6- Avaliação dos alunos

 

        

            “A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa, permitindo uma recolha sistemática de informações que, uma vez analisadas, apoiam a tomada de decisões adequadas à promoção da qualidade das aprendizagens” (Ponto 2 do Desp. Norm. Nº 30/2001).

            No cumprimento das normas legais, mormente do Decreto-Lei Nº 6/2001, o Decreto-Lei Nº 209/2002 e o despacho Normativo Nº 1/2005, importa clarificar e uniformizar os princípios e práticas pedagógicas relacionadas com a avaliação dos alunos do Ensino Básico, bem como definir os processos cuja regulamentação é remetida por lei para o Regulamento Interno da Escola.

             Assim, definem-se as seguintes linhas orientadoras no que concerne ao modo de trabalho pedagógico:

 

§         Cada aluno, de acordo com as suas potencialidades, vai construindo, ao seu ritmo, o conhecimento;

§         O aluno deve ser entendido como agente dinâmico que procura adaptar-se ao meio e agir sobre ele;

§         A avaliação deverá ser geradora e reveladora de sucesso;

§         A avaliação deverá ser entendida como elemento regulador do processo ensino/aprendizagem;

§         A auto e a hetero-avaliação devem ser sistemáticas e continuadas, no sentido de proporcionarem uma melhoria qualitativa do processo ensino/aprendizagem;

§         O processo de avaliação deve ser transparente e rigoroso, através de clarificações e de explicitações dos critérios adoptados.

 

São intervenientes no processo de avaliação:

 

 

Os diferentes intervenientes participam no processo de avaliação da seguinte forma:

 

 

No Agrupamento serão utilizados os seguintes instrumentos de avaliação:

 

·         Actividades de diagnóstico

·         Actividades formativas

·         Testes / fichas de avaliação

·         Trabalhos de grupo/pesquisa

·         Comunicação

·         Grelhas de observação

 

Segundo o Dec-lei nº3/2008 de 7 de Janeiro, os alunos referenciados com NEE, no que diz respeito à avaliação, poderão beneficiar de alterações do tipo de provas, dos instrumentos de avaliação e certificação, assim como das condições de avaliação quanto às formas e meios de comunicação e à periodicidade, duração e local da mesma.

         No que se refere aos alunos com currículos específicos individuais não estão sujeitos ao regime de transição de ano escolar nem ao processo de avaliação característico do regime educativo comum, ficando sujeitos aos critérios específicos de avaliação definidos no seu Programa Educativo Individual (PEI).

 

6.1- Avaliação no Pré – Escolar

A avaliação no Pré-Escolar é formalmente realizada no final de cada período lectivo, através de uma ficha individual, considerando três níveis etários diferenciados: 3/4 anos; 4/5 anos e 5/6 anos. Nesta ficha consta um conjunto de itens repartidos por oito áreas de desenvolvimento, onde é assinalada a aquisição ou não das diversas competências, sendo utilizada a terminologia: Adquirida (A) ou Em Aquisição (E A ), constando aí o resultado dos três períodos lectivos, por forma a permitir uma leitura sequencial e imediata da evolução registada ao longo do ano por cada criança.

No final dos três anos de frequência, ou seja, nos 5/6 anos, esta ficha, com algumas adaptações, é enviada para os pais e para o respectivo professor do 1º Ciclo.

Os critérios constantes nas três fichas de avaliação estão relacionados com as áreas de desenvolvimento psicológico e de conteúdo das Orientações Curriculares do Pré-Escolar, sendo fundamentalmente:

·   Nível de desenvolvimento observado nas áreas de desenvolvimento da Psicologia: Linguagem, Psicomotricidade, Desenvolvimento Sensorio-Motor, Desenvolvimento Social e Afectivo;

·   Aquisição (consolidada ou em curso) das competências pré-definidas, de acordo com as três áreas de conteúdo: Desenvolvimento Pessoal e Social,

  Expressão e Comunicação e Conhecimento do Mundo.

 

6.2- Avaliação no 1º CEB

 

O Conselho de Docentes definiu, para o Agrupamento de Escolas de Penalva do Castelo, os seguintes critérios e parâmetros de avaliação, considerando-os primordiais para o sucesso dos alunos:

§         Utilizar o código ou códigos próprios nas diferentes áreas do saber, para expressar verbalmente o pensamento próprio.

 

Serão contempladas as seguintes situações especiais:

 

 

Parâmetros:

- Em cada turma o professor, de forma autónoma, deverá recorrer a diversos instrumentos e processos de avaliação (observação, registos, fichas de trabalho, auto-avaliação e hetero-avaliação - A avaliação sumativa, principalmente na final do 4º ano de escolaridade, deve incidir sobre as competências essenciais de ciclo, as competências específicas de cada área disciplinar, dando especial atenção à evolução das aprendizagens e competências desenvolvidas.

 

O Conselho de Docentes estabelece:

 

6.3 – Avaliação no 2º e 3º CEB

A avaliação incide sobre as aprendizagens e competências definidas no currículo nacional para as diversas áreas e disciplinas de cada ciclo, sendo concretizadas através do Projecto Curricular de Escola e dos Projectos Curriculares de Turma. As componentes de carácter transversal constituem objecto de avaliação em todas as áreas curriculares ou disciplinares.

A avaliação das aprendizagens privilegia:

§         A avaliação dignóstica

§         A avaliação formativa, valorizando os processos de auto-avaliação, regulada e articulada com os momentos de avaliação sumativa;

§         A avaliação do aluno, principalmente ao longo de cada ciclo;

§         O conhecimento dos critérios de avaliação de Escola, por parte de todos os intervenientes do processo educativo.

 

É de realçar que a avaliação formativa constitui a principal modalidade de avaliação no ensino básico, assumindo carácter contínuo, sistemático e regulador. Recorre a uma variedade de instrumentos de recolha de informação, de acordo com a natureza das aprendizagens e dos contextos em que ocorre. Engloba uma vertente de diagnóstico, conduzindo à elaboração e adequação do Projecto Curricular de Turma e consequente adopção de estratégias de diferenciação pedagógica.

Para além do professor e do aluno tomarem conhecimento sobre o desenvolvimento das aprendizagens e competências, a avaliação formativa permite também aos encarregados de educação e a outros intervenientes do processo educativo terem conhecimento da evolução do aluno.

A avaliação formativa é da responsabilidade conjunta do professor em diálogo com os alunos, com outros professores e com os órgãos de orientação e apoio educativo, competindo ao director de Turma coordenar a avaliação de forma a garantir o seu carácter globalizante e integrante.

A avaliação sumativa consiste na formulação de um parecer globalizante sobre as aprendizagens e competências desenvolvidas pelo aluno, no final de cada período, e que se traduz numa escala de 1 a 5, em todas as disciplinas e de forma descritiva nas áreas curriculares não disciplinares (Não Satisfaz, Satisfaz e Satisfaz Bem).

A avaliação sumativa no 1º Ciclo é da responsabilidade do Professor Titular da Turma e nos 2º e 3º Ciclos é da responsabilidade do Conselho de Turma, presidido pelo respectivo Director de Turma. A este compete a coordenação dos trabalhos, a garantia da natureza globalizante e integrante da avaliação, bem como o respeito pelos critérios de avaliação de cada uma das áreas disciplinares e não disciplinares e dos critérios gerais da Escola. A avaliação sumativa processa-se através da seguinte forma:

 

§         Síntese das informações recolhidas sobre o desenvolvimento das aprendizagens e das competências que foram definidas;

§         Ocorre no final de cada período lectivo, de cada ano lectivo e de cada ciclo;

§         É da responsabilidade dos docentes do Conselho de Turma;

§         É atribuída uma classificação numa escala de 1 a 5 (para o 2º e 3º ciclos que pode ou não ser acompanhada de uma síntese descritiva sobre a evolução do aluno);

§         No 1º ciclo é atribuída classificação qualitativa de Muito Bom, Bom, Suficiente e Insuficiente, acompanhada de síntese descritiva;

1.         Nas áreas curriculares não disciplinares (Estudo Acompanhado, Área de Projecto e Formação Cívica) atribui-se uma menção qualitativa -  Não Satisfaz, Satisfaz e Satisfaz Bem;

2.         No 9º ano, a avaliação sumativa integra uma componente externa – exames nacionais a Língua Portuguesa e Matemática –, nos termos e com o peso definidos no artigo 44 do Despacho Normativo Nº 1/2005.

 

6.3.1 – Critérios de avaliação

 

            Em Conselho Pedagógico foram definidos, depois de ouvidos os diferentes Departamentos, os critérios de avaliação a utilizar no 2º e 3º Ciclos, os quais constam da grelha que a seguir se apresenta.

            A responsabilidade/solidariedade, autonomia e o empenho são avaliados em todas as áreas curriculares disciplinares com a percentagem de 10% e 20%, respectivamente, possuindo indicadores comuns.

            As competências específicas de cada disciplina são avaliadas em 70%.

 

DISPOSITIVO DE AVALIAÇÃO DE COMPETÊNCIAS PARA O ENSINO BÁSICO

 

 

COMPETÊNCIAS

 

 

INDICADORES

 

COTAÇÃO

 

PERCENTAGEM

 

Responsabilidade e Solidariedade

Pontualidade/ Assiduidade

3

10

Cumprimento das regras estabelecidas

5

Cooperação com os colegas

2

 

 

 

Autonomia e Empenho

Realização dos trabalhos de forma autónoma e persistente

5

20

Organização e apresentação do material necessário

5

Atenção e participação oportuna nas aulas

5

Interesse na realização das tarefas na aula e em casa

5

 

Competências específicas da disciplina

 

 

70

 

            As Competências específicas de cada disciplina foram definidas pelo respectivo Departamento Curricular e posteriormente aprovadas em Conselho Pedagógico, constando da tabela que se segue.

 

 

 

DISCIPLINAS

 

 

COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS

LINGUA PORTUGUESA

Comunicação Escrita

Compreensão Escrita

15

70

Conhecimento Explícito da Língua

10

Expressão Escrita

20

Comunicação Oral

Compreensão Oral

6

Expressão Oral

6

Leitura

13

TEATRO

Expressão/comunicação vocal e corporal

30

 

70

Escrita do texto dramático

10

Elaboração de cenários, adereços e figurinos

15

Exploração das potencialidades dramáticas do uso da luz e/ou som

5

Reconhecimento e utilização de estruturas dramáticas e códigos teatrais

5

Compreensão da diversidade das artes e/ou do teatro

5

LÍNGUAS

Comunica de acordo com as diferentes situações propostas

6

70

Exprime-se oralmente e por escrito com correcção

10

Utiliza vocabulário adequado/específico da disciplina

6

Reproduz informação memorizada

5

Identifica informação

5

Relaciona informação

5

Interpreta mensagens orais e escritas

10

Lê textos com entoação adequada e correcção linguística

5

Aplica as regras de funcionamento da língua

10

Manifesta opinião fundamentada sobre temas leccionados

5

Utiliza sistemas de comunicação variados

3

MATEMÁTICA

Capacidade de comunicação

Vocabulário específico

3

70

Clareza de ideias

 

Capacidades cognitivas

Trabalho individual

67

Testes escritos

Tarefas orais

Fichas de trabalho

CIÊNCIAS DA NATUREZA, NATURAIS e FÍSICO QUÌMICAS (a)

Comunicação /oral (a)

5

70

Testes

60

Trabalhos/relatórios

5

HISTÓRIA

 

Tratamento de informação/Utilização de fontes

 

 

- Fichas de avaliação – 64%

-Trabalhos de grupo e/ou trabalhos de pesquisa individual – 6%

 

*

Compreensão Histórica:

              - Temporalidade

              - Espacialidade

              - Contextualização

Comunicação em História

 

 

A localização

GEOGRAFIA

O conhecimento dos lugares e regiões

O dinamismo das inter-relações entre espaços

EDUCAÇÃO MORAL E RELIGIOSA CATÓLICA

 

Compreensão dos valores que regulam a convivência social 

- Abertura e envolvimento nos temas propostos – 50%

- Fichas de trabalho – 15%

- Trabalhos de grupo e/ou trabalhos de pesquisa individual – 5%

Revelar uma atitude positiva, face a si e aos outros, no cumprimento dos deveres

Conhecer, interpretar e confrontar a mensagem bíblica que fundamenta os valores humano-cristãos essenciais

Compreender e pôr em prática os valores que regulam a convivência social

EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA  7.º e 8.º Anos              9ºAno

 

 

Capacidades

Psico-motoras

Criatividade/Expressividade

15

70

Domínio da técnica e material

15

Organização/Planeamento no trabalho

10

Higiene e segurança no trabalho

10

Capacidades cognitivas

Compreensão dos conteúdos

20

 

 

Capacidades

Psico-motoras

Criatividade/Expressividade

15

 

 

70

Domínio da técnica e material

12

Organização/Planeamento no trabalho

10

Higiene e segurança no trabalho

8

 

Capacidades cognitivas

Compreensão dos conteúdos

25

EDUCAÇÃO MUSICAL

 

Capacidades

Psico-motoras

Criação e experimentação

10

70

Domínio de técnicas simples de produção de sons e ritmos (vocal e instrumental)

 

15

Interpretação e comunicação

15

Expressividade

10

 

Capacidades cognitivas

 

Compreensão de sons, ritmos e instrumentos

20

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO e COMUNICAÇÃO

 

Capacidades

Psico-motoras

Qualidade do trabalho realizado

5

70

Destreza com equipamentos e aplicações

 

5

 

Capacidades cognitivas

 

Compreensão dos conteúdos (testes)

60

EDUCAÇÃO FÍSICA

 

 

 

Capacidades

Psico-motoras /

Capacidades cognitivas

Domínio das técnicas de movimento e de utilização de aparelhos

 

25

70

Aquisição de conhecimentos

10

Aplicação de conhecimentos

10

Utilização de vocabulário específico

5

Conhecimento de regras de jogos e de exercícios físicos desportivos

20

 

Capacidades

Psico-motoras /

Capacidades cognitivas

 

(alunos com atestado médico)

 

Domínio das técnicas de movimento e de utilização de aparelhos

 

0

70

Aquisição de conhecimentos

10

Aplicação de conhecimentos

10

Utilização de vocabulário específico

5

Conhecimento de regras de jogos e de exercícios físicos desportivos

 

45

EDUCAÇÃO VISUAL E TECNOLÓGICA

 

Capacidades

Psico-motoras

Criatividade/Expressividade

15

70

Domínio da técnica e material

12

Organização/Planeamento no trabalho

10

Higiene e segurança no trabalho

8

Capacidades cognitivas

Compreensão dos conteúdos

25

EDUCAÇÃO VISUAL

 

Capacidades

Psico-motoras

Criatividade/Expressividade

10

70

Conhece e domina progressivamente algumas técnicas e procedimentos de transformação de materiais

10

Organização/Planeamento no trabalho

10

Higiene e segurança no trabalho

5

Utiliza instrumentos de medição com rigor

5

Capacidades cognitivas

Compreensão e transmissão dos conteúdos, com clareza, oralmente e por escrito, recorrendo a vocabulário específico da disciplina.

30

               

         * - Caso os alunos não realizem trabalhos de grupo e/ou trabalhos de pesquisa individual, as fichas de avaliação têm um peso de 70%.

 

Mensalmente, ou quando for necessário, o professor preencherá uma ficha de registo de avaliação intercalar onde constem todos os parâmetros de avaliação e entregará ao Director de Turma 

De acordo com o Decreto-Lei nº6/2001, de 18 de Janeiro, deverão ser construídos, pelos Conselhos de Turma e pelos Departamentos Curriculares, os instrumentos necessários para os vários tipos de avaliação.

Durante todo o processo de ensino e de aprendizagem, o professor recolhe os elementos através da utilização de técnicas e de instrumentos diversos, específicos para o efeito, que deverão ser adequados ao tipo de conteúdos que se querem avaliar, bem como aos objectivos definidos.

Para avaliar, o professor deverá ter em conta os seguintes aspectos:

·    A observação directa e sistemática;

·    Os trabalhos individuais e colectivos realizados na aula;

·    As intervenções orais e escritas dos alunos durante as aulas;

·    O caderno diário;

·    Os trabalhos de casa ou extra-aula;

·    As fichas de avaliação formativa e sumativa.

 

A avaliação sumativa realizada no final de cada ciclo dá origem a uma tomada de decisão pedagógica sobre a progressão ou retenção do aluno, expressa através das menções de "Aprovado" ou "Não Aprovado" respectivamente.

Para além do estipulado na legislação relativamente à progressão/retenção dos alunos, o Conselho Pedagógico aprovou uma proposta a aplicar aos alunos do 2º e 3º Ciclos.

Deve ser sempre considerado que uma decisão de retenção num ano não terminal de ciclo não deve ser tomada pelo facto do aluno não ter realizado as aprendizagens essenciais previstas para esse ano, mas sim quando o seu atraso é tal que não é possível a realização daquelas aprendizagens até ao final do ciclo, mesmo com eventuais medidas de apoio.

Assim, no 5º, 7º 8º anos transitam todos os alunos com três níveis inferiores a três.

            No caso de um aluno que esteja fora da escolaridade obrigatória ou em condições de retenção repetida e apresentar quatro níveis inferiores a três, o conselho de turma deve proceder a uma análise global do desenvolvimento das competências do mesmo, tendo em conta todo o percurso realizado ao longo do ano lectivo e as aprendizagens/competências definidas no P.C.T, procedendo de seguida à votação. Esta poderá levar à progressão do aluno se houver unanimidade por parte do Conselho de Turma.

No final do 2.º Ciclo, a decisão de progressão de um aluno com classificação inferior a três nas disciplinas de Língua Portuguesa e de Matemática ou em três disciplinas considerando-se neste caso a Área de Projecto e duas outras desde que não sejam cumulativamente Língua Portuguesa e Matemática é tomada por unanimidade em Conselho de Turma.

 

No final do 3.º Ciclo, a admissibilidade a exame é ponderada em conselho de turma tendo em conta os seguintes itens:

·    Idade – desfasamento entre a idade cronológica e a idade de frequência

·    Interesse – demonstrado pelas actividades realizadas na aula

·    Assiduidade – ser assíduo às aulas e às actividades propostas

·    Outros interesses considerados válidos mas divergentes dos escolares.

A progressão depende dos resultados da avaliação externa.

A seguir coloca-se um quadro exemplificativo dos efeitos da avaliação sumativa no 2.º e 3.ºCiclos.

EFEITOS DA AVALIAÇÃO SUMATIVA

                                                      

ANOS

DISCIPLINAS COM NÍVEL INFERIOR A TRÊS

EFEITOS

Língua Portuguesa, Matemática, Ciências

Progressão

Língua Portuguesa, Matemática, Ciências e outra

Progressão com unanimidade do Conselho de Turma desde que o aluno esteja fora da escolaridade obrigatória ou em condições de retenção repetida.

 

 

 

 

Língua Portuguesa e Matemática

Progressão com unanimidade.

Caso não exista unanimidade, deve proceder-se a nova reunião do Conselho de Turma, na qual a decisão de progressão, devidamente fundamentada, deve ser tomada por dois terços dos professores que integrem o Conselho de Turma.

História, Matemática e Ciências

Língua Portuguesa, História e Área de Projecto

História, Matemática, Ciências e Área de Projecto

Retenção

História, Matemática, Ciências, Educação Musical

Retenção

 

 

Língua Portuguesa (1), Matemática (1)

Não admitido a exame – Não Aprovado 

Língua Portuguesa (1) ou Matemática (1) , Ciências, História

Não admitido a exame – Não Aprovado

Ciências, História, Inglês

Não Aprovado

Ciências, História, Área de Projecto (Não Satisfaz)

Não Aprovado

História, Francês, Ciências, Inglês

Não admitido a exame – Não Aprovado

Francês, Ciências, Língua Portuguesa ou Matemática (2)

Admitido a exame

Francês, Ciências, Língua Portuguesa (2)

 Matemática (2)

Admitido a exame