamento no qual deves residir; não podem dispensar uma ovelha, enquanto o poder de compra dos teus progenitores podia massacrar um pequeno rebanho, por distracção ou por puro deleite. É uma classe que não possui o tipo de iluminação intelectual que possuis, origem dessa consciência individual e benfeitora que poderás possuir. Essa classe, a dos pastores, dos carpinteiros cresceu a contar, em suor e ansiedade, os poucos tostões que lhes garantiam o vislumbre das ovelhas no dia seguinte.

De outra ordem, surge uma pequena imperfeição, a meu ver, deste sistema: acreditar que “o ser humano é naturalmente bom”. Nesta perspectiva, o conceito de bondade, poderia ser alvo de vários ataques, num ponto de vista filosófico. Contudo, a bondade aqui pode ser entendida como o querer o bem do outro. No meu entendimento, admito antes a vontade de poder inata ao ser humano e são raríssimas as excepções que possuem esta vontade niilista de destruir um sistema democrático que tantas cabeças custou à história. É de facto inevitável admitir o desenrolar minimamente positivo que teve o  percurso deste velho país nas últimas dezenas de anos.

Em resumo, Proudhon teve o fim bem triste do esquecimento. Hoje raramente me lembro dele.

A história fala de um homem, que ao verificar os mesmos fenómenos, teorizou as coisas diferentemente e, ainda hoje, cantam-no ainda muitas massas – Karl Marx.

Ao contrário do anarquismo, que pressupõe a destruição absoluta da autoridade (polícia, Estado; enfim, qualquer tipo de instituição regedora), o comunismo entende esta incapacidade de auto-suficiência governativa do homem e defende que devem haver órgãos estatais que governam a favor do bem colectivo; isto em traços gerais. Ao contrário de Proudhon, Marx não foi um mau profeta, desde já por conseguir concretizar o que o primeiro não conseguiu e até porque o seu pensamento foi direccionado para outros planos, tendo algum sucesso (é de admitir). Não foi um mau profeta pois Marx previra o “crack” mais violento do século XIX – o de Viena em Maio de 1873.

Em suma, o pensamento de Sartre chega até nós sob um ponto de vista ontológico e fenomenológico, não como um sistema político.





Orestes

 
Topo

Reunião de Delegados

 
Realizou-se no último dia 24 de Abril, pelas 14.30, a reunião de delegados de turma referente ao mesmo mês, e devo dizer, como um dos 12 alunos presentes, que me surpreende tão baixa afluência. Não existirão problemas que queiram ver resolvidos?

E para aqueles que julgam que tais reuniões não passam de encontros mensais para conversas informais, é importante mostrar que, de facto, discute-se muito acerca do ambiente escolar e solucionam-se problemas que nos dizem respeito. Desculpem-me o reparo, mas tinha que ser feito.

Quanto à reunião, propriamente dita, muito de novo se fez: enquanto que nas últimas faltou um pouco de dinamismo e vontade para mostrar os problemas, nesta esses sobraram. Em primeiro lugar, fez-se um reparo às provas globais de 10º e 11º anos, que por, este ano, se realizarem em datas muito “apertadas”, levantaram grande indignação por parte da comunidade escolar. A explicação da escola é lógica e bastante plausível: é difícil conjugar provas, aulas de 3º ciclo, burocracias de avaliação, entrega das notas finais e exames nacionais, e por isso mesmo, algum sacrifício terá de ser feito.

Depois deste pequeno reparo, iniciou-se a longa lista de “exigências”, das quais se salientam: a maior atenção por parte dos funcionários do pavilhão para que não deixam alunos fechados depois das aulas de Ed. Física, a activação dos bebedouros perto dos campos e a introdução de fruta no bufete, de modo a equilibrar a dieta daqueles que todos os dias lá almoçam. Para além destes assuntos, referiu-se ainda o grande problema que é a falta de civismo de muita gente em locais como a fila na papelaria, o bufete, o chamado “U” e as casas de banho. Sinceramente, pergunto-me todos os dias, qual é a necessidade de hesitar tanto aquando do pedido na papelaria, de levar “trocos” de uma data de amigos para comprar pequenos-almoços a todos, de deitar papéis ou pacotes para o chão do bar, de interpelar tanta gente para conseguir comer, de atirar restos de cigarros para o chão na rua, quando os podem simplesmente pôr no caixote do lixo ou de tirar as torneiras nas casas de banho. Afinal de contas, qual é o prazer de causar tanta confusão, quando se pode viver num ambiente limpo, organizado, higiénico e agradável? E onde está a dificuldade em contribuir? Façam-no!

Em relação a novas funcionalidades, a partir de agora os carregamentos na fotocopiadora da papelaria poderão ser de 1.25€ e na biblioteca, imprimir passará a custar 5 cêntimos cada folha impressa, sendo necessário, no entanto, adquirir folhas brancas.

À escola e associação de estudantes foram comunicadas as seguintes actividades, para as quais, se aceitam voluntários:

- Irá realizar-se o chamado Banco Alimentar Contra a Fome, no próximo dia 4 e 5 de Maio em hipermercados do Fundão e Covilhã e os voluntários, com mais de 15 anos, deverão dirigir-se à sala da A.E. para preencher uma ficha de inscrição.

- Inseridos no Intercâmbio Cultural Portugal-Japão, três alunos portugueses terão a oportunidade de conviver com três jovem japoneses em ambos os países durante, sensivelmente, três semanas, devendo para isso, todos os voluntários, afluir à sala da A.E., de forma a obter todas as informações acerca de inscrição e pormenores do evento. O último assunto a ser debatido na dita reunião tem a ver com um inquérito respondido por alguns alunos de 3º ciclo e ensino Secundário acerca do ambiente escolar e ficou claro que assuntos como “Disponibilidade para escutar”, “Tempo de espera para atendimento”, ”Saber estar nas filas de espera” e “Interacção da Escola com o meio” ainda terão de ser melhorados.

Para terminar, faço já um apelo a todos os delegados de turma, para que apareçam “em peso” no dia 29 de Maio em hora a determinar, na última reunião deste órgão neste ano lectivo.

Miguel Ramos, 10º 3A

 

 

Topo

  INSTITUTO

  NACIONAL

  DE CARDIOLOGIA

  PREVENTIVA

CAMPANHA CONTRA O TABACO

 

A 5ª campanha internacional “Quit & Win” – “Pare  & Ganhe” vai ter lugar nesta próxima primavera (Abril / Maio 2002) e será, de certeza, o maior esforço conjunto a nível mundial para incentivar os fumadores a deixarem de o ser. Cerca de 100 países irão participar com o apoio da Organização mundial de saúde.

Portugal já assumiu esse compromisso através do Instituto Nacional de Cardiologia Preventiva.

As escolas têm um papel importantíssimo na vida das crianças e jovens por isso cabe-lhe também promover a saúde dos alunos, das suas famílias e, até mesmo, dos professores.

Assim, propomos que colaborem nesta campanha deixando de fumar ou contribuindo para que muitos não comecem a fumar.

“Pare  & Ganhe” enviou o seguinte texto elaborado por Helena Alcobia  do INCP para ser publicado em  jornais escolares.

 

Ao fim de uma hora:   - uma Tensão arterial e uma Pulsação regulares,

- e ainda 0,15 euros* ;

 

Ao fim de um dia:       - um par de pulmões mais limpos,

- um conjunto de artérias mais saudáveis,

- e ainda 2 euros *;

 

Ao fim de duas semanas: - um sistema imunitário mais activo,

  - e ainda 28euro *

 

Ao fim de cinco anos: - um corpo recuperado do tabaco, (se não tiver danos irreparáveis)

 - e ainda 3650 euros *

 

Não acha que vale a pena parar de fumar?...

 

* cálculos feitos com valores de Janeiro de 2002, 2 euros  =  um maço de tabaco / dia.

 

Topo

Caixa de texto: FICHA TÉCNICA

DIRECÇÃO
Escola Secundaria do Fundão

REDACÇÃO E CONCEPÇÃO GRÁFICA

Clube de comunicação
“OLHO VIVO”

ESCOLA SECUNDÁRIA DO FUNDÃO
R. António José Saraiva 6230 Fundão

TIRAGEM
300 exemplares

RECORDAR ABRIL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Topo