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Maiormente num tempo em que os recursos são escassos e caros, bem gerir os stocks de uma organização assume particular relevância.
Ou seja, é necessário minimizar os meios financeiros afectos aos stocks, mas, por outro lado, reduzir as probabilidades de uma ruptura, que igualmente poderá ser gravosa para a rentabilidade e imagem da empresa; da ponderação deste risco resulta o denominado "stock de segurança", o nível mínimo a que pode descer o stock.
Na medida em que estas variáveis são, por definição, dificilmente conciliáveis, procura-se encontrar um ponto de equilíbrio entre elas, como iremos ver.
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