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Ficha de avaliação

I

1.    O assunto do Auto que acabaste de estudar é: 

a dualidade entre o bem e o mal representados pelo Anjo e o Diabo (personagens-tipo) nas respectivas barcas atracadas no cais. Aqui surgem várias almas que, através do diálogo com o Anjo ou o Diabo, expõem a sua vida, carregada de virtudes, o que as leva à salvação.

  a dualidade entre o bem e o mal representados pelo Anjo e o Diabo (personagens alegóricas) nas respectivas barcas atracadas no cais. Aqui surgem várias almas que, através do diálogo com o Anjo ou o Diabo, expõem a sua vida, carregada de vícios, o que as leva à condenação. Exceptuam-se as personagens do Parvo e dos Quatro cavaleiros.

   a dualidade entre o bem e o mal representados pelo Anjo e o Diabo (personagens-tipo) nas respectivas barcas que navegam num rio. Aqui surgem várias almas que, através do diálogo com o Anjo ou o Diabo, expõem a sua vida, carregada de virtudes, o    que as leva à salvação. Exceptuam-se as personagens do Parvo e dos Quatro cavaleiros.

 

  2. Neste Auto, as personagens, na sua grande maioria,  são consideradas personagens-tipo porque

   só existem personagens daquele género

   representam traços comuns de um grupo.

   apresentam características das diferentes classes sociais.

 

 3. O Auto da Barca do Inferno é classificado como Auto de Moralidade porque:

   revela os vícios, as qualidades e os costumes da época de Seiscentos, criticando-os. Pretende moralizar os jovens.

   revela os vícios, os defeitos e os costumes da época de Quinhentos, criticando-os. Pretende moralizar a sociedade.

     revela os vícios, as qualidades e os costumes da época de Quinhentos, criticando-os. Pretende moralizar os jovens.

 

  4. Os aspectos criticados por Gil Vicente ao longo da peça são, entre outros:

  as classes sociais, o estatuto social, a justiça, o judaísmo, a vida terrena, as profissões, a exploração da burguesia, a bondade, a modéstia.

  as classes sociais, o estatuto social, a religião, o judaísmo, a vida celeste, a generosidade.

  as classes sociais, o estatuto social, a religião, a justiça, o judaísmo, a vida terrena, as profissões, os costumes, a exploração, a tirania, a ganância, a vaidade.

 

II

Assinala todas as afirmações correctas:

  1. O único elemento caracterizador das personagens é a linguagem.

  2. O Fidalgo vem acompanhado de uma moça, de uma cadeira e de um manto.

  3.  A primeira personagem representa  a tirania e a avareza.

  4. O Fidalgo considera o batel infernal como um cortiço.

  5. "Sou fidalgo de solar" é um argumento de acusação de Dom Henrique.

  6. O Diabo é advogado de acusação e o Anjo de defesa.

  7. O Onzeneiro apresenta-se em cena com saco cheio de ouro.

  8. Ele simboliza a exploração do povo.

  9. O mester desta personagem resume-se " Na safra do apanhar"

  10. O Anjo acusa-o de não ter dinheiro para pagar ao Barqueiro.

  11. O Onzeneiro pede ao Diabo que o deixe voltar ao outro mundo para rever a mulher.

  12. O Parvo entra em cena carregado de símbolos, revelando a sua profissão em terra.

  13. A personagem Parvo tem uma funcionalidade para além da sua própria cena.

  14. O Sapateiro carregava as formas, símbolo da sua profissão

  15. Ele cumpriu, rigorosamente, os preceitos religiosos que o vão salvar.

  16. O Anjo acusa-o de a carga o embaraçar.

  17. A movimentação cénica do Sapateiro é igual a da maioria das personagens.

  18. O Frade está convencido que o  seu hábito o protege.

  19. Os símbolos com que se apresenta no cais mostram, perfeitamente, o seu modo de vida.

  20. O Frade tem verdadeiros atributos de um homem de corte.

  21. A devoção e a penitência caracterizam a sua vida.

  22. O Anjo discursa, violentamente, contra a atitude do Frade.

  23. Os elementos caracterizadores da Alcoviteira remetem para o seu estatuto social.

  24. A Alcoviteira estava convicta de que iria para o Paraíso.

  25. Brísida Vaz considerava-se uma mártir por ter sido degredada.

  26. A linguagem utilizada pela personagem no discurso com o Anjo é de cariz religioso.

  27. Um dos argumentos de acusação do Anjo é o facto de Brísida Vaz ter criado meninas para os cónegos da Sé.

  28. A Alcoviteira compara-se a Santa Úrsula.

  29. O Judeu chega ao Cais, trazendo um bode às costas.

  30. O bode representa o apego às leis.

  31. O Judeu tenta subornar o Diabo.

  32. A personagem é persuadida pelo Diabo e deixa o bode no cais.

  33. O Anjo acusa-o violentamente de ter praticado judiarias.

  34. O Judeu e o bode embarcam no Batel Infernal.

  35. OCorregedor apresenta-se como Meirinho do Mar.

  36. A sua linguagem tem expressões em latim clássico.

  37. A Injustiça é uma das acusações feitas pelo Diabo à personagem.

  38. O Corregedor atribui a culpa do suborno à mulher.

  39. O Procurador admite que se confessou mas que omitiu o roubo.

  40. Não há qualquer razão aparente para que o enforcado entre em cena logo após o Corregedor e o Procurador

  41. O Baraço representa o modo como morreu a personagem.

  42. Alguém em terra lhe garantiu o Paraíso.

  43. Garcia Moniz não lhe falou, num no cais, nem no Barqueiro.

  44. Os Quatro Cavaleiros morreram na batalha de Aljubarrota.

  45. As personagens chegaram ao cais, dançando.

  46. Uma das expressões utilizadas para caracterizar a Barca da Glória é "barca da vida"

  47. O Diabo não questiona a entrada dos cavaleiros.

  48. Os Quatro Cavaleiros afirmam que morreram nas partes d'Além

  49. A Anjo não esperava por estas personagens.

  50. Através destas personagens é-nos dada a moralidade do Auto.

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