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Num espaço rectangular desenha-se um corredor central,
com cerca de um metro de largura, onde está colocado o chinês. Este só pode
deslocar-se no corredor e não pode sair de lá. Todas as outras crianças,
pelo menos dez, estão colocadas num extremo do campo.
Ao sinal do professor essas crianças atravessam o campo de um lado para o
outro, por cima do corredor, tentando não ser tocadas pelo chinês. Este,
deslocando-se de um lado para o outro, tenta tocar nelas e coloca-as no
corredor, formando um muro. O muro serve apenas para diminuir a largura do
terreno, de modo a dificultar a passagem às outras crianças que não foram
ainda tocadas. O chinês pode encostar as crianças apanhadas ou dispersá-las
pelo corredor. As crianças tocadas e colocadas no muro, permanecem imóveis,
não podendo tocar ou prender as outras.
O professor vai dando sinal para a passagem das crianças de um lado para o
outro do campo. Esta passagem vai sendo cada vez mais difícil, pois o muro
será cada vez maior. A última criança a ser apanhada é a vencedora e será o
próximo chinês. Se alguma criança, ao fim de certo tempo, não passar para o
outro lado, vai automaticamente para o muro.
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