Jan a Mai 2001 |
Oficina
de Formação Modelação Matemática e Software Dinâmico
C F A E Beira Serra Escola Secundária de Oliveira do Hospital
An2-B |
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CONSELHO
CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DE FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO
DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO Nas
modalidades de OFICINA DE FORMAÇÃO Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo
ACC2 |
An2-B
Nº ______ |
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1.
DESIGNAÇÃO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO Modelação
matemática e software dinâmico |
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2. RAZÕES JUSTIFICATIVAS
DA ACÇÃO: PROBLEMA/NECESSIDADE DE FORMAÇÃO IDENTIFICADO O
programa de Matemática do ensino secundário recomenda, cada vez mais,
que as novas tecnologias sejam utilizados na sala de aula. Este
apresenta novos conteúdos e diversas ideias inovadoras nomeadamente no
que respeita às metodologias de trabalho, à relação da Matemática
com a realidade, à utilização de novas tecnologias e à abordagem dos
conteúdos, que se pretende menos formal e mais apoiada numa variedade
de ferramentas. Pretende-se
tornar a aula de Matemática mais dinâmica e onde apareçam situações
reais modeladas pela Matemática. Pensa-se
que, à semelhança de outras actividades, os professores só podem
transferir para as suas salas de aula, procedimentos e ferramentas que
possam entender e manusear com à vontade perante os estudantes. Esta oficina de formação
estimula a realização de materiais pedagógicos, a troca de experiências
e a reflexão sobre a prática lectiva; constitui uma das formas mais
indicadas para sensibilizar os professores para as orientações
curriculares que se referem à utilização de tecnologias e para
desenvolver as competências necessárias para a sua concretização na
sala de aula. Esta acção poderá ser um
apoio a projectos e/ou concursos em que se utilize tecnologias em
ambiente de sala de aula, nomeadamente a instalação ou rentabilização
de laboratórios de Matemática. |
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3.
DESTINATÁRIOS DA ACÇÃO 3.1.
EQUIPA QUE PROPÕE (caso dos Projectos e Círculos de Estudo) (Artº 33º c) RJFCP) 3.1.1.
NÚMERO DE PROPONENTES: ______________ 3.1.2.
ESCOLA(S) A QUE PERTENCEM:
______________________________________________________ _________________________________________________________________________ 3.1.3.
CICLOS/GRUPOS DE DOCÊNCIA A QUE PERTENCEM OS PROPONENTES 3.2
DESTINATÁRIOS DA MODALIDADE: (caso de estágio ou Oficina de Formação) Professores
de Matemática do ensino secundário; Professores de Matemática do 3º ciclo. |
Os
dados recolhidos são processados automaticamente, destinando-se à gestão
automática de certificados e envio de correspondência. O preenchimento dos
campos é obrigatório pelo que a falta ou inexactidão das respostas implica
o arquivamento do processo. Os interessados poderão aceder à informação
que lhes diga respeito, presencialmente ou por solicitação escrita ao CCPFC,
nos termos dos artigos 27.º e 28.º da lei n.º 10/91 de 19 de Fevereiro.
Entidade responsável pela gestão da informação: CCPFC – Rua Nossa
Senhora do Leite, nº 7 – 3.º - 4700 Braga.
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4. EFEITOS
A PRODUZIR: MUDANÇA DE PRÁTICAS, PROCEDIMENTOS OU MATERIAIS DIDÁCTICOS ·
Contribuir para a auto-formação
dos professores; ·
Desenvolver o espírito de
equipa e cooperação entre os professores; ·
Pesquisar software para a
calculadora, nomeadamente na Internet;
·
Utilizar sensores e
calculadoras gráficas como meio privilegiado de recolha e tratamento de
dados de situações experimentais; ·
Discutir e elaborar
actividades que envolvam a modelação de situações da vida real com
as tecnologias; ·
Consolidar a apropriação
dos conceitos e ferramentas de forma a ser capaz de as explorar
operacionalmente em ambiente de sala de aula; ·
Aplicar software dinâmico,
em contexto curricular adequado, de modo a aperfeiçoar a aprendizagem
de conceitos matemáticos; ·
Discutir a utilidade e a
aplicabilidade da tecnologia educativa na sala de aula; ·
Produzir materiais didácticos
para a aula de Matemática; ·
Divulgar materiais, estratégias
e experiências inovadoras para a aula de Matemática. |
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5.
CONTEÚDOS DA ACÇÃO (Práticas pedagógicas e Didácticas em
exclusivo, quando a acção de formação decorre na modalidade de Estágio
ou Oficina de Formação) 5.1 Apresentação
da oficina.
Divulgação de programas para as calculadoras gráficas.
Transferência de diferentes tipos de informação entre calculadoras e
compatibilidade entre calculadoras.
Edição de programas num PC e utilização do Graph Link.
Pesquisa na Internet de programas para a calculadora gráfica. (3
horas) 5.2 Relação
da Matemática com a realidade e o processo de modelação matemático.
Utilização do CBR
(Calculator Based Range) e o CBL (Calculator Based Laboratory) como
instrumentos de recolha de dados. (3 horas) 5.3
Problemas de modelação com a utilização do CBR ou o CBL e
elaboração de um relatório (3 horas). 5.4
Discussão sobre
avaliação dos relatórios anteriores. (3 horas) 5.5
, 5.6 e 5.7
O
computador no ensino da Matemática. Exploração de diverso software
dinâmico nomeadamente o Supposer, o Nucalc e o Modellus ou o Geometer´s
Sketchpad [os
formandos escolhem um dos últimos dois].
Resolução de actividades envolvendo estes software e que podem
vir a ser adaptadas para a sala de aula . Reflexão sobre a
aplicabilidade destes programas na sala de aula. (9 horas)
5.8
e 5.9 Apresentação dos trabalhos e discussão sobre o interesse
e utilidade dos diversos trabalhos, bem como a forma de melhor os
introduzir na prática lectiva. (6 horas)
Total
27 horas. |
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6.
METODOLOGIAS DE REALIZAÇÃO DA ACÇÃO 6.1.
PASSOS METODOLÓGICOS
O formador acompanhará individualmente o desenvolvimento das
actividades de cada formando. Assim será possível que a planificação
de cada sessão seja adaptada às necessidades dos formandos.
Em cada sessão haverá uma introdução/motivação ao tema a
que se seguirá trabalhos práticos em pequenos grupos em que se
questiona e descobre as potencialidades das ferramentas computacionais.
No final da sessão cada formando/grupo apresentará uma reflexão oral
sobre as investigações efectuadas.
Para as sessões não presenciais serão apresentadas sugestões
de investigação que o formando irá efectuar para consolidar
conhecimentos e diversificar experiências. Procura-se incentivar a
realização de actividades que se apliquem no contexto da sala de aula,
de a partir do qual o formando escreverá um trabalho.
A apresentação dos trabalhos pelos formandos é seguida de uma
análise e discussão em conjunto onde se pretendem tirar conclusões
acerca da aplicabilidade na sala de aula e as possíveis alterações a
efectuar. Será organizado um
dossier com os materiais produzidos. As
propostas de trabalho, se os formandos assim o permitirem, serão
divulgadas na página de
Internet a criar para esta oficina, com a devida referência aos seus
autores. 6.2.
CALENDARIZAÇÃO 6.2.1.
PERÍODO DE REALIZAÇÃO DA ACÇÃO DURANTE O MESMO ANO ESCOLAR:
ENTRE OS MESES DE Janeiro .
E Junho
. 6.2.2.
NÚMERO DE SESSÕES PREVISTAS POR MÊS:
2 . 6.2.3.
NÚMERO DE HORAS PREVISTAS POR CADA TIPO DE SESSÕES
SESSÕES PRESENCIAIS CONJUNTAS:
9 . SESSÕES
DE TRABALHO AUTÓNOMO:
9 . |
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7. APROVAÇÃO
DO ORGÃO DE GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO DA ESCOLA: (Caso da
Modalidade do Projecto) (Art.º
7.º, 2 RJFCP) DATA: _________ CARGO: __________________________
ASSINATURA: _____________ |
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8.
CONSULTOR CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO OU ESPECIALISTA NA MATÉRIA(Artº 25º-A, 2c) RJFCP) Nome: ____________________________________________________________ (Modalidade de Projecto
e Círculo de Estudos) delegação de competências do conselho Científico-Pedagógico
da Formação Contínua Art.º 37.º f) RJFCP) Sim ڤ
Não
ڤ
Nº de acreditação do consultor ڤڤڤڤڤ/ڤڤ |
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9.
REGIME DE AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS Será avaliado o
envolvimento activo dos formandos na participação do trabalho individual
e em grupo, na elaboração de materiais e na participação nos momentos
de discussão colectiva.
Os formandos apresentam um trabalho de produção, aplicação e
reflexão crítica de uma actividade envolvendo um dos conteúdos
estudados nesta oficina. Este trabalho pode ser individual ou de grupo.
Neste caso conterá sempre uma parte da responsabilidade individual de
cada formando, respeitante à reflexão sobre a aplicação das tarefas
nas suas aulas.
No final desta oficina, cada formando deverá ainda entregar uma
breve reflexão escrita sobre o seu desenvolvimento e uma identificação
de necessidades futuras de formação e/ou projectos a desenvolver. |
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10.
FORMA DE AVALIAÇÃO DA ACÇÃO
A acção terá como intervenientes os formandos, o formador e o
Centro de Formação pela aplicação de questionários e outros
instrumentos de recolha de informação.
Relatório final elaborado pelo formador, com base nos trabalhos,
participações e envolvimento individual de cada formando.
Um consultor de formação apresentará um relatório final. |
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11. BIBLIOGRAFIA
FUNDAMENTAL Programa de Matemática do Ensino Secundário; Livros
escolares diversos de Matemática do Ensino Secundário. Livros do 10º
e 11º ano, Dep. Ensino Secundário do Ministério da Educação, Lisboa,
1997 até 2000. Fitch, Pavelle e Rothestein, e all, O computador na educação Mat, APM, Lisboa, 1991. Junqueira, Margarida e Valente, Sérgio, Exploração de
construções geométricas, APM, Lb, 1998. Matos, João Filipe e all, Ferramentas computacionais na
modelação Mat, D. E. FCUL, Lb, 1994. Matos, J. Filipe e Carreira, S. P., Modelação e aplicações
no ensino da matemática, IIE, Lisboa, 1998. Pontes, Fernando e Filipe, Jaime, As calculadoras e o
ensino, Beltrão Coelho, Lisboa, 1995. Silva, J. Carvalho , Modelação Matemática nos novos
programas, ed. autor, Castelo Branco, 1998. Veloso, Eduardo, Geometria – Temas Actuais, IIE, Lisboa,
1998. Viana, José Paulo, Modelação Mat calc gráficas, CBL e
CBR, ed. autor, Angra do Heroísmo, 1999. |
Data ___ / ___ / ___ Assinatura ________________
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