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Eis o que
chega até nós. Aqui ficará,
qual montra electrónica, à disposição dos que consultam «AVEIRO E CULTURA».
Seleccione
a opção pretendida.
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Livros |
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Recebemos do colaborador deste espaço,
David Paiva Martins, a publicação Aradas, um olhar sobre a
segunda metade do século XX, com um total de 170 páginas,
editado em 6 de Novembro de 2011 pela respectiva Junta de
Freguesia, por altura do aniversário dos 175 anos.
À semelhança do que fizemos com o 1º
volume, aconselhamos a consulta das páginas pessoais de D. P.
Martins, onde se reproduzem na íntegra alguns dos muitos
capítulos desta obra. Para tal, deverá clicar na imagem
reproduzida.
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Recebemos de Aida Viegas, colaboradora
deste espaço comunitário, uma das suas últimas publicações:
Santo António. A Freguesia e o Padroeiro.
Editado pela autora em 2011, este trabalho
com 160 páginas está dividido em duas partes. A primeira
constitui uma extensa monografia em que A. Viegas nos fornece
todos os elementos relativos à freguesia de Santo António, desde
as origens mais remotas, rebuscadas em diferentes escritos, até
ao momento actual, passando por todos os aspectos: geográficos,
históricos, econó-micos, sociais e linguísticos.
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Na segunda parte, a autora, seguramente
uma devota do Santo Padroeiro, fornece-nos uma recolha completa
de informações relacionadas com a vida do santo mais popular,
não apenas nosso, mas, inclusive, um dos mais populares do
mundo, o santo que «ressuscita mortos e doenças, que tem o dom
da omnipresença, que consegue restituir as coisas perdidas» e,
entre muitas outras coisas, «o santo que nunca deixa
frustrarem-se as esperanças das jovens casadoiras».
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Para que os leitores fiquem com uma ideia menos incompleta dos
conteúdos deste trabalho, remetemo-los para as
páginas pessoais
desta colaboradora no espaço «Aveiro e Cultura», onde poderão
encontrar uma brevíssima amostragem do conteúdo da obra.
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Recebemos as duas obras cujas capas se
reproduzem e que podem ser consultadas nas páginas do
colaborador e autor Sérgio Paulo Silva.
A primeira é um pequeno
opúsculo de 16 páginas em formato A5, intitulado «Enguias». |
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A segunda, com o título «Salreu, uma
aldeia em papel de arroz», no formato 21x23 cm com 54 páginas, é
um trabalho profusamente ilustrado com fotografias cedidas por
diferentes fotógrafos, no qual o autor nos evoca a vida em
Salreu, uma freguesia do concelho de Estarreja, no decurso do
século XX.
Embora nas páginas da
Internet apenas seja reproduzida uma pequena amostragem das
muitas fotografias, por solicitação expressa do autor, todo o
texto é reproduzido na íntegra. |
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Por isso, se quiser ficar com uma ideia do
conteúdo, aguçando o apetite para a aquisição do original, não
terá mais do que clicar no nome completo do autor, que não é
mais do que a hiperligação para as páginas de
Sérgio Paulo
Silva, ou nas imagens das capas reproduzidas.
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Em 2006, entre 9 de Janeiro e 10 de
Fevereiro, decorreu uma exposição no Museu de Física da
Universidade de Coimbra subordinada ao tema «Passado ao
Espelho. Máquinas e imagens das vésperas e primórdios da Photographia», para a qual foi elaborado um catálogo, concebido
por Alexandre Ramires e coordenado cientificamente pelo mesmo,
coadjuvado por Ermelinda Antunes e Maria Helena Caldeira.
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Não tivemos conhecimento deste evento, mas recebemos do Dr.
Ramires um exemplar do catálogo, que constitui um documento
esclarecedor do seu interesse.
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A exposição foi um momento de curta duração, que mostrou aos
conimbricenses o
valioso espólio do Museu de Física da Universidade de Coimbra; mas o catálogo constitui um documento perene, que nos
revela não
apenas aspectos passados de Coimbra, mas também que
em Portugal e, particularmente, nesta cidade, sempre se acompanharam a par e passo as evoluções
tecnológicas no domínio do registo da realidade em imagens fotográficas.
Com um total de 72 páginas no formato de
24x20 cm, este catálogo merece uma reconversão integral para
um formato electrónico interactivo. Enquanto para tal não nos for dada a
permissão, aqui fica uma breve
amostragem com cerca de 10 páginas e o nosso agradecimento à
equipa que o concebeu, com um obrigado muito especial ao Dr.
Alexandre Ramires, a quem devemos o exemplar recebido.
Para uma consulta do catálogo,
clique na imagem acima reproduzida e navegue utilizando as imagens e botões inseridos nas
páginas.
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Acabámos de receber a publicação As Palavras em Mão –
Apontamentos de Literatura, da autoria de João Gamboa, do
qual transcrevemos a NOTA DE APRESENTAÇÃO, para que o leitor
possa ficar com uma breve ideia do seu conteúdo:
«1. "Palavras, leva-as o vento", diz o povo na sua sabedoria, e
com razão. As obras é que têm peso e ostentam valores, por isso
as obras é que contam. Assim também as palavras recolhidas e
escritas no papel branco de um livro. Aí ganham lastro, o vento
não as dispersa, assumem alguma visibilidade e permanecem e
contam.
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É esse o objectivo deste livro. As palavras nele gravadas vêm de
variadas circunstâncias e intenções: ou simplesmente lidas na
apresentação de um livro e guardadas no silêncio de uma gaveta,
ou publicadas em jornais e revistas; e têm diversas datas na sua
génese: da década de 1990 até aos dias de hoje, além de dois
textos escritos no longínquo 1975. Também testemunham diferentes
autorias.
Estas são, portanto, palavras resgatadas e guardadas, palavras
servidas ao leitor na palma da mão - "As Palavras em Mão".
2. O livro está organizado em duas partes e um apêndice.
Na primeira parte registam-se doze textos meus que são breves
reflexões sobre alguns criadores sobretudo literários,
nomeadamente Antero de Quental, Marmelo e Silva, Mozart,
Sebastião da Gama, José Gomes Ferreira, Miguel Torga e José
Régio.
A segunda parte comporta os textos com que foram apresentadas as
onze obras literárias de Eugénio Beirão – poesia,
diarística, contos e crónicas. São, portanto, prefácios,
posfácios (só um) e textos lidos nas sessões de lançamento, além
de pequenos apontamentos mais ligeiros e mais breves.
Gostosamente cito os nomes dos seus autores: António Capão,
António Manuel Ferreira, Armor Pires Mota, Bartolomeu Conde, F.
Pires Lopes, Filipe Rocha, François Baradez, Idalécio Cação,
Idália Sá-Chaves, Jerónimo de Matos, João Estrela, Rosa Lídia
Coimbra, Teresa Soares Correia, Virgínia de Carvalho Nunes e um
grupo de alunos do 12.º 4B – 1999-2000, da Escola
Secundária do Fundão, da leccionação da professora Estrela
Correia.
No apêndice estão arrumadas duas entrevistas: da primeira
resultou um texto elaborado por Fernando Martins que a conduziu
e era na altura (Abril de 2000) director do Correio do Vouga; a
segunda foi feita por Pedro Silveira e destinava-se ao Jornal do
Fundão, que a não publicou. Ambas se alargam a temas não
directamente literários e não são, por isso, censuradas; abordam
também, portanto, outros aspectos e perspectivas culturais.
3. Reproduzem-se sempre, na segunda parte, as belas capas dos
livros e, quando houve espaço disponível, também alguma
escolhida ilustração das obras de poesia. Os seus autores bem
merecem esta lembrança. São eles Afonso Henrique, Hélder
Bandarra, Jeremias Bandarra, Maria de Fátima Gamboa, Sara
Bandarra, Soraya e Tânia Sardinha (ou Tânia Vieira).
Do mesmo modo, na primeira parte, se dá rosto, com a reprodução
de alguma fotografia ou retrato, às personalidades cuja vida e
obra se evoca e analisa, de algum modo, de maneira muito
simples.
4. Só mais uma palavra e esta sobre os pseudónimos com que ficam
assinados estes textos, bastando dizer o seguinte: Eugénio
Beirão é o poeta e escritor, João Estrela é pontualmente o seu
comentador literário e João Gamboa fica para as sobras.
Aveiro, Novembro de 2010
João Gamboa
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Graças a
um colaborador deste espaço comunitário e aficionado das musas e
coisas da nossa extensa planura alentejana, damos a conhecer a
XI Antologia publicada pelo Círculo Nacional d'Arte e
Poesia.
Num
volume de 135 páginas, encontramos umas dezenas de poesias cuja
temática anda ligada não apenas às planuras alentejanas, mas
também a diferentes aspectos da vida e seus reflexos na alma
daqueles que vêem a realidade por uma óptica que transcende a
habitual objectiva do Homem comum.
Dar uma
ideia do conteúdo, após a leitura das dezenas de poemas
incluídos, tornou-se-nos actividade simultaneamente
agradável e difícil. |

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Agradável por, durante o tempo de fruição dos conteúdos, nos ter
permitido alhear dos problemas da vida actual ou, pelo menos, mostrando-no-los pelo prisma da alma poética; mas
simultaneamente difícil porque, com tão elevado número de
textos, tornou-se difícil a escolha. Acabámos por optar por uma
breve amostragem aleatória:
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Ficha técnica
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Prefácio
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Aprender
(pág. 11)
●
Fado foi meu sonho
(pág. 42)
●
Mulher (pág. 45)
●
Quando um dia eu morrer
(pág. 65)
●
Lisboa num cravo de papel
(pág. 76)
Muitos outros
gostaríamos de transcrever, tais como, por
exemplo: O Natal; Invocando José Régio; Minhas
mãos; Meu querido Alentejo; Tu és; a Canção
«no castanheiro velhinho»; Esta noite no meu bairro;
A procissão (que nos faz recuar ao tempo em que ouvíamos/víamos
João Villaret na TV a declamar Procissão de António Lopes
Ribeiro); Mulher, força da natureza;
Quadras soltas; etc.... Em suma, toda a colectânea mereceria
uma transcrição integral; mas, para o prazer da leitura, não há
como a aquisição deste
livro. –
213 973 717
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Em tempos, registámos neste
espaço comunitário um trabalho em 3 volumes de recolha de toda a
tradição folclórica portuguesa do Alto Douro, com milhares de
canções de cunho popular. Agora, quatro anos volvidos, damos a
conhecer um trabalho de vulto referente a outra vertente não
menos importante da nossa cultura.
Três oficiais portugueses,
após um período prolongado e persistente de vários anos,
enriqueceram o nosso património com uma recolha de quase três
centenas de hinos de cariz marcial.
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Graças a um dos autores,
podemos aqui dar a conhecer a obra Hinos Patrióticos e
Militares Portugueses, publicada no decurso de 2010. Para
que os leitores possam aquilatar do valor deste trabalho,
fornecemos uma brevíssima amostragem:
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Ficha técnica e sumário
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Nota de abertura
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Prefácio
●
Introdução
●
Uma breve referência ao séc. XX
●
Acerca dos Autores
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Da autoria do coronel Alberto
Ribeiro Soares e então director da Biblioteca, recebemos um
exemplar do «Catálogo da Biblioteca do Exército», publicado em
Lisboa no ano de 2003. Com 224 páginas e no formato 16x23,5 cm,
é-nos fornecido neste livro o espólio de todas as publicações de
índole militar até então publicadas.
Na impossibilidade da sua
apresentação integral em formato electrónico, o que seria
indubitavelmente de elevado interesse para muitos de nós,
transcrevemos, com a devida vénia para os respectivos autores,
as 24 primeiras páginas. |
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Para consulta da breve
amostragem aqui fornecida, utilizem-se os títulos seguintes, que são as
hiperligações para os textos respectivos:
●
Ficha bibliográfica
●
Nota de abertura
●
Um trabalho pioneiro na
comunicação militar
●
Introdução
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Publicado em 2007 pelo Município
de Aveiro, com o ISBN 978-989-8064-02-8, recebemos da autora o
presente livro, onde se recorda o acontecimento aveirense de 16 de
Maio de 1828, em que, como resultado das lutas liberais que
assolaram na época o nosso País, algumas cabeças de ilustres
aveirenses foram separadas do respectivo tronco.
Da obra em questão de Ana Clara
Correia reproduzimos a breve apresentação da capa: |
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«As
lutas entre liberais e absolutistas, embora apaixonantes, são
dos momentos mais violentos e fracturantes da nossa memória
nacional.
Em 16 de Maio de 1828 a
cidade de Aveiro empreende a primeira revolução liberal contra
D. Miguel pela mão do desembargador e notável filho dessa
terra: Joaquim José de Queirós (avô do grande escritor Eça de
Queirós).
Este livro, fruto de um
trabalho de pesquisa, mais do que o relato dos acontecimentos
da época retrata a forma como o 16 de Maio de 1828 tem sido
visto e tratado ao longo dos diferentes momentos
histórico-sociais.
Por ter sido o 1º feriado
municipal do concelho, o livro inclui uma pesquisa sobre o
feriado municipal de Aveiro.
Verdadeiramente, uma parte da
memória contemporânea da cidade de Aveiro que faz jus ao seu
cognome: Berço da Liberdade.»
A autora,
colaboradora do espaço «Aveiro e Cultura», é
natural e residente no concelho de Aveiro. É professora do
ensino básico e secundário, licenciada em Português e Francês,
pós-graduada em Cultura Portuguesa e mestre em Estudos
Portugueses, graus obtidos na Universidade de Aveiro. |
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Publicado pela APCC (Associação
para a Promoção Cultural da Criança), com o apoio
de outras entidades (CML e IPJ), recebemos «Jogar com as
Palavras», um conjunto de fichas destinado, não directamente às
crianças e jovens, mas a todos aqueles que com eles trabalham,
tais como professores, educadores, animadores de grupos, etc.
Tem como objectivo a aprendizagem e desenvolvimento de diversas
capacidades intelectuais. Ao todo, um bloco de orientações didáctico-pedagógicas, seguido de um conjunto de 40 fichas com
diferentes actividades e jogos. |
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Para ficarem com uma ideia do
interesse desta publicação, fornecemos uma brevíssima listagem
de actividades: à volta do acróstico; batalha naval com
palavras; jogo da forca; master mind de palavras; brincar com o
dicionário; brincar com a BD; brincar com a poesia; palavras
cruzadas; etc. – Jogar com as palavras, ISBN: 972-97696-4-8
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Durante a primeira quinzena de Janeiro de 2009, recebemos de
Sérgio Paulo Silva um conjunto de quatro publicações, todas elas
abordando temas relacionados com o distrito de Aveiro, mais
concretamente, o concelho de Estarreja: Enguias; O Antuã no seu
acabar; Memórias da Feira de Santo Amaro; Um santo lavado com
vinho.
Para que os leitores
fiquem com uma ideia dos conteúdos, remetemo-los para as
páginas do autor, colaborador do espaço «Aveiro e Cultura».
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De David de Paiva Martins, recebemos uma
publicação relacionada com o concelho de Aveiro. Editada pela
Junta de Freguesia de Aradas, nesta obra o autor lança «um olhar
sobre a primeira metade do século XX», fornecendo-nos uma
panorâmica histórica acerca da freguesia durante a passagem da
monarquia para a república, evocando-nos os problemas vividos na
época.
Sendo um dos muitos colaboradores deste
espaço, o leitor interessado em conhecer este trabalho
poderá consultar a página pessoal do autor, clicando na imagem
da capa.
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Sob direcção de Luís
Jordão e com o apoio da Câmara Municipal de Castro Verde
acaba de ser publicado o n.º 4 do Almanaque Alentejano,
cuja segunda série já vai no quarto ano de vida.
Com 60 páginas e num formato de 14,5x21
cm., dele destacamos alguns dos diversos temas de grande
interesse para a cultura da região: Alentejo, um povo, uma
cultura; o Alentejo e as lendas pós-diluvianas; o canto a vozes
no contexto europeu. E os restantes artigos, que aqui não
enumeramos e cujo interesse não é menor, abordam grosso modo
a cultura, o património, o ambiente e a tradição desta que é a
mais vasta região do nosso País: o Alentejo.
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Para uma breve ideia
dos conteúdos, consultem-se alguns dos artigos transcritos na
nova secção anexada às páginas de Luís Jordão, quem sabe, talvez
o embrião para a reconversão de todos os almanaques em versão
electrónica, a juntar aos muitos boletins e publicações já
disponíveis neste espaço dedicado à cultura nacional. –
Almanaque Alentejano.
Neste momento, volvidos alguns anos após a apresentação do
Almanaque nº 4, toda a colecção está disponibilizada quase
integralmente no espaço comunitário «Aveiro e Cultura». Basta
clicar na hiperligação acima colocada e seleccionar o exemplar
pretendido.
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Da autoria de David Paiva Martins e com edição da ACAD
(Associação Cultural de Aradas), encontramos neste livro de 170
páginas evocações de vida, de costumes e de figuras da região.
Parafraseando Manuel Ferreira Rodrigues, «este livro é um
caleidoscópio de fragmentos coloridos, de sentimentos e de
saberes, de aromas e sabores, (...) um registo de um tempo que
se escoa e transfigura perante a voracidade amnésica da
aceleração da história que vivemos.»
Num estilo simples, mas cativante, ficamos com uma ideia do que
era a vida numa época em que as tecnologias não desviavam a
juventude dos divertimentos sazonais e da saudável convivência
com todos os elementos da comunidade.
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Em capítulos breves,
ficamos com uma clara ideia dos costumes simples de então: os
divertimentos da juventude; a atracção da bicicleta para os
jovens que as não podiam adquirir; as cegadas e a matança; os
jogos tradicionais; as actividades teatrais em Verdemilho; em
suma, retalhos de vida em certa medida familiares a uma grande
maioria da geração do autor.
Na parte final, ficamos
a conhecer figuras da região tais como o Conselheiro Queirós,
avô de Eça de Queirós, Acácio Vieira da Rosa, o Professor Rocha
Martins, o Padre Daniel Correia Ramos, etc.
Para que o leitor fique
com uma ideia do conteúdo do livro, remetemo-lo para as
páginas pessoais do autor, inseridas no espaço «Aveiro e
Cultura».
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Quando recebemos este
livro, a meio de um trabalho, pensámos: «Mais uma publicação a
juntar a tantas outras. E, por descargo de consciência,
folheámo-lo e começámos a ler um dos capítulos. Esquecemos o que
estávamos a fazer e só largámos este volume de 182 páginas
quando chegámos ao fim da leitura integral.
Numa escrita fluente e
agradável, o autor apresenta-nos uma série de evocações que nos
levam a comungar as suas experiências de vida, porque nelas há
muito de comum com todos nós.
Mesmo as evocações que
faz de situações e figuras de Verdemilho não deixam de merecer a
nossa atenção, pela maneira simples, atraente e bem humorada com
que esses quadros nos são apresentados. |
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Nesta montra de livros costumamos dar a
conhecer aos leitores deste espaço algumas páginas ou capítulos.
Aqui, foi a nossa maior dificuldade. Que capítulo escolher? Dos
29, pelo menos oito gostaríamos de transcrever. Mas... Isso não
é possível. Ficamo-nos por três. Se quiser contactar o autor,
utilize o seguinte endereço de e-mail:
davidm27@sapo.pt
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–
Apresentação
(Cap. I)
● –
Tropa
(Cap. IX)
● –
Regresso ao Banco
(Cap. XXV) |
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Seminário de Diamante 1930-2005 é o
livro mais recente de Altino Moreira Cardoso, como resultado dos
75 anos de vida de um seminário que, de algum modo, está também
ligado à região de Aveiro, porque a ele está ligado o nome de
uma eminente figura comum a duas regiões distintas: Aveiro e
Vila Real.
Ao contrário do que temos feito com as
publicações recebidas, em vez de efectuarmos uma breve
referência ao conteúdo e respectivo registo bibliográfico,
preferimos dar a conhecer dois textos, que irão certamente
despertar o interesse pela leitura do livro, que o leitor poderá
adquirir utilizando o endereço de e-mail fornecido:
amadora-sintra-editora@sapo.pt |
● -
Prefácio do Bispo de Vila Real,
pp. 5-7
● -
Breve história dos 75 anos do seminário,
pp. 13-15
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Grande Cancioneiro do Alto Douro é o
título do primeiro de dois volumes de recolhas de música
tradicional do Alto Douro.
Em 640 páginas, este primeiro volume reúne
600 canções da Vinha. O segundo (a publicar brevemente) reunirá
canções de Natal, Reis, Embalar, Rimances, Tunas e cantigas
avulsas.
Num ensaio introdutório, o Autor estabelece e
demonstra em muitas cantigas da região marcas irrefutáveis da
sua origem galaico-portuguesa, difundida de Santiago de
Compostela para Lamego durante as peregrinações e movimentos
militares dos cruzados na fundação de Portugal... |
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Tal demonstração baseia-se
em aspectos do conteúdo e da estilística poética própria dessa
lírica trovadoresca: o paralelismo, com 'leixa-pren', alternância
vocálica, refrão, adequação à dança, etc.
Nesta tese inicial são ainda estudados outros
aspectos: os musicais, que tentam explicar o desaparecimento das
músicas medievais, e os poéticos, que exploram os poemas como
textos literários autónomos, com simbologia própria, etc.
O Autor teve a gentileza de disponibilizar
para todos os interessados o ensaio teórico que antecede as 600
canções reunidas. Para tal, bastará «clicar» no link: «Ensaio
Introdutório»
Altino Moreira Cardoso, Grande
Cancioneiro do Alto Douro, 1ª ed., Mem Martins, Março
2006, 640 pp. E-mail:
amadora-sintra-editora@sapo.pt |
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Da autoria de
Ângela Leite, recebemos os três livros cujas capas se
reproduzem. Para que o leitor fique com uma ideia dos respectivos
conteúdos, remetemo-lo para as páginas pessoais da escritora, uma
das colaboradoras do espaço colectivo "Aveiro e Cultura». Para tal,
bastar-lhe-á clicar no nome da autora. |
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Da autoria de Altino
Moreira Cardoso, recebemos o livro Cancioneiro Saloio,
que constitui uma antologia das músicas e das danças da Região
Saloia, com destaque para os concelhos de Sintra e Mafra.
Trata-se de uma obra cujo conteúdo é extremamente valioso e significativo
para o património etnográfico e folclórico não apenas da região
estudada, mas do nosso País. Com um total de 170 cantigas, com
as respectivas letras e músicas, este trabalho vem com um estudo
preambular em que o autor elabora uma análise etno-musical das
circunstâncias culturais de que o Povo rural saloio pôde e soube
usufruir. |
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Pelo seu carácter documental de uma valiosíssima CULTURA MUSICAL
em perigo de extinção, esta é uma obra merecedora do apoio das
Instituições e de todos nós, em prol da nossa Cultura.
(Altino Moreira Cardoso, Cancioneiro Saloio.
1ª ed., Amadora, Amadora-Sintra Edª, Junho 2005, 302 pp)
amadora-sintra-editora@sapo.pt |
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Foram
entregues na Biblioteca da Escola 3 exemplares do livro de
Mário Castrim Contar e Cardar, publicado pelo CETA com
a colaboração da C.M.A. e de alguns amigos desta
colectividade.
Com 120 páginas,
esta obra apresenta 5 peças de teatro:
Monólogo sobre o asfalto; Mãe Ria; Capuchinho Vermelho; O
rei que usava barrete; Auto dos Moliceiros. Contém ainda uma
nota preambular, três textos relacionados com a obra e
imagens evocativas da representação em 1990. |
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De João
Pereira de Lemos recebemos os três livros cujas capas aqui se
reproduzem: 2016 Amor Cosmológico, publicado em
1999 pela editora Sol XXI; Os gafos da Ilha de
Sama, romance editado em 2001 pela C.M.A.; Vilar
Doce e Poético Cantinho, editado em 1991
pela Acção Católica Rural de Vilar, com patrocínios da
Junta de Freguesia da Glória, C.M.A. e Governo Civil de
Aveiro. Para leitura de alguns capítulos, ver a
página deste colaborador ou «clicar» nos livros. |
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De José de
Melo recebemos os dois livros cujas capas aqui se reproduzem:
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o primeiro,
publicado em 2000 e distribuído pela Publiêxito com o n.º
de ISBN 972-95119-8-6 é um romance que, segundo o
próprio autor, envolve várias décadas que, embora não
pretendendo ser histórico, não deixa «de reflectir um
circunstancialismo histórico-político» no qual perpassam as
figuras de Humberto Delgado, Salazar, Marcelo Caetano, Álvaro
Cunhal e Mário Soares, entre outras;
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o segundo,
«Tomaz de Figueiredo (ou a procura do bem perdido)» é uma
edição comemorativa do centenário do autor em análise,
editado em 2002 pela ITERCOM e distribuído pela Publiêxito,
Ldª com o n.º de ISBN 972-95119-8-6. |

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