DIA NACIONAL DA IMPRENSA NA ESCOLA
O existencialismo não é anarquismo
Mais um mês se passou e o Olho Vivo, fruto do
empenho de muitos colaboradores, aqui se apresenta.
Num mês tradicionalmente associado
à democracia e à liberdade, numa Europa que começa a revelar alguma confusão e
a exibir sintomas preocupantes, é imprescindível que as Escolas pratiquem os valores de Abril. A exposição e o debate
de ideias deve ser incentivado para que todos colaborem e se tornem actores da
construção do Mundo que desejamos pluralista e com respeito pela diferença.
Participar não é apenas intervir de forma clara e directa. Cooperar na
edificação da sociedade é também preparar-se para ocupar um lugar na complexa
engrenagem social futura. É esse, no fundo, o verdadeiro papel do estudante.
Mesmo que tal tarefa ocupe a maior parte do tempo dos
estudantes, é indispensável que os seus espíritos não sejam subjugados pela
passividade. A adopção de rotinas ligadas ao exercício da cidadania abre-lhes
os caminhos de amanhã e desenvolve-lhes um espírito combativo de vencedores.
Sejam empreendedores!
Estudem! Participem
JSA
—
–
Cientistas
japoneses aperfeiçoam um telemóvel capaz de ler os lábios
A companhia
japonesa NTT Do Co Mo está a desenvolver um projecto de telefone móvel
que é capaz de ler os lábios dos utilizadores.
O dispositivo é complexo mas poderá, num futuro
próximo, evitar as desagradáveis conversas aos gritos entre usuários de
telemóveis em lugares públicos e possibilitará, também, a utilização destes
dispositivos por parte de pessoas mudas.
Actualmente o telefone não passa de um protótipo, mas
a companhia japonesa espera poder comercializá-lo dentro de cinco anos.
Presentemente já conseguiram um modelo de prova que é capaz de reconhecer vozes
com uma margem de erro dita de “razoável” havendo ainda dificuldades no
reconhecimento de consoantes.
A certeza na leitura do movimento dos lábios poderá ser ampliada usando micro câmaras que estão já disponíveis em quase todos telemóveis 3G que a Do Co Mo já comercializa no Japão.
Este tipo de telefone poderia de igual modo terminar com os gritos a que é preciso recorrer nos ambientes ruidosos pois seria suficiente modelar as palavras em silêncio e o aparelho encarregava-se das converter em palavras ou texto.

O dia 30 de Abril foi instituído Dia nacional da Imprensa na Escola. É um pretexto como qualquer outro para se falar de leitura, de escrita, de comunicação, de jornais e de imprensa.
A
invenção da imprensa foi um passo fundamental para a democratização da cultura.
Deixam de ser apenas os ricos a ter acesso à informação e às notícias.
Foi
Gutenberg, um alemão que viveu no séc. XV, quem criou esse invento
revolucionário. Depois, foram os séculos a aperfeiçoar o processo: papel cada
vez menos espesso, tintas de secagem rápida, impressão de desenhos e
serigrafias, automatização, fotografia,
meios de comunicação de informação e finalmente a era digital, a mais
poderosas forma de comunicação. Um outro novo mundo de possibilidades permite um acesso à informação como nunca
antes foi possível. Comunicar hoje é mais fácil do que ontem. E daqui para a
frente, todos os dias será mais fácil.
A Internet e em particular a World Wide Web representam uma das
primeiras manifestações desta chegada.
Uma escola que promova o jornal escolar promove
também uma pedagogia activa, criadora
de verdadeiras situações de comunicação, fazendo surgir um diálogo novo entre a
actualidade e a escola, propondo tarefas
e situações didácticas que favoreçam a procura de informação, a observação do
real, a imaginação, a tomada de decisões, a organização autónoma, o trabalho de
equipa, a elaboração de produtos mediáticos, recorrendo sistematicamente às
novas tecnologias da informação e comunicação.
O jornal constitui um recurso importante para
desenvolver o espírito crítico, estilos e hábitos de reflexão e criatividade, o
respeito pela diversidade de opiniões e o interesse pela actualidade e é ainda
um precioso auxiliar pedagógico-didáctico, ao serviço de várias áreas
disciplinares.



D.G.
António Agostinho Neto
Nascido em Catete, Angola, no dia 17/9/1922, Agostinho
Neto, fundador do MPLA (
Movimento pela Libertação de Angola), foi o primeiro
Presidente da República de Angola, cuja declaração de independência foi
proclamada em 11/11/1975. Angola foi a última colónia portuguesa a tornar-se
independente. Mesmo assim, a assinatura da independência deu início a uma
guerra fratricida que tem durado até hoje.
Agostinho Neto tornou-se conhecido como poeta em 1948,
com a publicação de um volume de poemas seus e quando se juntou a um movimento
cultural dedicado à redescoberta da cultura indígena de Angola. Fez os seus
estudos primários e secundários em Angola, licenciou-se em Medicina pela Universidade de Lisboa. Em
Portugal esteve ligado à actividade política e , como aconteceu com outros
escritores africanos, , foi preso pela
PIDE , esteve detido em Portugal e no campo do Tarrafal, em Cabo Verde. Em 1962
fugiu para Marrocos onde se juntou aos independentistas no exílio. No final desse
ano foi eleito presidente do MPLA.
Quando
em 1975 Angola se tornou independente, assumiu a presidência do país , lugar
que ocupou até à sua morte em 10/9/1979, tendo-lhe sucedido José Eduardo dos
Santos, actual Presidente de Angola.
Vitor Silva, 7ºA
|
O choro durante séculos Sempre
o choro mesmo na vossa alegria imortal e
mesmo na morte do sangue ao contacto com o chão |
o
choro de séculos o
choro de séculos fechada
em estreitos cérebros de maquinas de contar O
choro de África e' um sintoma Nos
temos em nossas mãos outras vidas e alegrias (Poemas, 1961) |
Para saberes mais, podes consultar os sites: www.secret.com.br/jpoesia/neto
www.uol.com.br/betogomes/Agostinhoneto
As duas
turmas do 7º ano realizaram, no dia 6 de Março, uma visita de estudo no âmbito
do tema: “As Rochas e a sua Utilização
pelo Homem, o Passado e o Presente”, desenvolvido simultaneamente em
diversas disciplinas (Ciências da Natureza, História e Educação Tecnológica).
A Profª.
Maria João iniciou a preparação da visita nas aulas de Ciências da Natureza,
tendo sido entregue a cada aluno um guião.
O primeiro
local visitado foi um barreiro, na Quinta do Ortigal, perto do Pesinho. Aí
pudemos observar uma paisagem típica argilosa. Conseguimos identificar os
ravinamentos e as zonas alagadas, típicas destas paisagens. Recolhemos amostras
de argila, de xisto e de areias resultantes da alteração do granito.
A segunda
paragem foi numa fábrica de tijolos, a Cerâmica do Prado Infante. Pudemos observar
uma forma de utilização das argilas por
métodos industriais. Foram--nos explicadas as diversas fases do trabalho com o
barro até se transformar num tijolo ou numa tijoleira.
O terceiro
local visitado foi uma olaria, no Telhado,
observámos um processo artesanal da utilização das argila . Na olaria,
tivemos oportunidade de executar peças em barro , imitando aquelas que eram
feitas no período Neolítico.
A visita
correu muito bem. Aprendemos a ver as coisas com outros olhos e o convívio
entre todos foi muito agradável.
André Barata, 7ºA
|
Numa horrível noite de
trovoada Estava eu com medo,
assustada e sozinha Quando ouvi, atrás de mim Uma doce e suave vozinha. Quando me virei, vi Com grande espanto e
admiração Uma fada bonita e pequenina Do tamanho de um anão. Então, ela disse-me: - Não tenhas medo, é só
trovoada! Fez um barulho estrondoso e
horroroso Mas além disso, não fez mais nada. |
E naquele rápido instante A pequena fada desapareceu E eu fiquei a pensar No estranho conselho que me
deu. Quando o ruído de um trovão
horrível Irrompeu pela janela Fiquei muito assustada Mas continuei a pensar na
fada e no conselho dela. Então cheguei a uma
conclusão: Para quê ter medo da trovoada? Se é uma dádiva da Natureza Não há motivos para ficar
assustada. |
Joana Brioso Infante 7º B
Ü

No dia 15 de Abril,
na área de Estudo Acompanhado, as turmas do 7 º ano visitaram a biblioteca.

Encaminhamo-nos para a sala de projecção, onde o Dr.
José Pina, o responsável, nos explicou como estava organizada a biblioteca e
quais os seus serviços.
Enquanto estivemos na sala de projecção, explicou - nos que no próximo ano iria haver algumas alterações na biblioteca, como por exemplo, a sua ampliação, estantes abertas e computadores em rede com os registos dos livros da biblioteca. Também nos disse quais os serviços, existentes:
● Sala de leitura;
● Sala de apoio pedagógico;
● Zona de trabalho de
grupo;
● Apoio de realização
de trabalho;
● Sala de projecção;
● Empréstimo
domiciliário;
● Videoteca ( vídeos );
● Fonoteca (CDs);
● Hemeroteca ( jornais,
revistas... );
● Acesso à Internet;
● Duplicação de texto e
imagem;
● Pesquisa informática
de documentos;
● Caixa de sugestões
(pergunta e resposta).
Também nos explicou,
como se podia encontrar um livro na biblioteca, pedindo ajuda a um dos
funcionários, ou procurando no armário referente ao tema ou assunto que queremos
consultar, ou através da cota.
Sabes o que é a cota? É um elemento utilizado em
catalogação, por exemplo:
Posição
Armário
Nas etiquetas também nos aparece o Número e a CDU (Código Universal
Decimal).
O número é um dos elementos mais importantes em
catalogação, pois é o elemento que é único para cada documento. É a partir
dele, que se identifica o documento quando
este é emprestado ou quando se faz o registo de uma consulta.
3C45 Cota
CDU 54,
3596 Número
Concluímos que a biblioteca está bem organizada, e se quiseres um livro
é muito fácil encontra-lo.


Pedro Oliveira n
º 12
José Rodrigues n º 10
7 º A
Os alunos do 9º A visionaram na sala de aula de História o filme “A Lista de Schindler de Steven
Spielberg”. Registamos algumas das suas opiniões acerca do mesmo.
Ao ver o filme senti-me chocada ao ver homens, mulheres e até
crianças a morrerem só por serem judeus.
Alexandra
O filme mostra-nos o que se passou
durante a II guerra mundial. Os judeus eram obrigados a usar a estrela de David
no braço, que servia para os identificarem...
Dinis
Este filme retracta uma triste realidade
que nos faz pensar: como é possível pessoas inocentes serem tratadas como
animais selvagens, a quem se dá um tiro e se resolve o assunto?
Soraia
No campo de concentração cortaram o cabelo às mulheres, pois eram uma
matéria-prima, tiraram-lhes a roupa e meteram-nas dentro da câmara de gás. E o
gás começou a sair ... ali iriam morrer intoxicadas pelos gases venenosos e os
seus corpos queimados em fornos crematórios ou ao ar livre.
Sónia e Soraia
Gostei bastante de ver o filme, apesar
de ficar bastante chocada e emocionada, pois apesar de ser um filme, foi
baseado na trágica realidade. ... Mas o que está feito já não tem remédio, nós
os jovens, é que temos de Ter atenção para impedir que os mesmos erros que
foram cometidos não se repitam.
Marina
Gostei muito de ver o filme e gostava de o voltar a
ver.
André
Oscar Shindler foi a salvação para 1100
judeus, o que é um reduzido número para os seis milhões que foram mortos pelo
regime nazi.
Vanessa
Este filme é uma prova viva de como
foram difíceis os tempos, para os judeus, naquela época, só por pertencerem a outra “raça”.
Susana Silva
É um filme cruel que relata a atitude de
pessoas sem sensibilidade ...
Sílvia
Os judeus foram mandados para os guetos,
tendo de deixar as suas casas e quase todos os seus haveres para trás ....Neste
filme podemos ver como o homem pode ser tão sem escrúpulos como Adolf Hitler
foi ...”
João
Foi o filme que me marcou mais até hoje.
Como é que pessoas sem sentimentos
podiam matar daquela maneira, e não deixaram viver a vida? Pensar que um de
nós, eu, também podia Ter vivido naquele tempo ...
Patrícia
Senti uma grande tristeza , não só por
aquilo que vi no filme, mas por saber que na vida real e actual acontecem
coisas semelhantes.
Daniela
O que mais me impressionou foi quando os
judeus sobreviventes visitaram a campa de Shindler , por os Ter ajudado a não
morrerem.
Susana N
Acho que aprendemos muito com o filme, apesar de haver partes
muito chocantes.
Sérgio Ribeiro
Fiquei chocada com o que vi e não
imaginava que fizessem tanto mal aos judeus, ciganos e deficientes... todos
temos o direito de viver. Este filme é baseado em factos verídicos e talvez por
isso nos choque tanto. Nunca imaginei que o homem fosse capaz de fazer tanto
mal ao próprio homem.
Elisabete
Acho revoltante como o homem desceu tão
baixo para matar de forma tão crua. ... É um filme comovente que mostra que o
bem e a entreajuda podem começar de pequenas iniciativas que mais tarde se
tornam ideais.
Rafael
Fiquei comovido com as pessoas
que morreram de forma tão cruel e com a coragem de Shindler que salvou tantas
vidas e ao fim ainda chora por aqueles que morreram e não conseguiu salvar.
Remy
Não gostei dos horrores que fizeram
passar aos judeus ... as câmaras de gás ... os guetos onde viviam isolados do
resto da sociedade ... foi injusto!
Andreia
Também um
português, Aristides de Sousa Mendes, cônsul em Bordéus durante a II Guerra
Mundial, decidiu salvar milhares de vidas, na sua maior parte judeus. Ao emitir
30 mil passaportes a fugitivos do nazismo, abriu-lhes as portas da liberdade,
permitindo-lhes escapar à morte e aos campos de concentração. Mas sacrificou o
seu bem-estar e o da sua família., ao desrespeitar a circular salazarista que
proibia a concessão de vistos. Salazar condenou-o a uma reforma compulsiva não
remunerada, impossibilitando-o também de exercer a advocacia.
Numa época marcada pela intolerância, pela perseguição, pela irracionalidade, comove-nos o heroísmo deste homem que não cedeu, não vergou e não renunciou à defesa intransigente da causa justa em que firmemente acreditou.
De todas as homenagens que a partir de 1987 foram
prestadas a Aristides Sousa Mendes, sobressaem as daqueles que ele
salvou:

O homem que de facto nos permitiu continuar vivos foi o Dr. Sousa Mendes.”
Liesel Spett
“É um
sentimento estranho saber que devo a vida a um herói que nunca conheci, que
nunca vi, do qual só recentemente soube que se preocupou comigo, mesmo sem
saber que eu existia”.
Syvain Bromberger
Professora
Ana Brioso
Núcleo de Profissionalização em Serviço
Abril/02
|
Visita de Estudo Escola Superior de Tecnologia de C. Branco Anedotas:
No que se parece um homem ao "
Windows " ? ...
é que cada vez que o usamos ele parece óptimo, mas
há sempre uma versão que o substitui. Um jovem Padre assumiu a paróquia da cidade
e resolveu modernizá-la. Colocou
um PC no altar, no confessionário e na sacristia. Implementou
uma rede de 100Gbytes com um Hub, servidores O
Informático recém-licenciado numa entrevista de emprego: -
Quais são as suas pretensões salariais? - perguntou o entrevistador. -
Aproximadamente 700 contos por mês, mais benefícios. Quais
os benefícios que a sua empresa oferece? -
Normalmente, oferecemos 6 semanas de férias por ano, fundo
de pensões complementar, um carro novo em cada dois anos, cartões
de crédito, telemóvel pago, plano de saúde integral para todos
os dependentes e uma viagem aos Estados Unidos duas vezes por
ano para duas pessoas. -
Está a brincar, não? - pergunta o Informático - É claro! Mas foi você que
começou!
|
No dia 18 de Abril, os
alunos do Curso Tecnológico de Informática e os alunos da disciplina de
I.T.I. – Bloco 2 deslocaram à cidade de Castelo Branco, para participarem no
SPITec – Salão de Projectos de Informática
e das Tecnologias da Informação.
Assistimos a uma aula de
redes, visitamos a sala de Internet, sala de robótica e automação, a
biblioteca. Na parte da tarde
assistimos ao Seminário “ Multimédia e WEB Design” com a intervenção de quatro oradores especialistas na área da Multimédia. Ana Cristina Saraiva e Júlia
Povoas Ramos |

Ana
Cerieiro, Helena Simões, Telma Batista e Patrícia Lindeza
12º 4A
|
La liberté, tout le monde la veut Mais personne ne l’a Et ceux qui peuvent l’avoir Ne la saisissent pas. Certains ne la cherchent pas, D’autres ne la trouvent pas Mais d’une chose je suis sûr, C’est qu’elle est là. Personne ne la voit, Mais tout le monde la sent. Je sais qu’elle est là. Et qu’elle nous attend.
La liberté est un sentiment d’être libre, Libre comme un oiseau qui vole Voler à travers les nuages… Etre libre, c’est avoir un sens de lutte C’est avoir le courage de critiquer Critiquer pour être libre
Donner son opinion pour être libre
|
Qu’est-ce que c’est la liberté ? C’est voler comme les oiseaux ? C’est crier au milieu de la rue ? C’est boire jusqu’à rester ivre mort ? C’est danser jusqu’à avoir mal aux pieds ? C’est rire aux éclats ? C’est céder à la tentation ? C’est voyager autour du monde ? Enfin, qu’est-ce que c’est la liberté ? Tu le sais ? Alors, dis-le-moi… Patrícia
Silva 11 º 2A Où est la liberté ?… Sur une route obscure, Sur le soleil du matin, Dans une folle créature ! Etre libre c’est vivre ! Comme un dauphin dans la mer, Un mammifère sur la Terre, Des oiseaux dans l’air ! Ma liberté, je désire… Etre comme mon rêve : « Avoir des ailes de voler… » C’est tout ce que j’espère !!!
|

Le 25 avril 1974, le Portugal a couvert
les ruines de son passé avec des œillets rouges. Le Portugal quittait une
dictature et la révolution des œillets ouvrait les portes à un nouveau
commencement; une extraordinaire révolution car il n’y a eu ni
blessés, ni morts, ni le bruit des canons! Bravo Portugal !!!
Depuis, ces fleurs sont le
symbole de la liberté. Une nouvelle époque est née, des nouveaux horizons se
sont ouverts et une société plus juste, plus fraternelle est née !!! À
partir de ce jour, le 25 avril est le jour de la liberté de chaque portugais.
Mais à vrai dire, c’est quoi la
liberté ? De nos jours, il y a
plusieurs appétits de liberté.
La liberté c’est une mission.
C’est un choix entre le bien et le mal.
La liberté absolue n’existe pas
car on vit en société et on a besoin d’amis et notre liberté s’arrête là où
commence la liberté d’autrui. La liberté a seulement un sens; celui qui a un
idéal est libre parce qu’il lutte pour lui. La liberté, on l’a seulement si on
n’est pas perdu, si on connaît les chemins à suivre pour donner un sens à son
existence.
Je crois qu’un jour on sera
vraiment libre; on sera libre par rapport à la drogue, au sexe, à l’alcool…
libre par rapport au travail, à la peur, face aux ennemis… libres de choisir
nos idéaux, notre vocation… libres de faire ce qui nous rend plus
humains !!!
Fernanda Pereira 11 º 1B
|
L’amour Ce n’est pas l’époque
de la Saint-Valentin mais l’amour n’existe pas seulement le 14 février. L’amour,
c’est un sentiment inexplicable mais aussi inévitable car sans lui la vie n’a
pas beaucoup de sens. Ce
sentiment transforme tout. Il transforme le corps, la pensée et même la vie
d’une personne. Dans l’amour, il n’y a pas de place pour
l’infidélité, car il y a à peine de la compréhension, de l’amitié, de
l’affection… Aimer,
c’est avoir toujours la préoccupation de rendre l’autre heureux. C’est
vrai que dans l’amour, il n’y a pas seulement de bonnes choses mais, parfois,
le fait de perdre quelqu’un nous enseigne la manière de conserver, la
prochaine fois, notre nouvel amour. Pour moi,
l’amour est super important car, mon petit ami est partout, il me rend
heureuse et sans lui, je ne suis personne. Je n’ai pas conquis cet amour en
deux jours seulement ; car pour construire une bonne relation, il faut
d’abord qu’il existe une forte amitié et après oui, arrive l’Amour, en
douceur… Moi, en
ce moment, j’ai une relation stable et je vous encourage à chercher votre
véritable amour !… Bonne chance à tous ! Vicas. 11 º 1B
Étrange ce baiser qui scelle le début
d’une histoire d’amour: les visages se rapprochent comme des aimants, les
yeux se ferment, les lèvres s’entrouvrent et se rejoignent et, tandis que les
langues s’explorent et s’entortillent, le cœur bat plus fort… C’est un rituel
amoureux uniquement observé chez l’homme. Le baiser profond fait travailler au
moins 29 muscles de la bouche et du visage, dont 17 font partie de la langue.
Chaque baiser amoureux peut brûler jusqu’à douze calories. Le baiser est, sans doute,
la meilleure manière de combattre le stress. Des experts affirment
qu’embrasser est une des choses que nous devrions tous faire pour prolonger
la vie. Les médecins affirment même qu’un baiser accélère la respiration et
produit plus d’insuline. Une autre curiosité c’est que pendant un long baiser, il
y a 150 pulsations par minute au lieu de 70 en temps normal… Quand on
s’embrasse passionnément, le pouls s’emballe et le cœur doit pomper un litre
de sang supplémentaire. 9 mg d’eau, 0,7 g d’albumine, 0,18 g de matières organiques,
0,711 mg de matières grasses, 0,45 mg de sels, 250 bactéries et quelques
virus… sont échangés lors de chaque long baiser langoureux ! Carina Fernandes 11 º 1B |
Printemps
Printemps, père des fleurs ! Vaniteux de sa jeunesse Orgueilleux de ses fleurs Pompeux de sa richesse… ! La bonne humeur est dans l’air ! Tous les doux animaux Se laissent emporter par l’amour Ils sont tous amoureux ! Mais aussi les personnes ! Elles sont jeunes et plus belles Aimer c’est naître une autre fois Comme les roses plus nouvelles! Le printemps, c’est l’amour ! Une belle alliance! L’amour et les fleurs C’est le printemps en France ! Marisa Geada 11 º 3A
Topo
Dédicatoire
Même dans les jours obscurs La vie, aujourd'hui, elle sourit... Elle sourit de façon différente Dans cette mer de gens! J’espère que tu
rencontres La meilleure façon de
vivre; La meilleure façon de sourire; La meilleure façon
d'aimer. Donc, Cristina, ne
laisse pas Que les fleurs de ton
jardin Sèchent. Ne les coupe
pas! Va les planter dans un
autre jardin! Fernanda Pereira 11
º 1B |
Home
is...
These texts were produced
by 11th form students, while studying the topic Identity. Students were asked to write about their
country, their region and define home using their senses.
These are just some of the
texts my students wrote. Unfortunately we cannot publish all of them.
Ana
Maria Raposo
My home is...
My home is my mother's "wake up!" every
morning; the family dinner table the comfort of being close to the fireplace
when it's raining and cold outside; the smell of food from the kitchen; my dog
barking, sometimes in the middle of the night; the sound of music from my radio
and sometimes from the radio of my neighbours; the return of my father from
work and of my brother from university; the places where I spend many hours,
sometimes studying, sometimes playing...; the great sight of Serra da Estrela;
snow on the terraces; The irritating noise of the washing machine, my mother's
cooking; the books; the posters; the maps; the CDs; my desk; my room...
In short, um home is
the place where I like to stay and the place where I'm always welcome. Home is a word that we never stop to think
of because for us it is something normal to have a house and many times we can
not imagine its importance. But home is a very important thing: It's our first
universe and also the retirement of the warrior after a day's work; it's the
place where we rest, where we stop to think, where we regain forces to face the
world.
Rui
Monteiro
Home
Home is a complex word. Home is more than one structure
of brick and other materials. Home means heart, heart means family...
For me home is the smell of my mothers cooking; the
comfort of my room and the sound of my favourite music before going to sleep
every night; the warmth of the fireplace in winter, and the fresh air through
the window in summer.
Home is my country, my town. Home is my neighbourhood; it
is everything that brings people together.
Joana
Proença
My home
My home is just the place where I feel better than
anywhere else, being with my parents and sister, remembering the good times we
have spent together.
There are some things that really make me remember my
home, some smells, sights and sounds, specially.
The smell of my home is unmistakable. I can't describe
it, but I know that when I am away for some days I miss that smell.
From my bedroom window I can see
Serra da Estrela and the towers on its top. When I look outside every morning I
still remember that when I was a little girl I used to think these towers were
two persons who were there looking at Fundão, the town where I live. From my
kitchen window I can see Serra da Gardunha, but a bit less than some years ago,
because now there are lots of buildings which don't let me see it.
And sounds... I remember the sound of a water engine,
something like tuááá-táá-táá... every summer morning, but it doesn't work
anymore. I really miss that sound.
I also listen to the school
bell. I hear it when I'm reading before going to sleep.
I think that these are the things that make me feel fine and
that remind me I belong here and not anywhere else.
Helena
Almeida
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Die
Freiheit begann mit einem Lied und einer Nelke*
(A liberdade começou com uma canção e um cravo)
|
Heutzutage herrscht in Portugal ruhige
Normalität aber vor 28 Jahren war das
anders. Was nach dem 25. April 1974 in Portugal geschah, stand fast jeden Tag
auf den Titelseiten der großen Zeitungen der Welt. Die
Lieblingsbeschäftigung der Portugiesen schien es damals zu sein, zu Tausenden
rote Fahnen schwenkend, durch die Straßen Lissabons zu ziehen. Es hatte sich
allerdings auch Bedeutendes ereignet. Eine der beiden letzten rechten
Diktaturen Europas hatte aufgeben müssen. Eine kleine Gruppe von
Offizieren hatte an einem einzigen Tag ein mehr als vier Jahrzehnte dauerndes
Regime der Unfreiheit gestürzt. Um Mitternacht hatte ein katholischer
Rundfunksender das von der Diktatur verbotene Lied “ Grândola,
vila morena” ausgestrahlt. Das war für etwa 200 junge Offiziere und wenige
eingeweihte Zivilisten das Signal für den Beginn der Erhebung. Die portugiesischen
Flughäften und die Grenzübergänge nach Spanien wurden schon geschlossen. Die
Bürger, die das Radio nicht eingeschaltet hatten, sind zur Arbeit am frühen
Morgen des 25. April gegangen. Nur wenige Menschen waren auf der Straße, alle
waren offensichtlich in ängstlicher, aber auch hoffnungsvoller Erwartung in
ihren Häusern geblieben. In Lissabon regnete es. Marcelo Caetano, der Ministerpräsident hatte die
politische Verantwortung an General Spínola übergeben. Am Nachmittag des 26.
April zogen Zehntausende singend durch die Straßen Lissabons und jubelte den
Soldaten zu. Zum ersten Mal seit 40 Jahren war wieder der Ruf „Freiheit“zu
hören. In der Nacht zuvor hatte eine Kellnerin auf dem Heimweg eine der im
Restaurant übriggebliebenen Nelken einem Soldaten ins Gewehr gesteckt. Die
zufällig fotografierte Blume in der Gewehrmündung wurde zum Symbol der
April-Revolution in Portugal. Mit einem Lied und
einer Nelke hatte die neue Freiheit begonnen. Die jungen Offiziere machten in
den beiden revolutionären Jahren zahlreiche Experiment und manche Fehler.
Doch als sie spürten, dass ihr Volk es vorzog, von gemäßigten zivilen
Politikern regiert zu werden, gaben sie die Macht ab, ließen den Portugiesen
aber die eroberten Freiheit. |
|
Actualmente reina em Portugal a normalidade, mas
há 28 anos a situação era completamente diferente. O que ia acontecendo em
Portugal, depois do 25 de Abril de 1974, figurava quase diariamente nas
páginas dos maiores jornais do mundo. Nesses tempos, a actividade favorita dos
portugueses parecia consistir em percorrer as ruas agitando milhares de
bandeiras vermelhas. No entanto, algo de significativo tinha igualmente
acontecido. Uma das duas últimas ditaduras de direita na Europa fora forçada
a abandonar o poder. Um pequeno grupo de oficiais havia derrubado, num
só dia, um regime repressivo com mais de quatro décadas de existência. À
meia-noite, uma emissora católica transmitiu a canção “Grândola, vila
morena”, que fora proibida pela ditadura. Para cerca de 200 jovens oficiais e
meia dúzia de civis, este foi o sinal de partida para o levantamento. Os aeroportos portugueses e as fronteiras
luso-espanholas foram encerradas. Os cidadãos que não tinham sintonizado os
rádios, dirigiram-se para os seus empregos na manhã do dia 25 de Abril.
Apenas escassas pessoas se viam nas ruas, todos estavam manifestamente
ansiosos nas suas expectativas, mas também cheios de esperanças. Chovia em Lisboa. Marcelo Caetano, o primeiro
ministro, entregara ao general
Spínola a responsabilidade governativa. Na tarde do dia 26 de Abril, dezenas de milhar de
pessoas percorreram, cantando, as ruas de Lisboa, dando vivas aos soldados.
Pela primeira vez, desde há 40 anos, voltava a ouvir-se o grito “Liberdade”.
Na noite anterior, ao regressar a casa, uma empregada de mesa enfiara no cano
da espingarda de um soldado um cravo esquecido no restaurante. A flor
acidentalmente fotografada na boca da arma, converteu-se no símbolo da
Revolução de Abril em Portugal. Com uma canção e uma flor tinha começado a nova
liberdade. Durante os dois anos revolucionários, os jovens oficiais fizeram
inúmeras experiências e cometeram alguns erros. Contudo quando sentiram que o
seu povo preferia ser governado por políticos civis e moderados,
devolveram-lhe o poder, deixando embora aos portugueses as liberdades
conquistadas. |
* Adaptado de um artigo
publicado na imprensa alemã, no jornal Frankfürter
Allgemeine
Com efeito,
não é com uma frase de Sartre de sentido perturbado e descontextualizada que se
poderá justificar o anarquismo. O anarquismo seria justificado antes por uma
perspectiva histórica e atentando, de facto, o sítio, o porquê, a idade que ele
viu primeiramente. O século XIX, século-berço das grandes superfícies
industrializadas, foi palco de grandes descalabros para com a condição humana,
por razões que conhecemos. Por outro lado, a acumulação de grandes bolsas
capitalistas fez despertar a atenção dos mais lúcidos. Entre muitos, Proudhon
ou o pai do Anarquismo. Mas não nos afastemos do assunto, pois o que queria
focar era o contexto histórico do anarquismo, embora o tenha feito muito
brevemente. Desculpas. Porquê então o anarquismo? Numa sociedade super-industrializada,
enegrecida por crises económicas cíclicas, que desempregavam centenas ou
milhares ou, quiçá, milhões de trabalhadores, cujos salários compravam um naco
mísero de sobrevivência e a nossa sociedade, o nosso país não apresenta,
actualmente, um cenário tão dantesco quanto o de cima, há ,contudo, situações
muito graves, noutros planos. Não seria nunca possível implantar um “sistema”
anárquico em Portugal, por mais boa vontade que tenhas. Há muitos pastores, sim
é verdade; mas não possuem eles o apartamento no qual deves residir; não podem
dispensar uma ovelha, enquanto o poder de compra dos teus progenitores podia
massacrar um pequeno rebanho, por distracção ou por puro deleite. É uma classe
que não possui o tipo de iluminação intelectual que possuis, origem dessa
consciência individual e benfeitora que poderás possuir. Essa classe, a dos
pastores, dos carpinteiros cresceu a contar, em suor e ansiedade, os poucos
tostões que lhes garantiam o vislumbre das ovelhas no dia seguinte.
De outra
ordem, surge uma pequena imperfeição, a meu ver, deste sistema: acreditar que
“o ser humano é naturalmente bom”. Nesta perspectiva, o conceito de bondade,
poderia ser alvo de vários ataques, num ponto de vista filosófico. Contudo, a
bondade aqui pode ser entendida como o querer o bem do outro. No meu
entendimento, admito antes a vontade de poder inata ao ser humano e são
raríssimas as excepções que possuem esta vontade niilista de destruir um
sistema democrático que tantas cabeças custou à história. É de facto inevitável
admitir o desenrolar minimamente positivo que teve o percurso deste velho país nas últimas dezenas de anos.
Em resumo,
Proudhon teve o fim bem triste do esquecimento. Hoje raramente me lembro dele.
A história
fala de um homem, que ao verificar os mesmos fenómenos, teorizou as coisas
diferentemente e, ainda hoje, cantam-no ainda muitas massas – Karl Marx.
Ao
contrário do anarquismo, que pressupõe a destruição absoluta da autoridade
(polícia, Estado; enfim, qualquer tipo de instituição regedora), o comunismo
entende esta incapacidade de auto-suficiência governativa do homem e defende
que devem haver órgãos estatais que governam a favor do bem colectivo; isto em
traços gerais. Ao contrário de Proudhon, Marx não foi um mau profeta, desde já
por conseguir concretizar o que o primeiro não conseguiu e até porque o seu
pensamento foi direccionado para outros planos, tendo algum sucesso (é de
admitir). Não foi um mau profeta pois Marx previra o “crack” mais violento do
século XIX – o de Viena em Maio de 1873.
Em suma, o
pensamento de Sartre chega até nós sob um ponto de vista ontológico e
fenomenológico, não como um sistema político.
Orestes
E para aqueles que julgam que tais reuniões não passam
de encontros mensais para conversas informais, é importante mostrar que, de
facto, discute-se muito acerca do ambiente escolar e solucionam-se problemas
que nos dizem respeito. Desculpem-me o reparo, mas tinha que ser feito.
Quanto à reunião, propriamente dita, muito de novo se
fez: enquanto que nas últimas faltou um pouco de dinamismo e vontade para
mostrar os problemas, nesta esses sobraram. Em primeiro lugar, fez-se um reparo
às provas globais de 10º e 11º anos, que por, este ano, se realizarem em datas
muito “apertadas”, levantaram grande indignação por parte da comunidade
escolar. A explicação da escola é lógica e bastante plausível: é difícil
conjugar provas, aulas de 3º ciclo, burocracias de avaliação, entrega das notas
finais e exames nacionais, e por isso mesmo, algum sacrifício terá de ser
feito.
Depois deste pequeno reparo, iniciou-se a longa lista
de “exigências”, das quais se salientam: a maior atenção por parte dos
funcionários do pavilhão para que não deixam alunos fechados depois das aulas
de Ed. Física, a activação dos bebedouros perto dos campos e a introdução de
fruta no bufete, de modo a equilibrar a dieta daqueles que todos os dias lá
almoçam. Para além destes assuntos, referiu-se ainda o grande problema que é a
falta de civismo de muita gente em locais como a fila na papelaria, o bufete, o
chamado “U” e as casas de banho. Sinceramente, pergunto-me todos os dias, qual
é a necessidade de hesitar tanto aquando do pedido na papelaria, de levar
“trocos” de uma data de amigos para comprar pequenos-almoços a todos, de deitar
papéis ou pacotes para o chão do bar, de interpelar tanta gente para conseguir
comer, de atirar restos de cigarros para o chão na rua, quando os podem
simplesmente pôr no caixote do lixo ou de tirar as torneiras nas casas de
banho. Afinal de contas, qual é o prazer de causar tanta confusão, quando se
pode viver num ambiente limpo, organizado, higiénico e agradável? E onde está a
dificuldade em contribuir? Façam-no!
Em relação a novas funcionalidades,
a partir de agora os carregamentos na fotocopiadora da papelaria poderão ser de
1.25€ e na biblioteca, imprimir passará a custar 5 cêntimos cada folha
impressa, sendo necessário, no entanto, adquirir folhas brancas.
À escola e associação de estudantes foram comunicadas as
seguintes actividades, para as quais, se aceitam voluntários:
- Irá realizar-se o chamado Banco Alimentar Contra
a Fome, no próximo dia 4 e 5 de Maio em hipermercados do Fundão e Covilhã e os
voluntários, com mais de 15 anos, deverão dirigir-se à sala da A.E. para
preencher uma ficha de inscrição.
- Inseridos no Intercâmbio Cultural Portugal-Japão,
três alunos portugueses terão a oportunidade de conviver com três jovem
japoneses em ambos os países durante, sensivelmente, três semanas, devendo para
isso, todos os voluntários, afluir à sala da A.E., de forma a obter todas as
informações acerca de inscrição e pormenores do evento. O último assunto a ser
debatido na dita reunião tem a ver com um inquérito respondido por alguns
alunos de 3º ciclo e ensino Secundário acerca do ambiente escolar e ficou claro
que assuntos como “Disponibilidade para escutar”, “Tempo de espera para
atendimento”, ”Saber estar nas filas de espera” e “Interacção da Escola com o
meio” ainda terão de ser melhorados.
Para terminar, faço já um apelo a todos os delegados
de turma, para que apareçam “em peso” no dia 29 de Maio em hora a determinar,
na última reunião deste órgão neste ano lectivo.
Miguel Ramos, 10º 3A
INSTITUTO
NACIONAL
DE CARDIOLOGIA
PREVENTIVA

A 5ª campanha
internacional “Quit & Win” – “Pare
& Ganhe” vai ter lugar nesta próxima
primavera (Abril / Maio 2002) e será, de certeza, o maior esforço conjunto a
nível mundial para incentivar os fumadores a deixarem de o ser. Cerca de 100
países irão participar com o apoio da Organização mundial de saúde.
Portugal já assumiu
esse compromisso através do Instituto Nacional de Cardiologia Preventiva.
As escolas têm um
papel importantíssimo na vida das crianças e jovens por isso cabe-lhe também
promover a saúde dos alunos, das suas famílias e, até mesmo, dos professores.
Assim, propomos que
colaborem nesta campanha deixando de fumar ou contribuindo para que muitos não
comecem a fumar.
“Pare & Ganhe” enviou
o seguinte texto elaborado por Helena Alcobia
do INCP para ser publicado em
jornais escolares.
Ao fim de uma hora: - uma Tensão arterial e uma Pulsação
regulares,
- e ainda 0,15 euros*
;
Ao fim de um dia: - um par de pulmões mais limpos,
- um conjunto de
artérias mais saudáveis,
- e ainda 2 euros *;
Ao fim de duas semanas: - um sistema imunitário mais activo,
- e ainda 28euro *
Ao fim de cinco anos: - um corpo recuperado do tabaco, (se não tiver danos irreparáveis)
- e ainda 3650 euros *
Não acha que vale a pena
parar de fumar?...
* cálculos feitos com valores de Janeiro de 2002, 2
euros = um maço de tabaco / dia.


