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Eu, a minha ilha...

Um pouco sobre mim e a minha ilha...

Imagens do Funchal, capital da Ilha.  A baía fica ainda mais linda no fim do ano, quando se vê o fogo-de-artifício….. É sem dúvida a melhor época para vir conhecer-se a Madeira: a temperatura, no Inverno, é  normalmente amena e as decorações de Natal deixam tudo com um ar de festa!

A pérola do Atlântico, num entardecer de inverno.

Existem montes de razões para se visitar a Madeira! Que o digam os ingleses, que aprenderam o caminho há tantos anos e nunca mais se esqueceram dele… Razões climatéricas, gastronómicas, paisagísticas, turísticas, e todas as outras “ísticas” que te possam surgir…. O meu conselho é simples: vem até cá, logo que possas. De certeza que serão umas férias inesquecíveis!

Depois conta-me.

 

Agora, se preferes vir no Verão, aí nem penses que podes deixar de ir à outra ilha, o Porto Santo! Seria uma falha imperdoável! Porque praia linda, água azulinha, clara e quentinha como esta, dificilmente encontrarás noutro sítio, em Portugal! Tira logo um fim-de-semana (no mínimo) para ires até lá.

             Mas um conselho: se do que gostas é de praias cheias, com muitos restaurantes e snacks, muita vida nocturna e isso..... Então não te dês a esse trabalho. A ilha é para quem gosta de calma, é pequena, deliciosamente “não-turística”.... (por enquanto!). Aproveita-a assim enquanto podes, se é mesmo disso que gostas.

 

A ilha dourada

“Verão sem Porto Santo

    é verão  que dá pranto!” *

*(“Ditado da “je”)

Podem imaginar-me assim, por exemplo... eh, eh, eh!!!

 

Quanto a mim, pouco há a dizer: sou professora por gosto, embora haja dias em que me parece que não ando cá a fazer nada, tantas as desilusões com miúdos que não ligam, mal-educados, desmotivados…

      Há, felizmente, outros em que o prazer de ensinar e de ver aprender nos faz tanto bem e nos realiza a ponto de não nos podermos imaginar a exercer outra actividade. O ar admirado de um aluno ao aprender uma coisa nova, quando ele próprio a constata, vendo que “já percebeu”…  só nós, “os profs”, entendemos.

A Netprofessora