Eis o que chega até nós. Aqui ficará, qual montra electrónica, à disposição dos que consultam «AVEIRO E CULTURA».

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Livros

Recebemos do colaborador deste espaço,  David Paiva Martins, a publicação Aradas, um olhar sobre a segunda metade do século XX, com um total de 170 páginas, editado em 6 de Novembro de 2011 pela respectiva Junta de Freguesia, por altura do aniversário dos 175 anos.

À semelhança do que fizemos com o 1º volume, aconselhamos a consulta das páginas pessoais de D. P. Martins, onde se reproduzem na íntegra alguns dos muitos capítulos desta obra. Para tal, deverá clicar na imagem reproduzida.

Recebemos de Aida Viegas, colaboradora deste espaço comunitário, uma das suas últimas publicações: Santo António. A Freguesia e o Padroeiro.

Editado pela autora em 2011, este trabalho com 160 páginas está dividido em duas partes. A primeira constitui uma extensa monografia em que A. Viegas nos fornece todos os elementos relativos à freguesia de Santo António, desde as origens mais remotas, rebuscadas em diferentes escritos, até ao momento actual, passando por todos os aspectos: geográficos, históricos, econó-micos, sociais e linguísticos.
 

Santo António 23x16 cm - Clicar para ampliar.

Na segunda parte, a autora, seguramente uma devota do Santo Padroeiro, fornece-nos uma recolha completa de informações relacionadas com a vida do santo mais popular, não apenas nosso, mas, inclusive,  um dos mais populares do mundo, o santo que «ressuscita mortos e doenças, que tem o dom da omnipresença, que consegue restituir as coisas perdidas» e, entre muitas outras coisas, «o santo que nunca deixa frustrarem-se as esperanças das jovens casadoiras».


Para que os leitores fiquem com uma ideia menos incompleta dos conteúdos deste trabalho, remetemo-los para as páginas pessoais desta colaboradora no espaço «Aveiro e Cultura», onde poderão encontrar uma brevíssima amostragem do conteúdo da obra.

Clicar para acesso às páginas respectivas. Clicar para acesso às páginas respectivas.

Recebemos as duas obras cujas capas se reproduzem e que podem ser consultadas nas páginas do colaborador e autor Sérgio Paulo Silva.

A primeira é um pequeno opúsculo de 16 páginas em formato A5, intitulado «Enguias».

A segunda, com o título «Salreu, uma aldeia em papel de arroz», no formato 21x23 cm com 54 páginas, é um trabalho profusamente ilustrado com fotografias cedidas por diferentes fotógrafos, no qual o autor nos evoca a vida em Salreu, uma freguesia do concelho de Estarreja, no decurso do século XX.

Embora nas páginas da Internet apenas seja reproduzida uma pequena amostragem das muitas fotografias, por solicitação expressa do autor, todo o texto é reproduzido na íntegra.


Por isso,  se quiser ficar com uma ideia do conteúdo, aguçando o apetite para a aquisição do original, não terá mais do que clicar no nome completo do autor, que não é mais do que a hiperligação para as páginas de Sérgio Paulo Silva, ou nas imagens das capas reproduzidas.

Em 2006, entre 9 de Janeiro e 10 de Fevereiro, decorreu uma exposição no Museu de Física da Universidade de Coimbra subordinada ao tema «Passado ao Espelho. Máquinas e imagens das vésperas e primórdios da Photographia», para a qual foi elaborado um catálogo, concebido por Alexandre Ramires e coordenado cientificamente pelo mesmo, coadjuvado por Ermelinda Antunes e Maria Helena Caldeira.

Clicar para consulta do exemplar.


Não tivemos conhecimento deste evento, mas recebemos do Dr. Ramires um exemplar do catálogo, que constitui um documento esclarecedor do seu interesse.


A exposição foi um momento de curta duração, que mostrou aos conimbricenses o valioso espólio do Museu de Física da Universidade de Coimbra; mas o catálogo constitui um documento perene, que nos revela não apenas aspectos passados de Coimbra, mas também que em Portugal e, particularmente, nesta cidade, sempre se acompanharam a par e passo as evoluções tecnológicas no domínio do registo da realidade em imagens fotográficas.
 

Com um total de 72 páginas no formato de 24x20 cm, este catálogo merece uma reconversão integral para um formato electrónico interactivo. Enquanto para tal não nos for dada a permissão, aqui fica uma breve amostragem com cerca de 10 páginas e o nosso agradecimento à equipa que o concebeu, com um obrigado muito especial ao Dr. Alexandre Ramires, a quem devemos o exemplar recebido.


Para uma consulta do catálogo, clique na imagem acima reproduzida e navegue utilizando as imagens e botões inseridos nas páginas.

Acabámos de receber a publicação As Palavras em Mão – Apontamentos de Literatura, da autoria de João Gamboa, do qual transcrevemos a NOTA DE APRESENTAÇÃO, para que o leitor possa ficar com uma breve ideia do seu conteúdo:

«1. "Palavras, leva-as o vento", diz o povo na sua sabedoria, e com razão. As obras é que têm peso e ostentam valores, por isso as obras é que contam. Assim também as palavras recolhidas e escritas no papel branco de um livro. Aí ganham lastro, o vento não as dispersa, assumem alguma visibilidade e permanecem e contam.


É esse o objectivo deste livro. As palavras nele gravadas vêm de variadas circunstâncias e intenções: ou simplesmente lidas na apresentação de um livro e guardadas no silêncio de uma gaveta, ou publicadas em jornais e revistas; e têm diversas datas na sua génese: da década de 1990 até aos dias de hoje, além de dois textos escritos no longínquo 1975. Também testemunham diferentes autorias.

Estas são, portanto, palavras resgatadas e guardadas, palavras servidas ao leitor na palma da mão - "As Palavras em Mão".

2. O livro está organizado em duas partes e um apêndice.

Na primeira parte registam-se doze textos meus que são breves reflexões sobre alguns criadores sobretudo literários, nomeadamente Antero de Quental, Marmelo e Silva, Mozart, Sebastião da Gama, José Gomes Ferreira, Miguel Torga e José Régio.


A segunda parte comporta os textos com que foram apresentadas as onze obras literárias de Eugénio Beirão poesia, diarística, contos e crónicas. São, portanto, prefácios, posfácios (só um) e textos lidos nas sessões de lançamento, além de pequenos apontamentos mais ligeiros e mais breves. Gostosamente cito os nomes dos seus autores: António Capão, António Manuel Ferreira, Armor Pires Mota, Bartolomeu Conde, F. Pires Lopes, Filipe Rocha, François Baradez, Idalécio Cação, Idália Sá-Chaves, Jerónimo de Matos, João Estrela, Rosa Lídia Coimbra, Teresa Soares Correia, Virgínia de Carvalho Nunes e um grupo de alunos do 12.º 4B 1999-2000, da Escola Secundária do Fundão, da leccionação da professora Estrela Correia.

No apêndice estão arrumadas duas entrevistas: da primeira resultou um texto elaborado por Fernando Martins que a conduziu e era na altura (Abril de 2000) director do Correio do Vouga; a segunda foi feita por Pedro Silveira e destinava-se ao Jornal do Fundão, que a não publicou. Ambas se alargam a temas não directamente literários e não são, por isso, censuradas; abordam também, portanto, outros aspectos e perspectivas culturais.

3. Reproduzem-se sempre, na segunda parte, as belas capas dos livros e, quando houve espaço disponível, também alguma escolhida ilustração das obras de poesia. Os seus autores bem merecem esta lembrança. São eles Afonso Henrique, Hélder Bandarra, Jeremias Bandarra, Maria de Fátima Gamboa, Sara Bandarra, Soraya e Tânia Sardinha (ou Tânia Vieira).

Do mesmo modo, na primeira parte, se dá rosto, com a reprodução de alguma fotografia ou retrato, às personalidades cuja vida e obra se evoca e analisa, de algum modo, de maneira muito simples.

4. Só mais uma palavra e esta sobre os pseudónimos com que ficam assinados estes textos, bastando dizer o seguinte: Eugénio Beirão é o poeta e escritor, João Estrela é pontualmente o seu comentador literário e João Gamboa fica para as sobras.

Aveiro, Novembro de 2010
João Gamboa

Graças a um colaborador deste espaço comunitário e aficionado das musas e coisas da nossa extensa planura alentejana, damos a conhecer a XI Antologia publicada pelo Círculo Nacional d'Arte e Poesia.

Num volume de 135 páginas, encontramos umas dezenas de poesias cuja temática anda ligada não apenas às planuras alentejanas, mas também a diferentes aspectos da vida e seus reflexos na alma daqueles que vêem a realidade por uma óptica que transcende a habitual objectiva do Homem comum.

Dar uma ideia do conteúdo, após a leitura  das dezenas de poemas incluídos, tornou-se-nos actividade simultaneamente agradável e difícil.

Círculo Nacional d'Arte e Poesa. XI Antologia.


Agradável por, durante o tempo de fruição dos conteúdos, nos ter permitido alhear dos problemas da vida actual ou, pelo menos, mostrando-no-los pelo prisma da alma poética; mas simultaneamente difícil porque, com tão elevado número de textos, tornou-se difícil a escolha. Acabámos por optar por uma breve amostragem aleatória:

Ficha técnica

Prefácio

Aprender (pág. 11)

Fado foi meu sonho (pág. 42)

Mulher (pág. 45)

Quando um dia eu morrer (pág. 65)

Lisboa num cravo de papel (pág. 76)

Muitos outros gostaríamos de transcrever, tais como, por exemplo: O Natal; Invocando José Régio; Minhas mãos; Meu querido Alentejo; Tu és; a Canção «no castanheiro velhinho»; Esta noite no meu bairro; A procissão (que nos faz recuar ao tempo em que ouvíamos/víamos João Villaret na TV a declamar Procissão de António Lopes Ribeiro); Mulher, força da natureza; Quadras soltas; etc.... Em suma, toda a colectânea mereceria uma transcrição integral; mas, para o prazer da leitura, não há como a aquisição deste livro. –    213 973 717

Clicar para ampliar.

Em tempos, registámos neste espaço comunitário um trabalho em 3 volumes de recolha de toda a tradição folclórica portuguesa do Alto Douro, com milhares de canções de cunho popular. Agora, quatro anos volvidos, damos a conhecer um trabalho de vulto referente a outra vertente não menos importante da nossa cultura.

Três oficiais portugueses, após um período prolongado e persistente de vários anos, enriqueceram o nosso património com uma recolha de quase três centenas de hinos de cariz marcial.

Graças a um dos autores, podemos aqui dar a conhecer a obra Hinos Patrióticos e Militares Portugueses, publicada no decurso de 2010. Para que os leitores possam aquilatar do valor deste trabalho, fornecemos uma brevíssima amostragem:

Ficha técnica e sumário

Nota de abertura

Prefácio

Introdução

Uma breve referência ao séc. XX

Acerca dos Autores

Da autoria do coronel Alberto Ribeiro Soares e então director da Biblioteca, recebemos um exemplar do «Catálogo da Biblioteca do Exército», publicado em Lisboa no ano de 2003. Com 224 páginas e no formato 16x23,5 cm, é-nos fornecido neste livro o espólio de todas as publicações de índole militar até então publicadas.

Na impossibilidade da sua apresentação integral em formato electrónico, o que seria indubitavelmente de elevado interesse para muitos de nós, transcrevemos, com a devida vénia para os respectivos autores, as 24 primeiras páginas. 

Clicar para ampliar.

Para consulta da breve amostragem aqui fornecida, utilizem-se os títulos seguintes, que são as hiperligações para os textos respectivos:

Ficha bibliográfica
Nota de abertura

Um trabalho pioneiro na comunicação militar

Introdução

Clicar para ampliar.

Publicado em 2007 pelo Município de Aveiro, com o ISBN 978-989-8064-02-8, recebemos da autora o presente livro, onde se recorda o acontecimento aveirense de 16 de Maio de 1828, em que, como resultado das lutas liberais que assolaram na época o nosso País, algumas cabeças de ilustres aveirenses foram separadas do respectivo tronco.

Da obra em questão de Ana Clara Correia reproduzimos a breve apresentação da capa: 

«As lutas entre liberais e absolutistas, embora apaixonantes, são dos momentos mais violentos e fracturantes da nossa memória nacional.

 

Em 16 de Maio de 1828 a cidade de Aveiro empreende a primeira revolução liberal contra D. Miguel pela mão do desembargador e notável filho dessa terra:  Joaquim José de Queirós (avô do grande escritor Eça de Queirós).

 

Este livro, fruto de um trabalho de pesquisa, mais do que o relato  dos acontecimentos da época retrata a forma como o 16 de Maio de 1828 tem sido visto e tratado  ao longo dos diferentes momentos histórico-sociais.

 

Por ter sido o 1º feriado municipal do concelho, o livro inclui uma pesquisa sobre o feriado municipal de Aveiro.

 

Verdadeiramente, uma parte da memória contemporânea da cidade de Aveiro que faz jus ao seu cognome: Berço da Liberdade

A autora, colaboradora do espaço «Aveiro e Cultura»,  é natural e residente no concelho de Aveiro. É professora do ensino básico e secundário, licenciada em Português e Francês, pós-graduada em Cultura Portuguesa e mestre em Estudos Portugueses, graus obtidos na Universidade de Aveiro.

Publicado pela APCC (Associação para a Promoção Cultural da Criança), com o apoio de outras entidades (CML e IPJ), recebemos «Jogar com as Palavras», um conjunto de fichas destinado, não directamente às crianças e jovens, mas a todos aqueles que com eles trabalham, tais como professores, educadores, animadores de grupos, etc.

Tem como objectivo a aprendizagem e desenvolvimento de diversas capacidades intelectuais. Ao todo, um bloco de orientações didáctico-pedagógicas, seguido de um conjunto de 40 fichas com diferentes actividades e jogos.

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Para ficarem com uma ideia do interesse desta publicação, fornecemos uma brevíssima listagem de actividades: à volta do acróstico; batalha naval com palavras; jogo da forca; master mind de palavras; brincar com o dicionário; brincar com a BD; brincar com a poesia; palavras cruzadas; etc. – Jogar com as palavras, ISBN: 972-97696-4-8

Clicar para ampliar.

Em 2006 divulgámos nestas páginas o 1º volume do Grande Cancioneiro do Alto Douro, da autoria de Altino Moreira Cardoso. Agora, temos o culminar de um trabalho, o 3º volume com todo o espólio cultural de uma riquíssima região portuguesa.

À semelhança do que fizemos anteriormente, reproduzimos para conhecimento dos leitores o prefácio e uma breve amostragem, em formato PDF, desta completíssima recolha com quase duas mil páginas do nosso património cultural.

 
 ● Prefácio do 3º volume: «Recuperar a 'Arca Perdida'

  Continuidade dos rimances

  Egas Moniz e o seu principezinho

  Instrumentos musicais

  Referenciabilidade das cantigas

  Relações de trabalho

  Ritmos do quotidiano

 amadora-sintra-editora@sapo.pt


Durante a primeira quinzena de Janeiro de 2009, recebemos de Sérgio Paulo Silva um conjunto de quatro publicações, todas elas abordando temas relacionados com o distrito de Aveiro, mais concretamente, o concelho de Estarreja: Enguias; O Antuã no seu acabar; Memórias da Feira de Santo Amaro; Um santo lavado com vinho.

Para que os leitores fiquem com uma ideia dos conteúdos, remetemo-los para as páginas do autor, colaborador do espaço «Aveiro e Cultura».

De David de Paiva Martins, recebemos uma publicação relacionada com o concelho de Aveiro. Editada pela Junta de Freguesia de Aradas, nesta obra o autor lança «um olhar sobre a primeira metade do século XX», fornecendo-nos uma panorâmica histórica acerca da freguesia durante a passagem da monarquia para a república, evocando-nos os problemas vividos na época.

Sendo um dos muitos colaboradores deste espaço,  o leitor interessado em conhecer este trabalho poderá consultar a página pessoal do autor, clicando na imagem da capa.

 

Sob direcção de Luís Jordão e com o apoio da Câmara Municipal de Castro Verde acaba de ser publicado o n.º 4 do Almanaque Alentejano, cuja segunda série já vai no quarto ano de vida.

Com 60 páginas e num formato de 14,5x21 cm., dele destacamos alguns dos diversos temas de grande interesse para a cultura da região: Alentejo, um povo, uma cultura; o Alentejo e as lendas pós-diluvianas; o canto a vozes no contexto europeu. E os restantes artigos, que aqui não enumeramos e cujo interesse não é menor, abordam grosso modo a cultura, o património, o ambiente e a tradição desta que é a mais vasta região do nosso País: o Alentejo.
 

Para uma breve ideia dos conteúdos, consultem-se alguns dos artigos transcritos na nova secção anexada às páginas de Luís Jordão, quem sabe, talvez o embrião para a reconversão de todos os almanaques em versão electrónica, a juntar aos muitos boletins e publicações já disponíveis neste espaço dedicado à cultura nacional. – Almanaque Alentejano.

Neste momento, volvidos alguns anos após a apresentação do Almanaque nº 4, toda a colecção está disponibilizada quase integralmente no espaço comunitário «Aveiro e Cultura». Basta clicar na hiperligação acima colocada e seleccionar o exemplar pretendido.

Da autoria de David Paiva Martins e com edição da ACAD (Associação Cultural de Aradas), encontramos neste livro de 170 páginas evocações de vida, de costumes e de figuras da região. Parafraseando Manuel Ferreira Rodrigues, «este livro é um caleidoscópio de fragmentos coloridos, de sentimentos e de saberes, de aromas e sabores, (...) um registo de um tempo que se escoa e transfigura  perante a voracidade amnésica da aceleração da história que vivemos.»

Num estilo simples, mas cativante, ficamos com uma ideia do que era a vida numa época em que as tecnologias não desviavam a juventude dos divertimentos sazonais e da saudável convivência com todos os elementos da comunidade.
 

Em capítulos breves, ficamos com uma clara ideia dos costumes simples de então: os divertimentos da juventude; a atracção da bicicleta para os jovens que as não podiam adquirir; as cegadas e a matança; os jogos tradicionais; as actividades teatrais em Verdemilho; em suma, retalhos de vida em certa medida familiares a uma grande maioria da geração do autor.

Na parte final, ficamos a conhecer figuras da região tais como o Conselheiro Queirós, avô de Eça de Queirós, Acácio Vieira da Rosa, o Professor Rocha Martins, o Padre Daniel Correia Ramos, etc.

Para que o leitor fique com uma ideia do conteúdo do livro, remetemo-lo para as páginas pessoais do autor, inseridas no espaço «Aveiro e Cultura».

Quando recebemos este livro, a meio de um trabalho, pensámos: «Mais uma publicação a juntar a tantas outras. E, por descargo de consciência, folheámo-lo e começámos a ler um dos capítulos. Esquecemos o que estávamos a fazer e só largámos este volume de 182 páginas quando chegámos ao fim da leitura integral.

Numa escrita fluente e agradável, o autor apresenta-nos uma série de evocações que nos levam a comungar as suas experiências de vida, porque nelas há muito de comum com todos nós.

Mesmo as evocações que faz de situações e figuras de Verdemilho não deixam de merecer a nossa atenção, pela maneira simples, atraente e bem humorada com que esses quadros nos são apresentados.


Nesta montra de livros costumamos dar a conhecer aos leitores deste espaço algumas páginas ou capítulos. Aqui, foi a nossa maior dificuldade. Que capítulo escolher? Dos 29, pelo menos oito gostaríamos de transcrever. Mas... Isso não é possível. Ficamo-nos por três. Se quiser contactar o autor, utilize o seguinte endereço de e-mail:  davidm27@sapo.pt

 
Apresentação (Cap. I)
Tropa (Cap. IX)
Regresso ao Banco (Cap. XXV)

Seminário de Diamante 1930-2005 é o livro mais recente de Altino Moreira Cardoso, como resultado dos 75 anos de vida de um seminário que, de algum modo, está também ligado à região de Aveiro, porque a ele está ligado o nome de uma eminente figura comum a duas regiões distintas: Aveiro e Vila Real.

Ao contrário do que temos feito com as publicações recebidas, em vez de efectuarmos uma breve referência ao conteúdo e respectivo registo bibliográfico, preferimos dar a conhecer dois textos, que irão certamente despertar o interesse pela leitura do livro, que o leitor poderá adquirir utilizando o endereço de e-mail fornecido:
           
amadora-sintra-editora@sapo.pt


- Prefácio do Bispo de Vila Real, pp. 5-7
- Breve história dos 75 anos do seminário, pp. 13-15

Grande Cancioneiro do Alto Douro é o título do primeiro de dois volumes de recolhas de música tradicional do Alto Douro.

Em 640 páginas, este primeiro volume reúne 600 canções da Vinha. O segundo (a publicar brevemente) reunirá canções de Natal, Reis, Embalar, Rimances, Tunas e cantigas avulsas.

Num ensaio introdutório, o Autor estabelece e demonstra em muitas cantigas da região marcas irrefutáveis da sua origem galaico-portuguesa, difundida de Santiago de Compostela para Lamego durante as peregrinações e movimentos militares dos cruzados na fundação de Portugal...

Tal demonstração baseia-se em aspectos do conteúdo e da estilística poética própria dessa lírica trovadoresca: o paralelismo, com 'leixa-pren', alternância vocálica, refrão, adequação à dança, etc.

Nesta tese inicial são ainda estudados outros aspectos: os musicais, que tentam explicar o desaparecimento das músicas medievais, e os poéticos, que exploram os poemas como textos literários autónomos, com simbologia própria, etc.

O Autor teve a gentileza de disponibilizar para todos os interessados o ensaio teórico que antecede as 600 canções reunidas. Para tal, bastará «clicar» no link: «Ensaio Introdutório»

Altino Moreira Cardoso, Grande Cancioneiro do Alto Douro, 1ª ed., Mem Martins, Março 2006, 640 pp. E-mail: amadora-sintra-editora@sapo.pt

   

Da autoria de Ângela Leite, recebemos os três livros cujas capas se reproduzem. Para que o leitor fique com uma ideia dos respectivos conteúdos, remetemo-lo para as páginas pessoais da escritora, uma das colaboradoras do espaço colectivo "Aveiro e Cultura». Para tal, bastar-lhe-á clicar no nome da autora.

    Da autoria de Altino Moreira Cardoso, recebemos o livro Cancioneiro Saloio, que constitui uma antologia das músicas e das danças da Região Saloia, com destaque para os concelhos de Sintra e Mafra.
  Trata-se de uma obra cujo conteúdo é extremamente valioso e significativo para o património etnográfico e folclórico não apenas da região estudada, mas do nosso País. Com um total de 170 cantigas, com as respectivas letras e músicas, este trabalho vem com um estudo preambular em que o autor elabora uma análise etno-musical das circunstâncias culturais de que o Povo rural saloio pôde e soube usufruir.

     Pelo seu carácter documental de uma valiosíssima CULTURA MUSICAL em perigo de extinção, esta é uma obra merecedora do apoio das Instituições e de todos nós, em prol da nossa Cultura. (Altino Moreira Cardoso, Cancioneiro Saloio. 1ª ed., Amadora, Amadora-Sintra Edª, Junho 2005, 302 pp)
                                              
amadora-sintra-editora@sapo.pt

Acesso às páginas do CETA.

Foram entregues na Biblioteca da Escola 3 exemplares do livro de Mário Castrim Contar e Cardar, publicado pelo CETA com a colaboração da C.M.A. e de alguns amigos desta colectividade. 

Com 120 páginas, esta obra apresenta 5 peças de teatro: Monólogo sobre o asfalto; Mãe Ria; Capuchinho Vermelho; O rei que usava barrete; Auto dos Moliceiros. Contém ainda uma nota preambular, três textos relacionados com a obra e imagens evocativas da representação em 1990.

De João Pereira de Lemos recebemos os três livros cujas capas aqui se reproduzem: 2016 Amor Cosmológico, publicado em 1999 pela editora Sol XXI; Os gafos da Ilha de Sama, romance editado em 2001 pela C.M.A.; Vilar Doce e Poético Cantinho, editado em 1991 pela Acção Católica Rural de Vilar, com patrocínios da Junta de Freguesia da Glória, C.M.A. e Governo Civil de Aveiro. Para leitura de alguns capítulos, ver a página deste colaborador ou «clicar» nos livros.

De José de Melo recebemos os dois livros cujas capas aqui se reproduzem:
 

o primeiro, publicado em 2000 e distribuído pela Publiêxito com o n.º de ISBN  972-95119-8-6 é um romance que, segundo o próprio autor, envolve várias décadas que, embora não pretendendo ser histórico, não deixa «de reflectir um circunstancialismo histórico-político» no qual perpassam as figuras de Humberto Delgado, Salazar, Marcelo Caetano, Álvaro Cunhal e Mário Soares, entre outras;

o segundo, «Tomaz de Figueiredo (ou a procura do bem perdido)» é uma edição comemorativa do centenário do autor em análise, editado em 2002 pela ITERCOM e distribuído pela Publiêxito, Ldª com o n.º de ISBN 972-95119-8-6. 

Listagem alfabética

das publicações dos colaboradores

ordenado pelo primeiro nome
(em construção e ainda muito incompleto)

 
Aida Viegas – Pensar alto (poesia), 1992
Aida Viegas – Oliveira do Bairro. Memórias de um século, 1994
Aida Viegas – Lampejos (Poesia), 1996
Aida Viegas – O tempo das delícias (poesia), 1999
Aida Viegas – Abandonar Angola. Um olhar à distância, 2002
Aida Viegas – No rodar dos tempos, 2005
Aida Viegas – Rios de Fogo e Madrugadas de Luz, 2010
António Carretas – Sawadi Krap! (Crónicas de viagens), 1994
Luís Jordão – Palavras ajuntadas, 2005
Sérgio Paulo Silva – Enguias, 2001
Sérgio Paulo Silva – Um Santo lavado com vinho, 2004
Sérgio Paulo Silva – Cidade sem Carnaval, 2005
Sérgio Paulo Silva – História de coelhos, 2005
Sérgio Paulo Silva – Já caiu o pó sobre as giestas, 2006
Sérgio Paulo Silva – No rasto da memória, 2007
Sérgio Paulo Silva – O Antuã no seu acabar, 2007
Sérgio Paulo Silva – Palavras de trazer por casa, 2007
Sérgio Paulo Silva – Memórias da Feira de Stº Amaro, 2008
Sérgio Paulo Silva – A mula encantada, 2007
Sérgio Paulo Silva – O tiro errado de Alvarinho Vapor, 2007
Sérgio Paulo Silva – Palavras de trazer por casa, 2007
Sérgio Paulo Silva – O tiro errado de Alvarinho Vapor, 2007
Sérgio Paulo Silva – Vadio, 2007
Sérgio Paulo Silva – A mascote, 2008
Sérgio Paulo Silva – Que saudades do mar, 2008
 

Recensões Críticas

 
 

 Mário Sacramento  é uma figura sobejamente conhecida não apenas a nível de Aveiro, mas do panorama cultural português. Nascido em Ílhavo em 7 de Julho de 1920 e falecido em Aveiro em 1969, é actualmente o patrono de uma escola de Aveiro e é o tema de uma tese de doutoramento em França, defendida em Paris em Dezembro de 2002. Para conhecimento dos utilizadores de «Aveiro e Cultura», reproduzimos o resumo (em francês) que nos foi entregue por Clara Sacramento.  [Acesso ao resumo]

 

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Última actualização
06-05-2012