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Jogam entre seis a doze crianças, num espaço amplo e
plano. É necessária uma bola pequena, que seja facilmente agarrada.
Cada criança tem um número. Se jogarem dez, por exemplo, as crianças são
numeradas de um a dez. Todas as crianças estão juntas no centro do terreno e
uma delas começa o jogo atirando a bola ao ar, ao mesmo tempo que chama um
número, por exemplo, o número seis. Todas fogem excepto a criança cujo
número é o seis, que se aproxima do local de queda da bola e tenta apanhá-la
o mais rapidamente possível.
Ao apanhar a bola, no ar ou depois desta bater no solo, grita “Stop” ou “Nem
mais um passo”. Todas as outras crianças têm que parar imediatamente de
correr. Então, a criança que apanhou a bola olha à sua volta, escolhe a que
esteja mais próxima e aproxima-se dela, dando até um máximo de três passos.
Tenta então acertar na criança de quem mais se aproximou, atirando-lhe a
bola. Se acertar, esta “perde uma vida”, das sete que todas as crianças têm.
A que apanhou com a bola e perdeu uma vida aproxima-se então do centro do
terreno, tal como as outras, e atira a bola ao ar, chamando um número e
recomeçando o jogo. Se a bola não lhe acertar, não perde vida nenhuma mas
recomeça igualmente com o jogo, atirando a bola ao ar.
Cada vez que uma criança perde as sete vidas, é eliminada, vencendo aquela
que for a última a perdê-las.
Noutra variante, a criança só pode tentar acertar na outra se apanhar a bola
no ar, ao ser chamada. Se a deixar cair, perde o direito a tentar acertar em
alguém e tem de atirar a bola ao ar, recomeçando o jogo.
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