Alcino Simões 8Dez2005 |
Plano de Acção |
![]()
|
|

![]()
0. Apresentação
Estagiárias:
professores na disciplina de Matemática:
- Ana Isabel de Lamego Resende;
- Daniela Fernandes da Silva;
- Mónica Alexandra Serra Lopes;
- Telma Idaliana Paulo Sales Matias.

Escola: com alunos do 5º ao 12º ano, incluindo ensino nocturno, pertencente ao Agrupamento de Escolas de V. N. de Poiares. São acompanhados pelo Orientador Pedagógico Mestre Alcino Simões, professor de Matemática na turma 9º/D e de Matemática B do 11º/B.
Universidade: As estagiárias são alunos do Curso de Matemática, Ramo Educacional, do Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. São acompanhados pelo Orientador Científico Doutor Carlos Fonseca.
Leis: Aprovados pelo Ministério da Educação, o Departamento de Matemática e a Escola 2,3,S Dr Daniel de Matos.
1. Introdução
A formação inicial proporcionada pelo curso de Matemática do Departamento de Matemática inclui um ano final de Estágio Pedagógico onde se pretende que o aluno desempenhe as funções usuais de professor de Matemática numa escola do 3º ciclo e/ou ensino secundário.
A actividade de uma estagiária é supervisionada duplamente por um Orientador Pedagógico e um Orientador Científico, acompanhando-o na aquisição do saber-fazer e do saber-ser, essenciais na profissão docente.
O estágio para a docência torna-se mais difícil para a assumpção desta profissão do que em outros estágios profissionais. Precisamente porque a sala de aula é um lugar demasiado “conhecido”. É “a familiaridade (não a estranheza) do professor em início de carreira com o ambiente na sala de aula conduz a grande parte do problema” (Arends, 1995: 486). Afinal, a estagiária deverá dar novos significados aos objectos e aos comportamentos que ele julgava tão familiares. Apesar da estagiária ainda ser um aluno, deverá assumir ao longo do tempo de estágio um papel oposto: o do professor que, até ao momento, apenas podia antever pela sua actuação a uma certa distância.
Este é o momento de praticar a arte de ensinar. Cada ensaio precede imediatamente a sua exposição pública. É uma encenação peregrina em que a estagiária vai adaptar e incorporar actividades, comportamentos e valores próprios da profissão docente. A estagiária constrói uma personagem profissional. Forma-se agindo. Consolida um perfil de desempenho de professor. “É preciso algum tempo para que o aluno se adapte às novas realidades e encontre um significado pessoal nesta nova experiência educativa”(Arends, 1995: 497). Aqui se verifica a utilidade deste plano de acção para o Núcleo de Estágio, tal como um breve guião para actores.
Felizmente, uma estagiária não está só! Existe uma rede de apoio constituída pelos orientadores, os outros professores, os órgãos de gestão da escola, entre outros intervenientes educativos. Esta rede permanente e acessível proporciona a cada estagiária percorrer o seu caminho de forma mais consciente, confiante e eficiente. Além disso, torna-se fulcral o espaço dos seminários que proporciona formação necessária, contextualizada e oportuna.
O orientador pretende desenvolver em cada estagiária as funções, as competências e os conhecimentos de uma professora. Esta acção irá provocar uma maturação profissional, psicológica e social, associada à uma constante prática docente reflexiva.
Este plano de acção encerra um desejo comum a cada um dos elementos deste Núcleo de Estágio: a concretização do devir PROFESSOR.
2. Objectivos
Na sequência da legislação e regulamentos vigentes, pretende-se:
- Sustentar um espaço de formação;
- Promover atitudes de cooperação e colaboração entre as estagiárias e orientador;
- Assegurar um desenvolvimento profissional responsável;
- Desenvolver competências de auto-formação;
- Proporcionar a pesquisa, a planificação, a implementação, a reflexão, a análise e a avaliação de práticas pedagógicas;
- Sensibilizar para acontecimentos, materiais e personalidades relativas à Matemática;
- Promover a discussão de temas relacionados com o currículo de Matemática, o ensino, a aprendizagem e a escola;
- Diversificar metodologias de ensino do aluno ao grupo turma, do concreto ao abstracto;
- Experimentar materiais didácticos diversos e oportunos, nomeadamente as tecnologias digitais;
- Desenvolver competências de comunicação educativa;
- Promover aprendizagens significantes, contextualizadas nos programas e legislações vigentes;
- Desenvolver um ambiente na sala de aula promotor de aprendizagens diversificadas;
- Desenvolver actividades Matemáticas e/ou educativas na escola;
- Realizar experiências lúdicas matemáticas;
- Promover um relacionamento professor-aluno motivado para o estudo e para a aprendizagem da Matemática;
- Desenvolver relações profícuas com professores, alunos e pessoal não docente;
- Reflectir em cada uma das acções docentes.
3. Actividades
3.1. Relação ensino-aprendizagem
3.1.1. Seminários
Os seminários são reuniões de trabalho com as estagiárias e o orientador onde se efectua a planificação, análise e avaliação de todas as actividades. Podem ser realizados sempre que necessários ou solicitados, com o mínimo de duas vezes por semana:
- 3ª feira, das 10h30 às 13h00;
- 5ª feira, das 10h30 às 13h00.
3.1.2. Assistência a aulas
3.1.2.1. Do orientador
As estagiárias assistem a todas as aulas do orientador na turma que não leccionam. No final de cada aula as estagiárias e/ou o orientador apresentam uma breve reflexão sobre as principais actividades e comportamentos assumidos, quer pelo orientador, quer pelos alunos.
3.1.2.2. Das colegas estagiárias
Cada estagiária assiste a todas as aulas leccionadas pelas suas colegas. Numa reunião imediatamente a seguir, as estagiárias participantes analisam a aula assistida.
3.1.3. Leccionação de aulas
O orientador será responsável pelas primeiras aulas de cada uma das suas turmas, exemplificando e descrevendo detalhadamente todos os procedimentos às estagiárias, servindo como um modelo de professor a reflectir e a criticar.
Cada estagiária deverá leccionar numa das turmas do orientador. Como existem duas estagiárias para cada turma, estas deverão alternar entre si.
A estagiária assistida elabora a planificação do tema ou do sub-tema que é responsável e a ficha de objectivos a entregar ao aluno. Uma aula assistida deve apresentar um plano de aula, em papel, constituído pelo sumário, data, materiais, estratégias, objectivos correspondentes ao desenvolvimento devidamente detalhado. A estagiária deve ainda propor um TPC por semana, recolhê-los e corrigi-los, bem como registar nas grelhas de observação os itens da avaliação formativa e contínua de alunos. No final do tema que lecciona, a estagiária elabora um mini-teste, efectua a sua cotação, aplica-o, corrigi-o e classifica-o.
Cada estagiária fica responsável por elaborar um teste de avaliação e auxiliar a leccionação da aula de auto-avaliação.
O orientador deverá leccionar as aulas sobrantes dos temas, bem como as relativas à realização e correcção de testes, às actividades extra-curriculares e às de auto-avaliação. No entanto, estas aulas podem ser leccionadas por uma estagiária, no caso de esta o solicitar ao orientador, sem contudo se exigir a usual planificação rigorosa e a respectiva reunião de análise detalhada nem a redacção da respectiva acta. Por estes motivos, estas aulas não serão contabilizadas nas aulas leccionadas pela estagiária.
As estagiárias deverão ainda leccionar aulas de apoio aos alunos da turma que lecciona durante todo o ano lectivo.
|
DATA |
Ana Resende 9º ano |
Mónica Lopes 9º ano |
Daniela Silva 11º ano |
Telma Matias 11º ano |
Orientador 9º e 11º anos |
|
19 Setemb Outubro |
|
|
|
|
9º Sistemas 11º Trig triângulo 6 + 5 aulas |
|
Novembro
|
Prop Inversa 5 aulas |
|
Ângulo e arco 2 aulas |
|
9º Prop Inversa 11º Ângulo e arco 1 aula + 2 aulas |
|
Dezembro |
|
Círculo Trig 3 aulas |
Círculo Trig 1 aula |
||
|
16 Dezemb |
|
IR; Ineq. 6 aulas |
Âng; razões 5 aulas |
|
IR; Ineq. 1 aula |
|
2 Janeiro 2006 |
Circunferência 6 aulas |
|
|
Equações Trig. 5 aulas |
Equações Trig. 1 aula |
|
Fevereiro |
|
|
|
|
9º Espaço 11º Funções trig 7 aulas + 5 aulas |
|
Março |
|
Equações 2º gr 8 aulas |
|
Funções racionai 4 aulas |
11º Funções racion 2 aulas |
|
31 Março |
Fracções rac. 5 aulas |
|
|
||
|
17 Abril
|
|
Trigonometria 4 aulas |
Funções ramos 6 aulas |
|
11º Funções ramos 1 aulas |
|
Maio Junho 9 ou 23Jun |
Probabilidades 7 aulas |
|
|
Taxa méd var. 6 aulas |
Taxa méd var. 1 aula |
|
Total: 130 |
Total: 18 aulas |
Total: 18 aulas |
Total: 18 aulas |
Total: 18 aulas |
Restantes aulas |
Observações:
- As aulas têm a duração de 90 minutos;
- O número de aulas assistidas está de acordo com os regulamentos em vigor (entre 16 e 20 aulas de 90 minutos numa das turmas do orientador);
- Os temas a leccionar foram distribuídos para proporcionar experiências diversas.
3.3. Intervenção na escola
- ACTIVIDADES A DESENVOLVER AO LONGO DO ANO LECTIVO APROVADAS PELO CONSELHO PEDAGÓGICO (VER ANEXO A).
|
Actividades |
Objectivos |
Materiais |
Destinatários |
Local Calendarização |
|
Reuniões de Departamento de Matemática Presença (como observadoras) nas reuniões. |
- Identificar legislação pertinente; - Analisar documentos; - Relacionar actividades escolares; - Justificar procedimentos administrativos e pedagógicos. |
Resumos e grelhas fornecidas. |
Professores de Matemática do 5º ao 12º anos |
Sala de aulas. Mensalmente. |
|
Reuniões de Grupos de Trabalho de Professores Presença facultativa (como observadoras) nas reuniões. |
- Identificar legislação pertinente; - Analisar documentos; - Produzir textos e relatórios. |
Documentos fornecidos. |
Professores do 3º ciclo ou ens. Sec. |
Sala de trabalho. Ocasionalmente. |
|
API (Apoio Pedagógico Individualizado) As estagiárias e o orientador apoiam alguns alunos propostos com base numa caracterização. |
- Superar dificuldades na aprendizagem da Matemática; - Desenvolver a capacidade de resolução de problemas; - Desenvolver o gosto pelo saber, pelo trabalho e pelo estudo. |
Livro adoptado; Fichas diversas; Outros materiais didácticos |
Alguns alunos do 9º/D |
Ano lectivo 2005/06, Segunda-feira, das 14h00 às 14h45 |
|
Reforço de Aprendizagem As estagiárias e o orientador retiram dúvidas aos alunos de Matemática B do 11º ano, indicados com base nas suas dificuldades de aprendizagem. |
- Superar dificuldades na aprendizagem da Matemática; - Desenvolver o gosto pela Matemática; - Desenvolver a capacidade de resolução de problemas; - Desenvolver o gosto pelo saber, pelo trabalho e pelo estudo. |
Livro adoptado; Fichas diversas; Outros materiais didácticos |
Turma 11º/B |
Ano lectivo 2005/06, Segunda-feira, das 14h00 às 14h45. |
|
Assessoria à direcção de turma Participação no trabalho da directora de turma. |
- Elaborar 2 actas de Conselho de Turma; - Registar faltas dos alunos; - Auxiliar atendimento dos Encarregados de Educação; - Auxiliar a organização do dossier de turma. |
Computador; Fichas de presenças; Outras fichas. |
Estagiárias |
Sala de trabalho. 9º/D = 3ªfeira 16h30-17h15 11º/B = 6ªfeira 12h00-13h00. |
3.3. Relação com o meio
- Participação no VI Encontro de Estágios Pedagógicos, onde apresentarão uma comunicação.
Se possível, o Núcleo de Estágio envolver-se-á nas seguintes actividades:
- Sessões com interesse científico-pedagógico, realizadas na escola ou na universidade;
- Encontros de professores;
- Acções de formação de curta ou longa duração;
- Visitas de estudo dos seus alunos;
- Sessões de Trabalho Inter-Estágios (desta escola);
- Momentos de confraternização Inter-Estágios (desta escola).
4. Metodologia
As diversas actividades a desenvolver neste (e pelo) Núcleo de Estágio serão concretizadas através da colaboração e/ou da cooperação de todos os seus elementos. As aprendizagens e as actividades de um são contributos para os restantes.
Recorrem-se aos materiais mais oportunos para cada actividade, sendo de destacar as diversas tecnologias. Assim, além do assumido quadro preto e do livro escolar adoptado, utilizam-se cartolinas, papéis, arames, latas, textos de diversa proveniência, retroprojectores com acetatos, software do computador e da calculadora e as funcionalidades disponibilizadas pela Internet.
Pretende-se um Núcleo de Estágio aberto. Sempre que possível, são incentivados os outros intervenientes desta escola a participarem nas actividades dinamizadas por este núcleo. Por outro lado, cada um dos elementos deste Núcleo de Estágio solicita a opinião e/ou colaboração de outros professores desta escola, sempre que oportuno ou solicitado. Considera-se que eles são imprescindíveis para a concretização com sucesso das actividades aqui propostas. Fomenta-se a partilha de experiências de outros docentes com os estagiários, sem a obrigatoriedade da presença do orientador.
Com o objectivo de desenvolver competências de escrita e de argumentação, os estagiárias vão aprofundando a composição livre subordinada ao tema "O que é uma escola?". Numa fase inicial, não é relevante o conteúdo destas composições mas a sua forma. Posteriormente, vão sendo abordados as diversas características da composição e apresentação escrita de ideias.
Os seminários são oportunos para fomentar a reflexão de práticas de leccionação diversificada. Pretende-se que o futuro professor estabeleça com cada aluno uma ponte entre o que ele já sabe e aquilo que vai aprender. Para isso, usa metodologias:
- do concreto (objecto ou imagem) ao abstracto;
- do conhecido à descoberta;
- do vulgar ao específico;
- do usual à arte;
- da expressão ao pensamento;
- da rua à sala de aula;
- do fixo ao animado;
- do grupo ao indivíduo;
- do óbvio (ou simples) ao complexo;
- da cópia à criatividade.
Durante os seminários vão sendo desenvolvidas formações contextualizadas e oportunas envolvendo alguns temas pertinentes da profissão docente. Sempre que possível, é acompanhado por textos e outras referências. De seguida estão alguns desses temas:
- A comunidade educativa de uma escola;
- O sistema educativo e a organização escolar;
- Legislação essencial para a escola, o ensino e a aprendizagem (p.e., regulamento interno do agrupamento, projecto educativo, lei de bases do sistema educativo, estatuto da carreira docente, avaliação de alunos, estatuto do aluno);
- Gestão do tempo do professor;
- Planificação anual, de unidade temática e de aula de Matemática;
- Exploração dos currículos de Matemática;
- Técnicas e dinâmicas da comunicação na sala de aula;
- Construção de materiais e didáctica da Matemática;
- Avaliação (p.e., tipos, modalidades, momentos, objectos, instrumentos, escalas, classificações);
- Avaliação de aprendizagens no 3º ciclo e no secundário;
- Organização, dinamização e participação em reuniões de trabalho (p.e., de turma, de grupo, de projecto);
- Elaboração de testes de avaliação escrita;
- Elaboração de Fichas (p.e., métodos de estudo, objectivos, trabalho, exercícios, recuperação, síntese);
- Observação e avaliação do caderno diário;
- Tecnologia educativa (p.e., software, calculadora gráfica, Internet);
- Psicologia educativa;
- Apoio pedagógico de alunos;
- Métodos e técnicas de estudo e de aprendizagem;
- Indisciplina e comportamentos de alunos e influências nas aprendizagens;
- Insucesso em Matemática (causas, condicionantes, momentos, intervenientes, etc.);
- Produção de um site educativo temático;
- Papéis do professor;
- Análise da aula de Matemática;
- Planificação e organização do conhecimento.
5. Avaliação
|
Objectos |
Instrumentos |
Momentos |
Observações |
|
Seminário |
- Ficha síntese de assuntos tratados - Acta realizada por uma estagiária, rotativamente |
No final de cada um. Uma acta é lida e aprovada no seminário seguinte. |
A ficha é elaborada pelo orientador e contém a ordem de trabalho e outras observações. Cada estagiária poderá propor outros temas a debater. |
|
Outras reuniões |
- Oralidade |
Após a sua realização. |
Reuniões de Dep. ou de grupo de trabalho. |
|
Material didáctico |
- Lista de Materiais - Lista de fichas e testes, de materiais para a aula e de planificações |
Sempre que oportuno. |
Podem ser fichas para o aluno, poliedros, ficheiros de software, etc. |
|
Aula de uma estagiária assistida pelo(s) orientador(es) e estagiárias |
- Oralidade - Plano de aula - Ficha de avaliação de aula assistida - Acta do seminário, escrita pela estagiária |
No mesmo dia ou no seminário seguinte. |
A análise da actividade na aula irá sendo progressivamente aprofundada e abrangente. As aulas serão leccionadas nas turmas do orientador. |
|
Aula do orientador |
- Oralidade |
No final da mesma ou no seminário seguinte |
De algum modo, a actividade na aula do orientador é um modelo a reflectir e a criticar pelas estagiárias. |
|
Actividade na/para a escola |
- Plano de actividades - Relatório de actividade |
No início do ano; Até dez dias após a sua finalização. |
Deve incidir sobre os objectivos atingidos e quantificados, as estratégias desenvolvidas, a participação dos destinatários, os materiais utilizados, as dificuldades encontradas, as ultrapassadas e as sugestões para as próximas actividades. |
|
Dossier da estagiária |
- Ficha de observação de arquivo |
Intercalar e final. |
Incide sobre os materiais incluídos e que estão previstos no regulamento de estágio. |
|
Actividade com o meio |
- Relatório de actividade organizada (p.e., semana da Matemática) ou em que colaborou (p.e., apoio a alunos, apoio a directores de turma, A.P.I., Estudo acompanhado) |
No final da mesma. |
Os elementos deste núcleo recorrem a professores e participantes envolvidos em cada actividade (p.e., D.T.). |
Observações:
- A oralidade é um instrumento imprescindível em todas as análises e avaliações;
- As actas dos seminários incluem referências às actividades do Núcleo de Estágio e aos materiais produzidos e/ou utilizados pelas estagiárias.
- As análises e as avaliações são discutidas na presença de todos os elementos do Núcleo de Estágio;
- Os relatórios intermédio e final do orientador e o relatório final da estagiária vão incidir sobre cada um dos objectos de avaliação anterior;
- Os relatórios devem incorporar em anexo os documentos utilizados e/ou produzidos no desenvolvimento das actividades desenvolvidas (p.e., fotografias, minutas, fichas).
- O relatório intermédio e final da estagiária contêm uma súmula de todas as actividades efectuadas, uma reflexão final sobre o que de mais importante aprendeu durante o estágio e uma proposta de classificação para si e para as restantes estagiárias.
A classificação de uma estagiária usa a escala de 0 a 20, seguindo as indicações do “perfil de estagiário”, sendo registado no livro de termos.
6. Materiais
A escola fornece alguns dos materiais necessários à prática docente.
6.1. Produtos finais
- Os principais resultados das actividades acima apresentadas são as aprendizagens, quer dos alunos quer dos elementos deste Núcleo de Estágio;
- Dossier de Estágio;
- PoiaresMat (SiteMat do Núcleo de Estágio);
- SiteMat do Estágio Pedagógico de Matemática (a dinamizar pelo orientador);
- Exposições;
- Artigos no jornal escolar e/ou outras publicações;
- Estag_Mat - CD com actividades e trabalhos do Núcleo de Estágio.
6.2. Bibliografia
Arends, Richard I. (1995). Aprender a ensinar. Lisboa: McGraw-Hill Portugal.
DEB (1994). Programa de Matemática do ensino básico 3º ciclo, plano de organização do ensino-aprendizagem. (2ª ed., Vol. 2). Lisboa: Ministério da Educação, Departamento da Educação Básica.
DEB (2001). Currículo nacional do ensino básico - competências essenciais competências gerais / competências especificas de Matemática. Lisboa: Ministério da Educação, Departamento da Educação Básica.
DP-FCTUC (s/ d/). Perfis de desempenho dos Estagiários. Departamento de Matemática. Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra. http://www.mat.uc.pt/~ere2004/perfis.html (acessível em 16 Out 2004)
DP-FCTUC (s/ d/). Regulamento dos estágios pedagógicos do ramo educacional das licenciaturas da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Departamento de Matemática. Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra.
Silva, Jaime Carvalho; Fonseca, Maria Graziela; Martins, Arsélio Almeida; Fonseca, Cristina Maria Cruchinho da & Lopes, Ilda Maria Couto (2002). Matemática B, 10º ano, Cursos tecnológicos. Departamento do Ensino Secundário, Ministério da Educação. http://www.des.min-edu.pt (acessível em 27 Jul, 2004).
Simões, Alcino (1997). Orientar para formar, estágio em Matemática. http://www.prof2000.pt/users/folhalcino/formar/orienfor/orienformar.htm (acessível em 3 Set 2004).
![]()
Simões, Alcino. (1998-200?, 8Dez2005). Plano de
acção, núcleo de estágio 2005/06. Folha do alcino.
http://www.prof2000.pt/users/folhalcino/formar/estagio/
alcinosimoes@yahoo.com